Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
Foi ali que eu vi, você com a sua vida, eu com a minha e nenhum elo que ligasse essa rotina. Não pude conter, me quebrei em mil pedaços, será que vai ser sempre assim? O futuro sem nada desse nosso passado? Você rindo com outras pessoas e eu tendo outros abraços? Por que e para que? Será que nosso laço também se quebrou? Será que já não existe o amor e se existe, será que ele gelou? Ah meu amor, como eu queria te abraçar nem que fosse pela última vez e dizer tudo aquilo que não tive coragem para dizer quando te vi partir, e assim quem sabe aliviar essa vontade de me ligar a você, assim como era nos nossos velhos tempos de mente infantil onde tudo era lindo e perfeito. Ou será que por fim tudo é e nós que complicamos? Ah meu amor, arranca essa dor, nem que seja para um último olhar, um adeus, um último dia como aqueles sem fazer nada apenas um olhando para o outro e rindo das coisas bobas. Como só nós fazíamos perfeitamente, só nós. Não queria que isso se perdesse no tempo, mas você sempre será uma boa memória, uma memória de um eterno amor, o que um dia foi o meu amor.
Você diz: Como eu fui tola quando criança. Você pensa: Como eu era feliz com minha tolice e inocência.
"No final, em minha defesa eu só posso afirmar, que amei com todas as minhas forças, e fui amada bem mais, e além do que julgava merecer. Fechem as cortinas e apaguem as luzes, o espetáculo foi maravilhoso!"
COBIÇO O SOL NESSA MINHA CARA DE CHUVA
Ponto de partida.
Eu e os meus contrapontos, nas suas complexas conexões.
Entre o branco e o preto, ilógica e incoerente minha alma navega em estado apocalíptico nos debates íntimos do paraíso perdido.
Sentimentos escondem-se em narrativas cifradas por suas rochas subterrâneas.
Uma forma crua de acesso aos sons desafinados dos desejos e anseios estanques revelados no universo onírico de minha alma alarmada diante de mim mesma.
Na ordem desordenada do abalo sísmico do abismo que me guarda e me amedronta, me debruço e invoco a calma.
Quero uma calma mediática, harmônica e voraz.
Quero pensamentos mágicos roubando-me desse isolamento que me prende, com uma âncora, às esquinas de meus medos e às zonas de turbulências.
Minha urgência reflete-se no visível, no grito da alma, nos sentimentos bailarinos de minhas veias, no cansaço da tristeza, nos sonhos caídos por terra, nas distâncias insanas, nas sintonias dessintonizadas.
Coração está asilado. Sufocado. Sentimentos no avesso.
Cobiço o sol nessa minha cara de chuva, porque a vida não peguei emprestada.
Eu não amo a minha platéia. Eu não preciso de aplausos para meu picadeiro existir. Mas preciso de sorrisos para o meu palhaço atuar!
A ESPERA DO INFINITO
Deixa-me beijar-te as mãos ao dia
Da-me tua luz pra vida minha
Deixa eu abraçar-te ate ficar sem ar
Da-me tua melhor energia
Pra eu renascer...
Entrega-me o teu amor bonito
Pra que eu ame-te também
E assim vivermos a espera do infinito...
Não preciso de ninguem que me venha dizer as coisas erradas ou certas que eu fiz na minha vida. Eu sei o que faço, mas nao me orgulho de alguma delas. Eu queria nao me lembrar das pessoas que me fazer sofrer, dos sentimentos que nao foram reciprocos, das pessoas que eu pensava que seriam meus amigos pra sempre e no primeiro abraço que me deram me enfiaram uma faca nas costas. Eu já perdi as contas de quantas vezes eu chorei ouvindo aquelas musicas. Eu estou me cansando, sinceramente. E foi nas horas que eu mais precisei, que eu descobri que existem ainda pessoas que estao do meu lado, aquelas que eu posso e tenho orgulho de chamar de meus amigos. Eu sempre me pergunto quando foi que eu passei a viver pelos outros, e hoje eu me respondi que iria me fazer feliz, sem esperar por mais ninguem.
Sonhei um dia que eu era
uma rosa cor-de-rosa,
perfumada e bela.
Do alto da minha juventude
olhava o jardim e me sentia
uma rainha que tudo sabia.
Até o dia em que descobri
que meu colibri havia
ido beijar outras flores
em outros jardins.
