Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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Se o espaço onde brilhas te pede sempre mais do que tens, não é aprendizagem, é um incêndio silencioso a consumir-te por dentro.

Existe o momento, em que você vai olhar para trás e, perceber onde você poderia ter acertado, mas jamais esqueça que se você poderia ter acertado, é sinal que errou.
Vivemos em um mundo onde terceirizamos a culpa — pasmem, quando perceber que o centro de tudo está em nossas próprias ações, amadureceremos, mesmo que sós.

[Eu vejo a luz do amor nos teus olhos]

Onde quer que possamos nos encontrar,
Não faz diferença, meu amor,

Se estamos passeando por uma rua sombria
Qualquer lugar é o paraíso quando teus lábios tocam os meus,
Vemos o resto do mundo passando pela avenida
Algo nos faz crer que a vida é uma dádiva de Deus,

Desde a primeira vez que nos vimos
Eu vejo a luz do amor nos teus olhos,

Se estamos dançando em meio a uma tempestade
Qualquer lugar é o paraíso, quando somos sinceros um com o outro,
Vivemos pelo prazer que vem da nossa cumplicidade
Onde podemos nos amar o tempo todo,

Se estamos conversando na tua casa
Qualquer lugar é o paraíso quando eu te tenho ao meu lado,
Sempre que nos encontramos na praça
Eu posso te confortar em meus braços,

Eu confio no teu sorriso meigo,
Eu sei que tu é mais que uma mulher bonita,

Se estamos passeando por uma rua sombria
Qualquer lugar é o paraíso quando teus lábios tocam os meus,
Vemos o resto do mundo passando pela avenida
Algo nos faz crer que a vida é uma dádiva de Deus,

A maneira como vivemos é uma dádiva nossa para Deus,
Fazemos com que seja uma dádiva magnífica,

Te amo mais a cada dia da minha vida,

Meu amor,

Sim,

A vida é saber que vale à pena viver em um motivo o qual,se encontra ,onde muitos deixaram de acreditar...

O primeiro passo para o sucesso é saber onde você amarrou seu burro.

A gente só muda onde decide mudar.

⁠”Não desista agora.
O que parece o fim é só o ponto onde Deus começa a escrever a virada da tua história.
A tua força não vem do que sente, vem de quem te sustenta”.

No palco efervescente do Carnaval, onde risos se misturam com lágrimas e cores dançam ao ritmo da vida, emerge uma reflexão profunda sobre a dualidade da experiência humana. Neste reino de máscaras e fantasias, onde a alegria transborda e os corações se enchem de esperança, também ecoa o sussurro suave das dores ocultas e das tristezas silenciadas. Por trás dos sorrisos radiantes, há histórias não contadas, cicatrizes invisíveis e sonhos adormecidos. O Carnaval, tão festivo e efêmero, personifica a jornada tumultuosa da existência. É um espelho que reflete nossa capacidade de encontrar beleza na imperfeição, de dançar na chuva das incertezas e de abraçar a dualidade que nos define. Entre confetes e serpentinas, entre batuques e melodias, encontramos um refúgio momentâneo, um instante de suspensão da realidade. É nesse interlúdio fugaz que nos permitimos ser quem quisermos, onde nos perdemos nas danças frenéticas e nos reencontramos nas pausas serenas. O Carnaval é mais do que uma celebração; é uma metáfora da vida. Como as marés que sobem e descem, como as estações que mudam, ele nos lembra que somos feitos de dualidades, de contrastes, de luz e sombra. Nesse turbilhão de emoções e cores, encontramos a essência da humanidade, com suas alegrias efêmeras e suas tristezas persistentes. No final das contas, o Carnaval nos ensina a abraçar todas as facetas da vida, a dançar mesmo quando o chão parece ceder, a sorrir mesmo quando o coração chora. Assim, no palco do Carnaval, entre o caos e a harmonia, descobrimos a verdadeira magia da existência: a capacidade de encontrar beleza na dualidade, de celebrar a vida em toda sua complexidade e de transformar até mesmo as sombras em luz.

Todos, um dia, hão de partir para o desconhecido —
uma travessia sem retorno,
um silêncio onde nenhum viajante voltou para narrar.
Nada sabemos do outro lado:
se é luz, se é paz, se é abismo ou eternidade.
Quem foi, não fala.
Quem está aqui, não lembra.
Vivemos entre rumores e crenças,
mergulhados em histórias que o tempo sussurra,
mas, na essência, não sabemos nada.
Neste círculo vicioso da busca,
somos aprendizes do infinito,
almas sedentas que descobrem, a cada passo,
que a verdadeira ignorância
é acreditar que conhecemos algo que não sabemos.

Poema- Canção da mata








Por entre as veredas longas onde o vento se deita, ergue-se o dia lento, qual velho camponês curvado, e a terra, vermelha e viva, abre o peito ressequido para acolher o suor do homem que nela põe seu fado.


Nas brenhas que o sol coroa, canta o sabiá sereno as folhas, de tão antigas, guardam segredos do tempo, e o rio, que nunca apressa, leva em suas águas mansas
as dores de quem labuta e o amor de quem é atento.


Eu, filho destes sertões, que o mato abraça e consome, carrego o peso da enxada como quem carrega o nome.
Mas quando a tarde desmaia num tom de ouro e púrpura, meu peito se firma e canta — pois é em ti que a alma pulsa.


