Minha Sede de Viver e uma Ameaca Atomica
"O Brasil não é nem uma pirâmide, o Brasil é uma tábua rasa que quando se pisa na madeira que está embaixo não tem problema algum, são os pobres, mas quando se toca com o pezinho no prego de ponta, que é a classe mais favorecia, os problemas surgem."
Mãe querida
Mãe, querida
Queremos te abraçar
Te entregar uma flor
Em sinal do nosso amor
Seu sorriso é uma luz
Sua palavra é um conselho
Seu caminho é um espelho
Seu amor ao bem nos conduz
Mães... Minha mãe, sua mãe
Nossa Mãe...Mãe de Jesus.
Mãe, tão cheia de amor
Deus fez também a minha
No seu coração plantou a flor
Mãe tu és minha rainha
Nos teus ombros tenho onde chorar
No teu colo sempre a me amparar
Mãe querida sempre hei de te amar
Mãe, de linda alma
Ouvir tua voz serena e calma
É como uma canção de ninar
O coração volta a ser criança
Como em um berço a balançar!
Mãe querida
Tem um coração tão grande
Seu sorriso é uma luz
Seu conselho nos conduz
Mães... minha mãe, sua mãe
Nossa Mãe...Mãe de Jesus.
Nosso celeiro
A natureza vou contemplar
Uma flor vou lá plantar
Vou fazer um canteiro
Pra florir o mundo inteiro
A natureza vou contemplar!
Não quero ver só num desenho
As coisas que desenhar!
A natureza é tudo que tenho
Eu quero nela morar!
Os animais vou proteger
Não vou deixá-los abater
Vou desfazer o cativeiro
Para eles não sofrerem!
Os passarinhos vou lá soltar
Em nenhuma gaiola eles vão ficar
Quero ver todos eles voando
E pela natureza cantando
Uma árvore não vou deixar derrubar
As florestas não vão queimar
Vou chamar um grande protetor
Oh! Deus, vem a nós, ó salvador!
Todas as águas eu vou limpar
Lixo nelas, não vão mais jogar
Vou conscientizar o mundo inteiro
Que a natureza é nosso celeiro!
A filosofia da arte não procura entender o significado das coisas, mas procura encontrar uma resposta útil para a vida humana.
Você agora é uma super-heroína. E quem é que vai proteger o mundo se não forem pessoas como nós?
gelo eterniza. papel também. eternos com prazo de validade, que fique claro, uma vez que desconheço o eterno em seu sentido mais vulgar, nunca soube de eternos eternos. gelo detém por algum tempo o próprio tempo, interrompe os processos corrosivos mais acelerados da carne vulnerável à decomposição e ao desaparecimento. mas o gelo cobra um preço para que a carne não volte tão rápido a ser pó: ele precisa interromper a vida para interromper o tempo. criogenia é a interrupção do tempo com o custo da vida, a manutenção da matéria exatamente como está no momento em que é congelada e tornada inerte, sem essência dinâmica. mesmo assim, quem é crionizado tem esperança de volta à vida, esperança é o verdadeiro antônimo da morte, a palavra que mais deve lhe incomodar.
