Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Onde está?
Aquela que sempre procurava,
E nem sequer em meus sonhos encontrava
Aquela que viria para me fazer feliz,
me tirar da solidão que sempre vivi,
Será esta, será que é ela?
Não, é apenas mais uma da qual conheci,
Esperanças?
De tanto que me iludi,
De tanto que procurei,
Hoje acredito que nunca te encontrarei.
Com várias fico,
Mas nada sinto é sempre assim,
O que queria de verdade,
Sem a menor vaidade era você aqui,
Alguém para permanecer juntinho,
Ficar velhinho e morrer enfim.
Como um aleijado anseia voltar a andar,
Eu quero te encontrar,
Mas não como os outros,
Que procuram se vangloriar de suas conquistas,
Mas sim pra te amar por toda minha vida.
Amor verdadeiro é esse que eu procuro,
Quase impossível encontrar nesse mundo,
Mundo esse,
Que ainda tenho muito de aprender
Mas de algo sei,
É contigo que quero viver,
Contigo aprender, contigo crescer.
Será esta? será que é ela?
Não, desisti.
Quando não se pode mais perder espaço dentro daquilo que se espera, é na verdade aquele momento onde não se pode mais tentar reverter pensamentos e atitudes que nunca poderão fazer uma real diferença naquilo que se busca em seu eu.
Como quando eu me ponho sobre a areia e deixo o mar chegar, se ele volta de onde veio não me importa, importa que o senti
E que sempre vou querer isso
É hora dessas espero que esbarre no eterno
Na eterna onda
que vai mas sempre volta
Quando menos esperar, quando se sentir pequeno, quando o mundo não fizer por onde merecer seu esforço e sua dedicação, por mais que você olhe lá no fundo e não ache uma luz; uma mão forte para agarra-se à sua e te apoiar, lembre-se: haverá sempre aquela pessoa no lugar onde ninguém mais está: no seu coração.
Existem momentos no qual não encontramos saída, onde a aflição e dor nos consomem. Não se apavore! Tudo é passageiro, os problemas se resolvem, as saídas aparecem e a aflição e dor se transformam em felicidade e alegria. Determinação, positivismo, confiança e o tempo são palavras chaves para transformar água em vinho!
Palavras não me encantam, nem me assustam. Gosto mesmo é d gestos inesperados , aqueles onde eu posso perceber q algum coração ainda tem vindo fazer hora extra no meu sem q eu lhe prometesse salário.
O que o mundo fez com a gente? Onde estão os gritos? Onde está a rebeldia? Cadê a fúria que se consumia nas ruas? Cadê os grandes sonhos da gente?
E fico na esperança que Você retorne logo
Onde agora você se foi?
Talvez um dia tudo vai mudar,
Se eu continuar a sonhar verei onde estás,
E então irei eu a te procurar!
Por Onde Anda?
Tudo mudou
Ninguém percebeu
Ele se foi
Muito se perdeu
Finais felizes
Com término marcado
Pobre esquecido
Ele se foi
Mas não se assuste
Palmas a quem acredita
Flores, flores... Bombons
Esperança
Oh nuvem, clara e formosa
Tocada pelo vento, vento de sorte
Envolvente céu, delicadamente estrelado
Brilho dos teus olhos
Tempo não me falta, linda menina
Quero te amar
Enquanto ondas vem e vão
Eu fico a te esperar.
Sabe aquela sensação de que você pode pegar o mundo com as mãos? Onde você manda e domina, mas não se sente bem, existe uma necessidade de ser mandado, de curvar e obedecer, de ir contra o que você quer, de decidir pelo outros, de agir com racionalidade. Eu quero tudo, posso tudo, mas não faço nada!
Onde você pode encontrar as palavras para explicá-lo, não é mais um sentimento: é uma coisa do passado.
"Nunca julquei o amor com uma ilusão ,Sofrir o bastante pra aprender , Pois onde existe amor não existe Dor "
Colagem
Formado de muitos conceitos
Idéias e formas, me pergunto
Onde termina o outro
e começa o eu?
Será mesmo que toda essa modernidade complementa a vida das pessoas? Onde estão os sentimentos das cartas? E a firmeza nas vozes das pessoas pelos telefonemas? Talvez essa história de computação tenha nos ajudado mentalmente, socialmente, mas sentimentalmente, talvez não.
“O sol bateu na janela da sala e iluminou o pequeno apartamento onde vivia com seu pequeno cão, Harry. O outro lado do sofá permanecia quente desde a noite anterior. Olhou para as próprias mãos, ainda podia vê-las desesperadas pelo calor dele, descabelando-o e empurrando-o contra si mesma, sentiu, por um breve instante, a frieza dele percorrendo sua espinha. Talvez não fosse assim tão tarde.
Levantou, passou um café. As costas doíam, os pés formigavam e as mãos tremiam de frio. Vestia uma blusa de pijama e a roupa íntima. O frio congelava-lhe os ossos, mas pouco se importava. A única sensação incômoda daquela manhã eram as mãos vazias e trêmulas e a falta de companhia.
“A pior coisa entre nós é essa sua insuportável mania de ir embora de manhã.”
Largou a xícara na pia. Se dirigiu então, cabisbaixa, ao banheiro. Aquele dia não teria fim.”
“Sabia que mentia para si mesmo ao dizer que ela precisava dele. Na verdade era o próprio que não era capaz de sobreviver mais de um dia sem ela. Se sentia mal por isso, Livia era jovem. Deveria ter amigos, sair, conhecer novos rapazes… Ódio. Era o sentimento que se apoderava dele ao imaginar sua pequena rodeada de outros jovens, deixando-se levar pelas tentações da juventude atual. Livia, jogando porcarias para dentro do próprio corpo indefeso… Não seria capaz de perdoar qualquer ser pensante que fizesse com que ela chegasse perto de qualquer substância ilícita. Era capaz de matar.
Não queria pensar nisso. Fechou os olhos e mentalizou a imagem que tanto desejava ver. Parou. Os pensamentos que floresceram no carro ainda lhe perturbavam. Respirou. Encarava a porta. Sorriu para o olho mágico, que parecia estranhamente azul. Estendeu os braços. A porta se abriu.”
