Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
O Enlace que Fica
Vida é apenas o tempo de se encontrar,
uma porta aberta por onde dois passam e se veem.
Podem chegar perto, se aquecer, se tocar,
mas ainda são dois, que o mundo separa e une.
Só quando a existência se apaga e se acalma
é que se faz a união que não tem mais fim;
não há mais entremeio, nem distância, nem limite,
é um ser no outro, inteiro e sem fim.
Enquanto aqui estamos, o corpo só sabe
ter no abraço o seu jeito de se achegar;
ele aperta, ele sente, ele faz o que pode,
mas é na alma que o laço vai se firmar.
Porque o abraço passa, ele é feito de instante,
se desfaz quando os braços se afastam então;
mas o enlace das almas não tem mais barreiras,
ele existe antes mesmo, e vive depois, além do tempo e da condição.
Nas mãos de indivíduos ou nas intituições onde o dinheiro se movimenta, sem a devida fiscalização e prestação de contas, os vírus da corrupção sempre estão presentes, por mais sacros que aparentam ser.
F. Meirinho
O inferno não invade. Ele é convidado pelo pecado.E onde o pecado faz morada, a vara de Deus não demora.
Ganhe a entrada e o presente da Eternidade divina, onde ladrões, corruptos e gente com falsa identidade espiritual não passam pela Catraca da Sua santidade.
A história repete o mesmo declínio do caráter da humanidade, onde toma por vingança a luta contra seus próprios desejos.
Não procure o amor por onde vai
Ele está dentro de você e aí ficará
até quando outro amor chegar
Como é de onde vem não se pode
prever mas, poderá senti-lo
"Coração onde reina o
egoísmo, o amor não
habitará. Deus disse;
AMAI- VOS UNS AOS
OUTROS ...E NÃO Á
SI MESMO"
"Você me despertou de um sono profundo, onde só havia sonhos, e me trouxe para a realidade do nosso amor. Por essa mágica, eu lhe entrego todo o meu amor, incondicionalmente."
"Ah, a doce lembrança de um tempo onde o nosso amor era a melodia constante... Recordo-me com ardente saudade de quando eu fazia do nosso romance uma narrativa diária, enviando-lhe novas histórias de amor, ou de quando a urgência do meu desejo me impulsionava a atravessar distâncias, movido unicamente pela necessidade irrevogável de a ter nos meus braços."
Vivemos em uma era de fachadas, onde a conveniência vale mais do que a verdade. O que antes era motivo de vergonha — ser alguém de duas caras ou não ter palavra — agora é encarado como "estratégia" ou "jeito de viver". O silêncio honesto foi substituído por frases prontas e sorrisos ensaiados, criando um vazio onde a confiança raramente consegue criar raízes.
No fim, quem mantém a essência e a integridade acaba sendo visto como o "estranho", num mundo onde ser falso virou o padrão de sobrevivência. Mas a verdade é que, por mais que a falsidade esteja na moda, nada substitui o valor de poder olhar no espelho e reconhecer a própria verdade.
