Minha Alma tem o Peso
Outono quente onde escondo a minha alma na gaveta da cômoda
E os meus olhos entre os livros no cesto do nosso quarto .!
minha alma perdida encantada pela a paixão...
morte sonho pensando dia e noite...
entre o galhos de pensamentos mortos...
sinto muito, mas... não faço parte do seu jogo...
sob a obscuridade tenho sonhos nos maiores tremores,
menos quando estou acordado vejo realidade...
verdade de dores numa síntese morfológica...
que nunca compreenderia o fato ser o que sou.
no tumulo esta minha alma desesperada
tantos dizem tão poucas são as semânticas,
sempre mesmos dizeres, te amo...
tudo que vejo está na escuridão...
meus cabelos são cortados
como meus sonhos decepados
por uma foice de estímulos
traídos pelo dor do sacrifício...
sem maiores conclusões...
mesmo sentimento heroico...
equivalente as armações de amor
sem preliminares...
me beije me diga amor,
sem mais ou menos
me ame...deixe me entrar...
pois o inferno está cheio de bondade...
abraça me diante seus desejos mais profundos,
sempre com tua sacanagem sem fins comerciais...
mesmo que morte me toquei tudo é prazer...
nunca diga que perdeu tempo...
tantos dizeres e um único sentimento...
me amei nunca me abandone...
sinto tudo explodir sem detalhes,
como derradeiro final,
tudo se perde em fragmentos...
mesmo com tantas sentinelas...
nos beijamos como a ultima cena
de um bela ato, muitas dores...
cifradas a longa metragem...
que se torna uma reflexão de uma vida.
celso roberto nadilo
A chuva branda minha alma
Puro apogeu como desdenho
Abraço o sons do teu coração
Selado em um mármore gelado
Sem calor triste e fria dor,
abstendo demais a mais sendo
brilho abanado pó puro ouro,
pequenos ate minúsculos ador,
que nunca se foi ate começou,
desencontros meramente sobrou,
calado atroz murmurante,cálida,
reflexo perpetuo exclamante...
somente um adeus embora, amor,
tudo seja tão vazio, neste momento,
brando pura passagem, esdruxula,
mesmas nunca a melhor opção...
entre ventosas repletas de sangue,
meros trechos de um sonho.
Seu silêncio é uma lâmina fria que penetra a minha alma fazendo ela sangrar rios de tristeza e insegurança.
DESÁGUE, A MINHA ALMA
Para onde vai a minha alma
Enquanto eu desço a ladeira
Nas veias ferve o sangue
Perdido nos meus pensamentos
Alguém que desague em mim
E que me faça ver o mar
Rios onde as águas se encontram
Beijam-se, enrolam-se na areia branca
Onde agora só quero e pertenço ao mar
Preciso de colo
Preciso de alguém que me olhe nos olhos
E que os faça brilhar...
Como uma lua cheia de esperança
Quando cortamos as amarras que nos prendem
Sabemos que a vida é um voo livre
Muitas vezes há uma lança que nos trespassa o peito...
Depois da ferida curada, sarada
Descobrimos que a dor
Apesar de alucinante não foi nada...
Para onde vai a minha alma
Enquanto eu desço a ladeira
Eu só quero alguém que deságue em mim
E que me faça ver o mar!
Seus sorrisos arrumam minha alma..
Mas bagunçam o meu subconsciente..
Calafrios que invadem o meu corpo,..
Fazem-o dormente quase me deixando louco..
Paralisa-me com seus beijos, traz-me o sabor..
Estou entregue, olhe só..veja bem o que me faz..
Eu me rendo e me entrego, quero me jogar bem mais..
Navegante dos teus laços,destas ondas do teu calor..
Naufragado e submerso , neste teu mar de amor...
Afogue-me!
Dialogo com meus pensamentos ,num sussurrar silencioso da razão.
Minha alma submersa e o gélido lamento em meu peito que insiste em não falar!
Estes olhos marejados contam tudo , pelo oculto que não se traduz em minha voz ..
Riso em Luto, os lábios secos ,o sono que se perdeu..
O engasgo inebriante e avassalador...
Você é o amor que desejo Gritar!
Teus olhos...
Quando teus olhos falam
até minha alma cala,
ela também quer ouvir
o que teu silêncio diz.
Não penso em nada
não busco respostas
perguntas,
não moram ali.
Eu viajo em teu abraço
e sou feliz.
by/erotildes vittória
É algo que me tortura e destrói.
É um silêncio que corrói minha alma.
É algo que me faz sentir mal em mil pedaços.
É uma marca que não posso mudar e nem apagar em minha alma...
Eu gosto de você, eu te amo para valer... Tudo isso esta vindo do coração, mas vem da alma minha paixão.
"DESENCONTRO/S"
Peito meu, minha dureza
Alma branda, fogo acesso
Amo a quem ofendo
Suspiro a quem desejo
Ausência de sentimento
Abranda o coração
O cheiro a poejo deitado na panela
Erva aromática plantada na terra
Ó terra não me renegues sepultura
Depois de morto
Onde o meu corpo repousará
Das saudades pungentes
Atinge a alma o coração
Porque ferir-me lentamente
Desta prece de amarga ilusão
Sangra a tortura no peito
Quimera doce, vida passada
Charco imundo, lamaçal profundo
Que passo triste a lamentar a vida
Onde não entra luz, só entra a morte.
Olhos meus
Porta da minha alma
Tão negros
E tão transparentes
Olhos que sorriem
Olhos que choram
E mesmo sem derramar uma lágrima
Carregam a angústia e a mágoa
Pela qual um dia meu coração teve que passar
Carregam o brilho de um coração sonhador
E a certeza de uma alma decidida
São tantas faces reveladas por duas pequenas portinholas
Faces que compõe esse ser
A quem me refiro como "eu"
A saudade chegou como um carrasco da noite, açoitando a minha alma e fazendo meu coração chorar sangue de tristeza, por você já não estar mais aqui ao meu lado. Imediatamente vem a lembrança de seu corpo suado, saciado e palavras sussurradas no ouvido em juras de amor e felicidade.
Penso nos brilho dos seus olhos e em quantas vezes me perdi em seus lábios em longos beijos que ainda sinto o gosto em minha boca.
Então para aliviar a dor, fecho os olhos e mando meu pensamento te visitar e fico aqui imaginando assim pode te beijar e voltar a te amar!
Sergio Fornasari