"Uma administração que preza pela eficácia organizacional deve acompanhar todas as tendências inovadoras de gestão, compreendendo que criatividade e inovação no processo de gerenciamento faz de uma organização uma referência de crescimento e prosperidade"
Adm. Marcos Antônio Lenes de Araújo
"Somente conhecendo e analisando os principais elementos de uma Economia é que uma empresa poderá construir um planejamento financeiro eficaz, que proporcionea lucratividade e a rentabilidade que a organização necessita para alcançar a sua estabilidade econômica"
Adm. Marcos Antônio Lenes de Araújo
“Pensar a Administração como sendo uma ponte de equilíbrio entre a razão e a sensibilidade, a tomada de decisão gerencial e a valorização do capital humano, a Contabilidade e a Psicologia, os recursos financeiros e os humanos, orienta a construção de um valioso modelode gestão que propõe uma eficazmetodologia de trabalho que toda empresa necessita para alcançar de forma ética e sustentável todos os objetivos organizacionais"
Adm. Marcos Antônio Lenes de Araújo
"Em cenários de grandes desafios do mundo contemporâneo, torna-se imprescindível que uma gestão de recursos humanos seja capaz de encontrar na essência de suas mais nobres atribuições, os horizontes estratégicos capazes de harmonizar com sensibilidade, inovação e criatividade, todas as funções gerenciais em prol do desenvolvimento de uma organização. É a gestão em sua concepção mais sistêmica e interativa, dialogando com diferentes realidades, estimulando a sua equipe de trabalho e comprovando que motivação, aprendizagem e qualificação são valiosos recursos para otimização de desempenhos e maximização de resultados produtivos"
MARCOS ANTÔNIO LENES DE ARAÚJO, GRADUADO EM RECURSOS HUMANOS
"Uma gestão fundamentada no ciclo motivacional é capaz de fazer da motivação de seus colaboradores, um caminho assertivo que conduz a otimização de desempenhos e a maximização de resultados produtivos. São comferramentas estratégicas como essa, que é possível fazeruma organização interagir com mais dinamismo, desenvolvendo potencialidades e atitudes, incentivando o desenvolvimento e a qualificação e orientando planos de ação que promovem a satisfação e o equilíbrio de toda equipe de trabalho na busca pelo sucesso, enfrentando desafios, ultrapassando barreiras e conquistando o seu espaço no mercado competitivo"
MARCOS ANTÔNIO LENES DE ARAÚJO, GRADUADO EM RECURSOS HUMANOS
"Fazer de cada momento da vida uma oportunidade para evolução, enfrentando desafios, superando obstáculos e vencendo as dificuldades, consciente que é com planejamento, persistência e determinação que as melhores estratégias podem ser construídas e as assertivas metas podem ser alcançadas. São as contribuições de um gerenciamento de metas eficaz que leva em consideração as melhores ações possíveis, bem como todos os recursos disponíveis, focando nos objetivos estratégicos e transformando sonhos em realidade"
MARCOS ANTÔNIO LENES DE ARAÚJO, GRADUADO EM RECURSOS HUMANOS
Uma longa espera
Uma criança a ser cremada
nas costas de seu irmão,
em uma guerra de ilusão
sua boca ficou cerrada!
Sua postura de respeito,
com a dor em seu peito,
não derramou uma lágrima!
Sobre si, da guerra a vítima...
Dez anos apenas...
em sua imagem nesta cena,
e a guerra cheia de penas...
A dor de um órfão,
guardado no seu coração
na fila a espera da cremação!
A MENINA QUE GOSTARIA DE VOAR
Mariana era uma menina, que não tinha asas,
mas, gostaria muito de voar, de poder ter asas...
Tal qual os pássaros, gostaria de voar, para po-
der, no infinito, voar e saber o que haveria atrás das
nuvens, que ela avistava como, se algodão fossem...
A menina, sem asas, morava em uma casa ama-
rela, cujo portão e as janelas eram pintados de azul...
A casa de Mariana tinha duas janelas, que davam
para a rua e duas que, através delas, podia se
avistar o quintal da casa e os pássaros, que, lá, davam
rasantes, para pegar algumas sementes...
Ali, em uma das janelas, ela avistava o quintal,
onde os pássaros pousavam...
Gostaria muito de conversar com eles, perguntar como faria, para que pudesse ter asas e poder, ao infinito, chegar. Voando...
Nessa casa amarela, em que Mariana morava,
havia um lindo jardim, onde pássaros, sempre, vinham visitá-lo, principalmente, o beija-flor, para tirar
o néctar das flores, que sua mãe havia semeado...
Certo dia, enquanto sua mãe aguava o jardim,
com a mangueira, Mariana tinha, em suas mãozinhas,
um pequeno regador, para ajudar a mãe colocar água
nas flores, que estavam lindas e perfumadas...
A casa era pintada de amarelo, mas, Mariana tinha apele cor de rosa, como todas as meninas, com
asas ou sem elas, aliás, seus cabelos loiros realçavam
com sua pele rosada... Seus olhos azuis combinavam
com o azul do portão e das janelas, onde, vez ou ou-
tra, algum passarinho resolvia fazer seu ninho...
Como ela gostaria muito de ter asas, resolveu,
certo dia, conversar com um lindo pássaro azul, que
pousou em sua janela e, olhando para ela, ficou...
Mariana se aproximou e logo puxou conver-
sa com o lindo passarinho: – Olá amiguinho, como
posso fazer para ter asas como você as têm, para que
eu possa voar também, como você?
