Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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Teu rosto
Onde um índio passa e canta
E se enlaça em Caymmi e Mozart
Foi-se depressa tal como a jangada
Cujo limite são as léguas do mar.

A amizade é graça
cartas nunca escritas, notícias sem dar.
Ah Amazônia das fugas e percursos
Teu rosto invade e alaga devagar.

Heleno Oliveira

Nota: In: As sombras de Olinda - Ed. Caminho - 1997 p.31

O meu canto eu fui buscar, esperando em algum lugar do meu país, onde o vento faz canção, canta doce o coração...e faz feliz.

⁠Decifra me no tempo
Não há pressa neste lugar
Dos encantos mais secretos onde a alma canta o que não se pode esperar
Corre os dedos sobre a pele e os desafios do seu corpo, como não se encantar.
Alma tua, canta a lua, vigia a noite sob o luar
Relógio para, sussurro fala, todas as línguas que não se pode decifrar.
Fala, cala, grita ao mar, sonho sonhado, brisa do mar.

⁠Entre risos e pranto
Longas noites sem dormir
O coração grita e canta
Por não saber onde ir
Por mais que a razão
Seja uma seta precisa
Me perco na direção
Esqueço onde se pisa
Chego a me questionar
Porque tem que ser assim
Não sai mais do meu pensar
Mas isso não é ruim
Entre dor e alegria
Eu deixo o tempo passar
Quem sabe passa um dia
Espero por não passar

[Amor]

Amor, canta uma música pra mim
Perdi o sono e não há lugar onde eu possa ir,
Tua voz é tão suave, eu componho e tu canta
Nessa noite silenciosa, tu vem e me encanta,

Prometo ficar contigo sempre que tu permitir
Me leve em uma viagem em teu coração mágico,
Embora eu saiba que todos tenham retornado
Me deixando acordado pra te ver junto de mim,

Não há ninguém pra encontrar
Lance tua doce magia em meu espírito,
A velha avenida tá morta demais pra sonhar
Então vem e me leve flutuando contigo,

Amor, canta uma música pra mim
Perdi o sono e não há lugar onde eu possa ir,
Tua voz é tão suave, eu componho e tu canta
Nessa noite silenciosa, tu vem e me encanta,

Até a alvorada,

Sim,

O vento canta,

Ovento canta
Na palmeira da praia
Onde á tarde o sol desmaia
devagar e fecha os holhos para dormir.

o vento canta na vela do meu pequeno barco
Que desliza sobre as ondas
Com o meu grande amor a sorrir.

O vento canta nas asas dos albatrozes
Ouvem-se as vozes ao longe dos homens que veem do mar.

Inserida por far089z2

Pequizeiro no caminho

Há um pequizeiro ali
No cerrado, solitário
Onde canta a Juriti,
Num doce cenário...

Onde o vento, venta bom
Onde o tempo tem razão
E o coração cala no tom,
No horizonte do sertão...

Cá tudo é calma, espera
Quem testa, a alma adoça
O gosto é de quimera,
E o povo, gente da roça...

Na poesia, agridoce canção
Deste seco chão, de cheiro
De primavera, de inspiração,
No caminho, há um pequizeiro...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Setembro de 2018
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Dentro da capoeira de onde irá a matar, o galo canta hinos à liberdade porque lhe deram dois poleiros.

Inserida por pensador

Esse é o mundo das ilusões
Onde o poeta canta seus versos
O caminho parece largo
Mas quando voce se adentra
Ele vai ficando estreito

Você se ver como um espelho da vida
Suas vestes são manchadas de sangue dos inocente
Pois quando você decide e opta pelo errado
Esta deixando de fazer o idem do mestre amado
Vou tentar ser diferente mas se eu for diferente
Estou sendo um falso crente

Afinal é o que se ver, o que esta acontecendo
Por esse mundo a fora
Uns pula e outros danças
Outros faz co, co, rô, ecó
A vida se contradiz
Tudo virou brincadeira

Uma mangação total
Eu não vou compactuar
Com essas infinidades dessas alucinações
Quero amor e respeito intuito e fidelidade
Mas que pensamento besta que o meu próximo seja eu
Esta de ponta cabeça se for um homem de Deus entende a Revelação, de tudo Que vou dizer

Que seja fiel a Deus e deixe de
Co, co, rô, ecó
E ame para ser amado
maria de fatima

Inserida por mariadefatima1

O galo canta pela manhã não para nos acordar, mas para proteger o local onde vivem, um galo é como um ser humano, vive por quem ele ama.

