Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Será que um dia alcançaremos esse nível de automação residencial, onde teremos robôs preparando nossa comida apenas com o uso da voz?
A névoa desce,
abraça o asfalto frio,
Onde a visão se rende
ao infinito que não se vê
Estrada molhada,
pista que se esvai,
Onde o verde ao lado,
em bruma se retrai
Lá na frente,
luzes tímidas a surgir,
Guiando o passo
que insiste em prosseguir
Não importa o destino,
nem o que se perdeu,
Só a jornada
que a neblina te deu
Um convite ao silêncio,
ao caminhar calmo e lento,
Onde a pressa não existe,
só o presente momento
Entre o céu e o chão,
um véu a cobrir,
Seguindo em frente,
sem saber o que virá a seguir
A discórdia nasce onde o respeito e a escuta morrem. Não podemos mudar as opiniões dos outros, mas podemos escolher cultivar a paz dentro de nós, mesmo quando o mundo ao redor está em guerra.
Deus nos chama a todos para fora do esconderijo. Ele nos chama de onde quer que tenhamos ido para encontrar vida, chama-nos de volta para casa” (Falsos, metidos e impostores de).
Conexões perdidas
Compasso onde é necessário
Estar a passos da distância
Preencho em direções
Reinventado em demasiadas
As intensidade das sensações
Amplitude do Mar
Singularidade do meu navegar.
Nas sombras onde os corações selvagens vagam,
Quebrando correntes, nunca voltaremos pra casa.
Lábios cor de carmesim e uma voz como trovão,
Surfando ondas de rebeldia, me puxando pro fundo.
Ecos de liberdade em cada grito,
Perseguindo a noite, vivendo o sonho.
Nós somos a noite, nós somos a chama,
Lutando por paixão, jogando o jogo.
Juntos nós nos erguemos, nunca recuamos,
Vivendo nossa verdade, nunca perdendo o rumo.
Couro e renda, um abraço assombroso,
Acendemos o fogo, queimamos este lugar.
Dançando como estrelas no céu da meia-noite,
Sinta o ritmo, deixe nossos espíritos voar.
A cada passo, fazemos o chão tremer,
O som das nossas almas, um rugido a vibrar.
Nós somos a noite, nós somos a chama,
Lutando por paixão, jogando o jogo.
Juntos nós nos erguemos, nunca recuamos,
Vivendo nossa verdade, nunca perdendo o rumo.
Nos ecos da noite, nunca cairíamos,
Juntos para sempre, vamos superar tudo.
A vida é um drama sem meia-entrada onde uns escolhem pagar o ingresso mais caro para assistir da platéia, outros atuam nos bastidores em troca de casa e comida e os que não podem pagar nem a frisa são postos para fora.
A fragmentação do planeta - onde sobra covardia e falta autoconsciência - se deve a uma maioria medrosa que nunca irá confrontar o que lhe foi ensinado com a verdade que pode descobrir dentro de si. Assim sempre será mais fácil colocar a culpa no outro que apontou o caminho errado do que assumir as próprias escolhas, principalmente quando falta coragem para enfrentar quem se oponha a elas.
Existe um mundo onde a dor também existe.
Onde cada lembrança sua arde como um fósforo riscado na pele.
Onde o silêncio entre nós pesa mais que qualquer despedida.
Existe um mundo onde eu ainda te procuro,
mesmo sabendo que você não está lá.
Onde o beijo que você nunca deveria ter me dado
vira fantasma... e me assombra todas as noites.
Existe um mundo onde amar dói,
onde o tempo não cura, só reorganiza a saudade.
Onde eu caminho carregando o que fomos
e o que nunca seremos.
Esse mundo existe.
Ele não está em outra dimensão,
nem em outro destino.
Esse mundo...
infelizmente...
existe aqui,
bem dentro de mim.
Quando saí do psicólogo, no meu caminho de sempre, eu parei em frente a biblioteca, onde queria entrar há tempos, mas não tinha coragem. Mas naquele dia eu decidi tentar. Eu fiquei um tempo parado na frente parecendo um animal medroso, fiquei ali por uns 10 minutos pensando, e tentando superar algum medo estranho.
