Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Todo momento
A cada instante que se passa
em minha vida te amo cada vez mais,
não sei para onde vagam os
meus sentimentos, talvez estejam
perdidos conspirando em outro pensamento.
Fico perdido quando te vejo,
não sei de onde vem tanto desejo,
pois até em meus sonhos mais profundos
almejo os teus beijos.
Todos os dias que se passam
mais aumentam os meus sentimentos,
porém não sei decifrar o que está acontecendo,
só sei que te amo todo dia, toda hora, em todo momento.
Aprendi que cultos não dizem muito a respeito de minha crença. A minha igreja é qualquer lugar onde eu me sinta em paz e plenamente a vontade. Tenho consciência que nenhuma doutrina fará de mim melhor ou pior do que já sou. Acredito em Deus, e essa é minha religião.
Se a pureza da minha alma um dia chegar a ser divina, espero não esquecer de onde eu vim, apenas quero ter a inocência de uma criança.
Este Trás-os-Montes,
Onde deixei a minha alma,
Reino encantado de cores,
De aromas, de amores,
Entre as fragas, dos ecos das vozes,
Perdi as letras, os poemas
O tempo, o velho, o novo ,
A paz, o sono, o costume....
Deixei de sonhar,
Mas não de amar,
Neste Trás-os-Montes.
Onde deixei e perdi a minha alma.!
Infância minha onde estás, por onde anda os doces ou sofridos momentos, procuro meu dom e minha pureza onde percebia e valorizava, chorava e sorria por tudo ao meu redor, por todos ao meu redor, onde cada segundo tinha a importância de uma vida.
Voltarás?
mas quá, só resta-me pedaços de ti minha infância, guardados para sempre, onde vez em quando um deles rapidamente escapa: por uma imagem, por um cheiro, por uma frase, por um toque.
Minha Bruna
Onde vou você caminha comigo em meus pensamentos.
Esteja onde estiver tambem estou ai com você.
Dia e noite
Noite e dia
ao seu lado
Na maioria das vezes a musica é minha melhor companhia onde viajo ao passado vivo o presente e imagino o futuro.
Loco eu ? não louco quem não me entende.
Verão quente da minha infância
dias longos e saudosos..
Verão da nossa juventude, onde
os dias passam a correr sem darmos por ela...
águas quentes de verão passados na praia
Verão do nosso outono, onde os dias
custam passar, onde são tantos iguais..
em toda a nossa infância a um jardim secreto.!
Talvez o banheiro de minha casa seja meu esconderijo secreto onde posso chorar sem que ninguém me incomode, talvez seja meu quarto no meio da madrugada onde posso escrever em meu caderno todas as dores e felicidades que vivi em meu dia-a-dia ou talvez seja na janela onde posso admirar a lua. Talvez toda essa tristeza um dia se amenize com o passar do tempo e a dor da perda se cicatrize. Talvez algum dia eu possa saber o que se é sorrir com vontade e dar gargalhadas sem se quer ouvir uma piada ou talvez, eu construa a minha própria felicidade. Talvez amanhã seja tarde demais para viver o que eu deveria ter vivido hoje ou tarde demais para demonstrar o quanto amo as pessoas que permanecem em minha vida mesmo depois de tantos anos. Talvez a felicidade esteja querendo entrar em minha casa e eu não esteja percebendo ou talvez a angustia e o medo de não conseguir um futuro esteja em minha moradia até eu aprender o que se é viver de verdade. Talvez eu vença a batalha ou talvez eu a perca, talvez eu me afunde na minha própria solidão ou talvez eu consiga dar a volta por cima. Talvez, esse é o problema, o tal “talvez”.
Colega:17
Namorado:18
Colega: diz,Oi amor!
Namorado: Oi minha Gthenha <3
Colega: Onde vc estava?
Namorado: esperando vc !
Colega: Pra que?
Namorado: Pra dizer Que te amo...
Colega: Diz isso pra mais quantas?
Namorado: Só pra vc
Colega:aewwwwwww qui lindo!! I love you
Rasguei-me muitas vezes....
onde consumi-me de mim mesma
Olhei para o infinito esqueci a minha alma
perdi-me no silêncio que há em mim
Hoje recolho a energia que ficou no caminho
espremo tudo que não presta em mim
Expectativas, são que jamais o céu deixe brilhar
que a minha alma estremeça sempre que veja o sol.!
Neste céu encantado onde descansa
A minha mente destruidora de sonhos
Sem choro, sem lamento, com sentimento
Seca os rios das lágrimas perdidas
Deitadas ao mar de alegria no momento
Fúria avassaladora água alimentada
de esperanças renovadas em busca
de calor , voos noturnos em forma
de manifestações de amor,
Caminhos que trazem o fulgor da manhã
Noites de esferas perdidas, adormecidas
Campos de ilusões sem imaginação, sem mistérios
Em busca da liberdade que fica prisioneira na mente!
Não faço da rede social meu diário, pois minha escrita fica impressa na vida, onde aprendo e caminho com avidez atrás do conhecimento.
Por onde anda minha fonte de
inspiração ?
Meus versos somem, perdendo o
equilíbrio.
Minha emoção se dilui virando pó.
A clareza da minha alma se
dissipa.
Nada resta, nada é mais festa.
Para mim, este ano de 2013 foi o mais intenso da minha vida onde tive muitos contratempos e duvidas só que nada acontece por acaso...
Depois de meses de atribulações eu estou colhendo excelentes frutos....
... A vida é assim, há tempo para todas coisas, basta você entender e agir no momento certo.
Onde foi que deixei minha vida,
Nas esquinas dobradas sem rumo,
Muito longe no tempo esquecida
Só as lembranças na alma avolumo.
Nas profundezas de meu ser central onde existe um vórtice pulsando, encontrei a minha dor.
Bem mediana ao meu corpo, na vertical e por um horizonte que parece não ter fim.
Profunda e ardente.....persistente sempre que tento expulsá-la.
Desconhecida e me despertando o medo paralelo à grandiosidade que está por aparecer.
Desafiando-me para te acolher e deixar ficar...o tempo que precisar
Trazendo
ao nascimento de meu EU irradiante.
Navegando nas águas violetas do meu coração..
não é necessário ter ação...
pare, pare...
fique aqui comigo mesma
respire a dor e seja nela a força primordial
que transmutará em uma guerreira angelical.
Minha Sapateira conta
Minha sapateira fala
Por onde andei
Dos caminhos que percorri
Das estradas que caminhei
Minha sapateira lembra
Dos apertos que eu passei
Das bolhas que me machuquei
Dos momentos inesquecíveis que vivenciei
Minha sapateira guarda
Sapatos velhos e novos
Momentos e recordações
Passado e presente
E talvez possibilidade de futuro.
Minha sapateira fala, lembra, guarda e conta
Da vida que os pés transportaram
Dos pés que transportaram a vida, até aqui.