Inserida por WendelKauans

Ah... Quero voltar lá!
Lá onde a água canta nas pedras;
onde o vento sopra e balança o trigo
em ondas a perder de vista.
Lá onde os pássaros desconhecem gaiolas
e onde os seres são mais simples e mais felizes.
Cika Parolin

Inserida por CikaParolin

Sou o tempo que passa,
que te procura e não te acha
sou o vento encantado que canta baixinho
onde rodopia o caminho de trilhos ou da estrada
Sou vento que embrenha-me os cabelos,
que acaricia-me o rosto, brisa suave e fresca
não consigo entender como o desejo é intenso
e eu nesta cama fria e vazia procuro um som
não sei onde posso encontrar-te ,
sigo a tua voz, no murmúrio do vento,
que canta uma melodia bela e singela
como uma história de amor perdida no tempo
envolvo-te num silêncio, num insólito momento
que deixa uma ferida aberta como um punhal
afinal sou o tempo que passa,
que te procura e não te acha.!

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Rosmaninho doce perfumado
onde canta uma alma doce uma sinfonia
nunca tocada e talvez nunca escrita.

Rosmaninho doce perfumado
onde perfuma um corpo de desejo
nas noites escuras, escritas em rimas.

Rosmaninho doce perfumado
vinho da loucura, néctar dos deuses
encantada moura deixada ao relento.

Rosmaninho doce perfumado
pedaços de dor, migalhas de amor
esquecidas no tempo, talvez no momento.

Rosmaninho doce perfumado
poemas doces, levados pelo vento
banho perfumado, do nosso deserto.!

Inserida por MariaIsabelMoraisRF

"ROSMANINHO DA SAUDADE" 🌻

Rosmaninho doce perfumado
Onde canta uma alma doce uma sinfonia
Nunca tocada e talvez nunca escrita

Rosmaninho doce perfumado
Onde perfuma um corpo de desejo
Nas noites escuras, escritas em rimas

Rosmaninho doce perfumado
Vinho da loucura, néctar dos deuses
Encantada moura deixada ao relento

Rosmaninho doce perfumado
Pedaços de dor, migalhas de amor
Esquecidas no tempo, talvez no momento

Rosmaninho doce perfumado
Poemas doces, levados pelo vento
Banho perfumado, do nosso deserto

Quando eu morrer meu amor
Quero a minha campa cheia de rosmaninho
Para que te lembres do meu corpo perfumado

Quando eu morrer meu amor
Planta-me aos meus pés
Camélias de todas as cores

Para não te esqueceres dos filhos
Que eu pari com amor
Quando eu morrer meu amor

Planta-me um roseira de rosas vermelhas
Para recordares o amor e o desejo que senti por ti
Quando eu morrer meu amor

Canta muito, chora o que tiveres de chorar
Mas nunca te esqueças de viver, de sorrir e de amar
E nunca culpes Deus por me ter levado.

Inserida por Sentimentos-Poeticos

Folhas

As folhas secas vão caindo
O rouxinol não canta mais
Tento correr para longe

Onde haja paz
O tempo que escorre
entre os dedos

Ainda é pouco a passar
Quero caminhar contra o vento
E a direção ele me mostrar

Meus passos na areia
não irei deixar
O caminho pra casa vou encontrar
Escrito em 28/09/2010

Inserida por ketlenCastro

A eternidade é uma música composta por Deus, onde um dia todos os fiéis irão canta-la, ao som da ultima trombeta.

Inserida por franklebrunno

⁠A alma é um universo secreto onde o silêncio canta, a dor floresce em luz e cada cicatriz escreve poesia nas entrelinhas do ser.
(LilloDahlan)

Inserida por LilloDahlan

⁠No Alto da Montanha
Lá do alto onde o vento canta,
A alma respira, a vida encanta.
Pai, filho e cão — trio de luz,
Na estrada da vida, que o amor conduz.
O verde se estende em tapete sagrado,
Montanhas e vales num céu desenhado.
O mar ao fundo, sereno a brilhar,
Como quem guarda segredos do lar.
O homem carrega o tempo no olhar,
O jovem, a esperança a brotar.
E o cão, fiel guardião do momento,
É a alegria em forma de vento.
Ali, onde o mundo parece parar,
A paz se senta pra conversar.
E o tempo, por um instante, se desfaz —
Fica só o agora, puro e em paz.

Inserida por ZANUTE

⁠o melhor lugar do mundo é onde o coração canta.

Inserida por ReginaMatos

Mar de São Luís

Em São Luís, onde o sol repousa,
o mar se estende em azul sem fim,
e canta a brisa, leve e formosa,
o velho encanto que existe ali.

As ondas dançam num vai e vem,
em harmonia com o céu dourado,
bordando a areia como um refém
de um horizonte sempre encantado.

E a maresia é sopro e abraço,
cheiro de sal, perfume ao vento,
contando histórias que o tempo traço
em cada pedra, em cada momento.

Oh, mar que abraça São Luís,
com tua calma e tua imensidão,
és o espelho onde a ilha diz
sua beleza, sua oração.

Inserida por UbiataMeireles