Sendo sincero só consegui entrar porque uma mulher me convidou. Bem quando entrei, me senti em um lugar tão pacífico e tranquilo. Eu senti uma felicidade genuína. Eu fiquei naquele lugar por mais de 1 hora. Eu abri um sorriso que não conseguia tirar, me senti vivo em meio aos livros.
É algo que não consigo me lembrar quando foi a primeira vez que tive isso, mas é algo que sempre que lembro, me faz Sorrir, e até rir, me senti um idiota, pois não acredito que tive uma sensação tão maravilhosa com algo tão simples.
Apenas um relato mal feito de um dia quase perfeito.
Português não é bem o meu talento, então deve ter muito problemas na escrita do texto.
LUGAR DE MULHER
Dizem por aí que lugar de mulher
é onde a mulher quiser,
mas essa verdade não é.
O lugar da mulher ainda é o calar,
ainda é ter que se silenciar
diante de qualquer coisa.
O lugar da mulher ainda é permanecer submissa
ao olhar masculino que atravessa uma sociedade
que cria homens, ou por que não dizer,
cria covardes para matar.
O lugar da mulher ainda é acumular tensões,
funções;
é carregar no colo a vida,
os filhos,
o viver e os conflitos.
É carregar o peso do mundo inteiro.
O lugar da mulher ainda não é onde ela quiser.
O lugar de mulher ainda é o da discriminação,
do desrespeito,
da falta de reconhecimento.
Ainda é o lugar da desqualificação,
da fala que diminui,
da palavra que coloca para baixo,
do julgamento que tenta enquadrar.
É o lugar onde as mulheres,
até as próprias mulheres,
julgam, condenam
e matam com palavras
outras mulheres.
O lugar da mulher
ainda não é onde ela quiser,
mas será.
Será se a minha voz não calar,
se a voz de outras mulheres
não silenciar.
O lugar da Mulher
será onde ela quiser.
Se, diante da submissão,
da desqualificação,
do tratamento desleal e desigual,
se no lugar de tudo isso
passarmos a plantar respeito,
quem sabe a gente não colhe amor,
desses que enchem o peito?
O lugar da mulher
é onde a gente lutar para ter.
Porque, aqui neste mundo,
ainda teremos que lutar muito
para alcançarmos o lugar
que acreditamos
e fazemos tanto por merecer.
Nildinha Freitas
PRA SEMANA!
Vivemos num mundo onde existem pessoas para todos os gostos e tipos:
Poliamor
Relacionamento aberto
Monogamia
Pegação por aparência
Por corpo
Por bolso
Por estar por estar
Pessoas que amam e pessoas que não amam e não estão dispostas a amar
Pessoas que só querem brincar
Pessoas que não querem estar e sim ser
Pessoas, humanos, com direito a escolhas.
Quando entramos no universo de alguém por mais simples que pareça, é um mundo, um valor, humano história, uma vida.
O mundo nos ensina a ser irresponsáveis quando diz que cada um é responsável pelos seus atos, sim, mas existem atos nossos em relação ao outro, fazer com que acredite em algo que não queremos ou acreditamos, esse ato é nosso não dele.
O mundo já foi regido por palavras, sem palestras ou contrato, porque nela havia verdade, sim sim não não.
O que quero para cada um de nós nessa semana:
Não sejamos o gatilho na vida de ninguém, por capricho, infantilidade, vaidade, ego.
As pessoas hoje em dia, tem coragem de pegar sua vida, sua história, sua ferida e dizer: olha sou isso e passei por isso e isso, não para dar direto a ser tratado como menos, ou pedindo piedade, e sim falando, não quero mais ser machucado, se vier venha em paz, com respeito, cuidado e o mesmo amor e respeito que quero a mim, que apesar de tudo que me fizeram, eu escolhi ter por você
Sejamos honestos, uma mulher ou homem pode dizer não a um momento banal, só mais um momento, e ainda sim não perder o respeito e amizade por você.
Mas uma mulher ou um homem, podem ser destruídos, acionados com o gatilho da mentira, ego, do ser tratado como nada.