E não é que o passarinho entendeu o que Ma-
riana perguntou e lhe disse que, asas, a gente nas-
ce com elas... Não seria possível colocá-las e, muito
menos, comprá-las, a não ser que ela arrumasse um
anjo como seu amiguinho, quem sabe ele consegui-
ria, para ela, um lindo par de asas...
Mariana pensou, pensou, mas não foi trouxa,
logo bolou um meio de poder conversar com algum
anjo: – Quem sabe se eu subir em uma roda gigante
bem alta, conseguirei me encontrar com algum anjo,
que me dará um par de asas...
Certo dia, foi ao parque de diversão e, com mui-
ta vontade de se encontrar com um anjo, subiu na
roda gigante... Lá, em cima, a roda parou e Mariana,
com tanta vontade de poder encontrar um anjo, até
teve a impressão de que havia visto sua asa.. Mas, era
uma parte das nuvens que envolvia a roda gigante...
Havia uma mangueira frondosa, na frente da
casa amarela, a casa onde a Mariana morava...
E por ser mangueira, mangas davam, não peras
ou ameixas, mas mangas, amarelas, alaranjadas...
As mangas eram suculentas, lacrimosas, pin-
gando mel, eram tão perfumadas e doces...
Quem por, ali, passava, ficava adocicada com o
mel, que pingava das suculentas mangas...
Ficaria sumarenta, perfumada com o doce perfu-
me, que exalava das mangas alaranjadas, amareladas...
E, por não ter asas, a menina voava como po-
dia... Abria livros e viajava pelo mundo, através das
estórias, que lia em uma coleção vermelha, de capa
dura, com lindas estórias, de meninas, que consegui-
ram ganhar um par de asas e voar para o infinito,
para poder, por detrás das nuvens, conversar com os
anjinhos, que se tornaram seus amiguinhos...
Virando as páginas desses livros, Mariana ob-
servava lindas figuras e se deslumbrava com aquilo...
Sentia como se estivesse voando e, pelo cami-
nho, encontrando-se com um anjo, de asas longas, que
sorria para ela... Como ela gostaria de ter aquelas asas...
Quando parava de virar as páginas do livro, que
estava lendo, parecia que tinha, em suas mãos, peda-
ços da asa do anjo, que ela houvera encontrado pelo
caminho da sua imaginação. Nas páginas daquele li-
vro, que ela acabara de folhear e lê-lo...
Ela quisera poder voar até a frondosa mangueira
e, de lá, poder avistar, de cima, da mangueira, os pas-
sarinhos pousarem no chão, para ciscar as pequenas
sementes, que sua mãe jogava por lá, para que eles
pudessem se alimentar... Ali, também, eram coloca-
dos pequenos pedaços de frutas, que sua mãe, cuida-
dosamente, partia e lá deixava, para os pássaros...
Assim, a menina, da pele cor de rosa, seguia so-
nhando, em um dia, poder ter as asas de um anjo e
poder voar até às alturas, onde nasce o arco-íris...
Quem passasse em frente à casa amarela, de ja-
nelas e portão azul, jamais saberia, que, ali, morava
uma menina, com a pele cor de rosa, que gostaria de
ter asas, mas, não as tinha, possuía o imaginar de cada
página soberana, de um livro... Mesmo sentada em
sua cama, olhando para o céu, se achava senhora de
si, coroada de estrelinhas, tinha certeza...
Mariana, a menina rosa, sabia que, em seu mundo
imaginário, era rainha. E, em sua casa, entre seus
livros, alada era e asas tinha...
Marilina Leão (es no livro "Pérolas Cultivadas" página 237
Quem pensa ser a Rainha absoluta, é apenas uma escrava chicoteada impiedosanente pelas redeas do destino,tal como a mulher de LÓ, virará uma estátua de sal inerte e fria!.
E se finda mais uma noite,hj está assim, amanhã a paz reina,e as águas dos sentimentos voltam ao seu curso normal,a alegria voltará,e o coração palpitara unidos numa saudade só.
Decifrar-me!?han!duvido!O ser homem pode nascer mil vezes,mas sempre serei uma incógnita na curiosidade, porém só ha um caminho que pode desencantar o mistério,o amor de verdade!
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