Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
“Precisamos parar de ver os céus como uma prateleira de supermercado onde só entramos para buscar a provisão para nossas necessidades.”
Cumprir ordens deve ir apenas no limite da fronteira onde temos que escolher entre a obediência e dignidade.
Mesmo que não possa sair de onde estou, vou me mudar o tempo todo. Até que possa chegar no melhor lugar de mim.
DÉCIMO SEGUNDO HEXÁSTICO
Onde some o ser humano
resta tão-somente o homem
prisioneiro do si mesmo
fluídico e sem forma própria
agrilhoado à sua caverna
é sombra sem a luz do dia
" Que os bons momentos sejam lembrados e os maus o vento leve como a poeira para onde não , possamos mais alcançar "
" Se você faz parte de um planeta, onde o sol brilha todos os dias , e a água jorra das nascentes , os frutos são visíveis nas árvores , saiba você está sujeito a erros. "
Espalhe por onde você for
uma sementinha de amor.
E se o solo for bom,
Vai brotar, crescer e florescer.
Jamais se esqueça que onde quer que eu esteja, meus pensamentos estarão com você. Você sempre será: a mulher da minha vida, quem me realiza de verdade, dona do meu coração e dos meus pensamentos. E quando bater a saudade, é em você que estarei pensando. Te amo!
Caiu na chuva uma folha, com uma folha de outono, sempre caminho pensando onde caiu, sobre a luz da lua viu a folha no céu com aquele brilho da lua, abriu um quadro e desenhou uma imagem linda, que só quem visse aquela noite poderia presenciar algo tão divino, a nomeou de " Outono da morte sem cor", ficou tão encantada que sumiram do mundo e ninguém mais se lembrou, da moça que perdeu a folha com uma folha de outono.
Há o topo de uma montanha com o qual estou sonhando
Se precisar de mim, sabe onde eu estarei
Eu vou estar andando no banco da frente debaixo do sol quente
Sentindo-me como um alguém
Como é laborioso viver neste mundo de extremos
Onde não mais existe o livre arbítrio dos conceitos
Tudo é imposto por dois lados antagônicos
Onde sua compatibilidade se encontra na hipocrisia
E a luta por um ideal se transforma num ódio fatal
E o combate a um preconceito se reverte a outro
Quero abster nessa ímproba escolha tão usual
E viver em harmonia com todos os seres do globo
Contudo, perdurar neste desequilíbrio dos ideais
É caminhar sob estreito muro com imãs a puxar-te
Confuso, venho tentar achar raciocínio a guiar-me
Porém, limitações da mente são incapazes de entender esta gente
Me afundo numa profunda amargura
Mergulho numa desnorteada fúria
Uma cólera invade meu amago subjetivo
Tórrida flama desregrada destrói meu espírito passivo
Meu encéfalo obriga-me, meu cerne se aflige.
Feche teus olhos, desconecte-se deste mal que lhe atinge
E novamente eu crio, recrio, fantasio caio no devaneio
Num orbe sem luz e brilho, sem o cantar e o lirismo
Somente o farfalhar do vento frio, trazendo um sopro sombrio
Ninguém me julga, me condena ou me contesta
Aqui me sinto bem, aqui minha consciência está imersa