Tratemos o próximo como desejamos ser tratados, nisto consiste a palavra empatia.
Seja no trabalho, seja onde for, cada pessoa tem uma vida, uma história, não brinque com ninguém, pois os sonho de cada uma nasce diretamente do coração de Deus.
#rchta
A adversidade é o terreno onde a virtude cresce. As dificuldades da vida são oportunidades para desenvolvermos nossas virtudes, como paciência, coragem e sabedoria.
O ARCO-ÍRIS DAS ORIGENS
Viemos de pontos distintos,
de lugares onde o vento conta histórias antigas,
de caminhos que não se cruzavam,
mas que, de algum modo, se reconheceram.
Viemos de experiências diferentes,
tecidos por mãos invisíveis
que bordaram nossas dores,
nossos medos,
nossos começos e recomeços.
Cada um de nós carrega um mundo inteiro:
há quem traga um sol rompendo madrugadas,
há quem traga uma lua conversando com cicatrizes,
há quem caminhe em silêncio
enquanto por dentro troveja.
Crescemos ouvindo o chamado do medo:
“não faça”,
“não seja”,
“não apareça demais”.
Como se viver fosse caber em caixas pequenas,
como se o julgamento fosse guardião da ordem,
como se a beleza só existisse
quando todos escolhem a mesma forma de florescer.
Aprendemos, cedo demais,
que o olhar do outro pesa.
Pesa nos cabelos que decidimos deixar livres,
na cor que nos veste,
na fala que nos escapa,
na lágrima que não escondemos.
E, sem notar, nos tornamos carrascos de nós mesmos
e do mundo ao redor.
Mas algo muda quando a consciência desperta.
Quando entendemos que a vida não é régua,
que existência não é molde,
que ninguém foi criado para repetir o mesmo desenho.
Algo muda quando abrimos espaço para o outro,
quando silenciamos o impulso de julgar,
quando percebemos que não somos
os guardiões da verdade.
Somos, no máximo,
aprendizes da convivência.
Viemos de geografias afetivas distantes,
mas é da distância que nasce a ponte,
e da ponte nasce o encontro.
E no encontro,
somos mais.
Somos luzes acesas em direções diversas,
mas que, quando colocadas lado a lado,
revelam um arco-íris que jamais surgiria sozinho.
Cada tom vem de uma história,
cada brilho vem de uma luta,
cada sombra vem de um passado
que também merece ser lembrado.
E é assim que entendemos,
finalmente,
que nenhuma vida se sustenta só.
Que completude é obra coletiva.
Que a beleza maior do mundo
é justamente não sermos iguais.
Somos pluralidade viva,
cores que dançam,
vozes que se entrelaçam,
alma que reconhece alma.
E quando deixamos o julgamento cair ao chão,
quando estendemos a mão sem exigir moldes,
quando acolhemos o diverso
sem temer sua força,
uma luz maior nasce
uma luz feita de todas as partes,
de todas as dores,
de todas as conquistas.
Essa luz nos lembra
que existir é multiplicar,
que amar é permitir,
que respeitar é honrar a diferença.
Viemos de pontos distintos, sim,
mas caminhamos para o mesmo horizonte:
um mundo onde cada pessoa
pode ser exatamente o que nasceu para ser.
E nesse horizonte,
feito de múltiplas estrelas,
ninguém brilha sozinho
todos nós iluminamos juntos.
Eli Odara Theodoro
Ele insistiu até onde dava. O silêncio dela ensinou o resto.
— F.Fidelis - Psicanalista, Filósofo entusiasta e observador das relações humanas
Volto para casa sem esperar por ela, só o vazio me espera, preenchendo o espaço onde habita a vontade de voltar por mim.
Pense, mas só até onde houver vontade. Pense sem pressa, a mente vazia acalma e restaura até o impossível, sem exigir que você esteja bem.
Como posso te amar neste círculo de conflitos,
onde a rotação devora o equilíbrio ingênuo
de um inocente que só quer ouvir o som da palavra amor?
Você descobriu a fórmula exata:
tumultuar meu silêncio,
esse silêncio que vive de regressos vazios,
abraçado a uma felicidade ausente.
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