Via minhas pétalas caírem
uma a uma e me entristecia.
Quando um duende verde
e saltitante apareceu e disse:
Ó Rosa! Não olhe só para si.
Veja suas flores e seis espinhos.
Cada um deles é um filho,
uma canção nas cordas
do seu violão,
um sonho a ser realizado.
E pela primeira vez senti
que não existe fim,
apenas um reciclar de vidas,
e não era a primeira.
Olhei de novo e vi
que eu não era só aquela rosa.
Eu era a roseira inteira.
Era apenas uma pretensão minha
Que o mundo parasse
E que eu consertasse o mundo
Pra que o mundo consertasse a mim
Acreditava que todo mundo seria do
bem, mas não era isto que eu via
Quem dera fosse...
Doce ilusão meu bem
Foram muitas decepções
E foi assim que eu cresci
Eu me refiz quando não mais podia
Só se levanta quando cai,
comigo aconteceu muitas vezes!
Mas eu venci meu bem...
Eu aprendi que os planos são meus,
e se não me coloco no devido lugar,
Certamente, alguém irá me colocar
em algum lugar, aonde eu não vou
querer estar...
Hoje sei que o meu lugar é aonde a
minha paz me alcance!
Hoje me perguntaram se sou covarde, rapidamente obtive a minha resposta: - Não, não sou, eu sou corajosa. - Mas parando alguns minutos para pensar e analisar, já não tenho tanta certeza disso. Talvez eu não seja covarde para as situações em que eu exponha minha vida ao perigo, em que eu exponha meu corpo, meu físico … o que está fora. Não tenho medo de ir aquele bairro super perigoso, de cair, me arranhar, me machucar, adoraria pular de bung-jump e para-quedas. Mas se eu tiver que expor meus sentimentos, minhas vontades, meus desejos, minhas emoções, o que ta aqui dentro, a situação muda de figura, se o machucado for por dentro, sim eu sou medrosa, a mais medrosa do mundo, sem coragem alguma, me recolho, tenho medo. E toda aquela coragem desaparece. Não tenho medo de arranhões no braço, na perna, na mão seja onde for. Não me amedronto. Não tenho medo de me ferir fisicamente. Tenho medo sim, de me ferir por dentro, machucado, no coração dói muito, na alma então, nem se fala. E quando esses ferimentos são no coração? E quando você, cheia de coragem se entrega e se machuca? Qual o remédio para isso? Você sabe? O meu eu sei. É a coragem de não ter coragem alguma. E se agora vierem me perguntar se eu sou covarde eu vou dizer: depende, se eu me machucar essa dor vai ser dentro ou fora ?
Eu mirei o alvo e dei um tiro certeiro na minha insegurança hoje, enquanto a enterrava, sorria como se já tivesse o que queria.
Mas se você não for demorar muito eu posso te esperar por toda a minha eternidade; porque o meu Amor não morre nunca mais.
Minha vontade era clara. Meus sonhos eram proclamados para quem quisesse ouvir. E eu contava a história com facilidade e com um pouco de felicidade. Tudo que eu queria era apenas que ele pudesse me amar. Eu desejei tantas vezes. Em silêncio, pedi várias vezes que pudesse me ver, pudesse ver que é só capa, mas que por trás de tudo isso, eu sinto e muito. Tenho medo de dormir porque tudo pode voltar ao normal. Tenho medo da vida agora, porque ela mais uma vez conseguiu mostrar que o mundo continua mesmo, eu querendo estar parada. A vida continua caos, e ainda sou cheia de cacos.
No fundo, tudo que eu quero é que a vida pare de jogar na minha cara que ele continua lindo, indiferente, e eu continuo estranha, sozinha e intensa. Só quero parar, cansei de correr em círculos. Há alguma coisa acontecendo por trás dessa história. Existe um motivo para isso. Mas não sei qual é.
Eu não posso chamar pra minha vida um homem que, nas horas vagas, convida outra mulher pra vida dele.
Eu Te Amo Por que...
Você é o Meu Sol.
A fé que com que Vivo.
A Potência da Minha Voz.
Os pés com que Caminho.
Meu Amor, Você é Meu desejo de Sorrir.
O adeus que nunca Saberei Dizer.
Porque Eu Nunca Poderei Viver Sem Você.
Para Linartt
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