Ó minha doce senhora, flor que Deus plantou na sombra, teu olhar é brisa leve sobre o rosto de quem sofre;
e teu riso, fonte clara onde até a saudade dorme, é consolo para o homem que vive entre céu e os rochedos.


Aqui, onde o chumbo das nuvens ameaça as madrugadas e o trovão, senhor antigo, açoita o rancho de barro, amo-te com força brava, tal qual o vento das matas que rasga folhas e troncos, mas nunca perde o passo.


Se a vida, por vezes, pesa — qual saco cheio de milho — tu és o alívio doce que ponho sobre o ombro.
És o canto que me guia pelas sendas do destino, és o lume da esperança quando o mundo fica assombro.


E juro, diante da lua, testemunha das distâncias, que hei de te amar, minha bela, enquanto o campo florir,
enquanto houver rio que corra, e o sabiá tenha canto, e o roçar da noite antiga lembrar-me de te sentir.


Pois ainda que o tempo passe, e a roça tome meus dias, teu nome, qual prece antiga, minha alma há de repetir.
E quando o sol, já cansado, encerrar minha jornada, serás tu, minha morena, meu derradeiro sorrir.

Na alegria das dores vividas, onde as causas causei, o essencial agora é a paz que reina,mas sempre surgem tempos a querer expulsa lá.
O agora me mantém.

EX-MULHER!


Hoje a vi a passear pelos caminhos da vida
Estradas que andávamos juntos! Onde não havia feridas
No hoje vejo a tristeza da sorte que te avarias
Perde o caminho e a estrada que no ontem percorria...


Mulher de bela tu segues, mas nas mãos sós correria
Vive do trabalho ao lar abençoando a família
Segue depois da distancia da separação parida
No amor fui o teu sonho! Da vida sua despedida...




Olhei dentro dos teus olhos e vi lagrimas perdidas
No sorriso de seus lábios falsidade inibida
Nos sonhos seus em que sigo! Na alma trás escondida
Queria te ter de novo! Na alma trago a ferida...




Não que isto seja regra! Mas no fundo sempre o é
O homem sempre se acha quando lhe chove mulher
Mas um amor verdadeiro às vezes perde se a fé
Troca aquela que é a certa por outra que nada se é...




Um corpo lindo e belo às vezes já nos engana
Destrói um lar que formado, no amor que já não emana
Do corpo que hoje eu tenho! Amores são só lembranças
O amor ficou naquela que nos olhos, ainda vejo a esperança...




Nem mesmo de ex-mulher eu consigo te chamar
Pois a amo com loucuras só hoje vim precisar
A idade lhe doeu! Às rugas vieram lhe dar
Mas sua beleza é eterna eu leio em seu olhar...


Deixo aqui como lembrança aos maridos que se acham!
Que um amor verdadeiro não é só um corpo que passa
Aquela que carregou nos momentos suas desgraças
Andou contigo lado a lado! Merece ser bem amada
Não troque um amor verdadeiro, por um corpo, só por graça...


(Zildo De Oliveira Barros)20/02/13
Campo Grande MS. (67) 991686904

Perguntou-me como foi meu dia,
Sem saber o que dizer, fui viver uma fantasia.


Onde vivíamos felizes depois de um longo dia,
E você se reclinava sobre meu colo, me trazendo nostalgia.

Reconexão.


À beira da janela, onde a luz me encontra,
Em meio ao verde que sereno me acalma,
Sento e respiro, a vida que desabrocha,
Um elo invisível entre a alma e a palma.


​O sol em meu rosto, um beijo de calor,
Dourando a pele, aquecendo o coração,
Sinto a energia, o divino esplendor,
Em cada folha, em cada pulsação.


​Monstera gigante, samambaia sutil,
Testemunhas mudas do meu despertar,
Raízes profundas, um laço tão gentil,
Com a terra que nutre, com o ar que me faz sonhar.


​No reflexo quieto, um olhar que se busca,
Entre o externo e o interno, a verdade se aclara,
Reencontro o eu, a essência que nunca caduca,
Nesta dança da vida, a melodia rara.


​Crescer e florescer, como a planta que vejo,
Buscar a luz, nutrir-me de amor e paz,
Com a natureza em mim, um eterno desejo,
De ser completo, de ser quem sou, e nada mais.

⁠​"O verso é o lugar secreto onde a alma respira o que a boca nunca ousou confessar."


Dollber Silva

​"A única margem segura é aquela onde a poesia se recusa a ser perfeita."


Dollber Silva ⁠

⁠"O silêncio não é vazio; é a única tela onde a inspiração divina se atreve a pintar."


Dollber Silva

Ah, vento amigo, me leva contigo,
onde o silêncio sabe cantar.
No sopro do sonho, o elo é antigo —
dois lados do vento, voltando ao mar.

A morte não encontra o homem, pois onde o homem atua a morte não efetua, e onde a morte se faz o homem não é capaz.
A vida é quem mata.

⁠Em meio a uma tempestade é possível encontrar calmaria ,no mesmo lugar onde há medo é onde nasce a coragem, ninguém nasce forte se torna forte.Nessa vida talvez sejamos apenas marionetes de um artista habilidoso ou sejamos simples autores escrevendo nossa própria história .