Militar
REGIME MILITAR
Não vou generalizar ,mas tolos são como uma praga, se está sol quer chuva, se está calor quer frio, se está no céu ainda prefere o inferno!
Não entendo como estes maus informados não buscam a profundo saber o que ou o que foi o regime militar antes de abrirem a sepultura e soltar os seus mortos.
Nada é pior do que um militar,
a não ser um político;
Nada é pior do que um político;
a não ser um juiz;
Nada é pior do que um juiz,
a não ser do que eles todos juntos.
Cidadãos de bem com sede de sangue, clamando por perseguição militar, implorando o retorno das torturas do DOI-CODI, pranteando por uma moralização que vem pela força da arma, do cassetete e da censura. Se esses são os cidadãos de bem, D'us nos livre dos cidadãos do mal!
SP Auschwitz, estado do culto à violência, da ROTA, da Tropa de Choque, da Polícia Militar que mata mais que toda a polícia norte-americana junta, da classe média elitista, sanguinária e sádica, estado que transforma os jovens infratores em bodes expiatórios e que está há 30 anos dominado pelo mesmo partido, tratado como uma verdadeira capitania hereditária.
O meu Pai foi um militar e sempre esteve na frente de combate, a minha mãe tinha um trabalho que lhe ocupava muito saí de casa às 5h da manhã e só regressava às 10h da noite.
Quase que eu não lha via, sempre que ela saía me deixava a dormir e quando ela regressava também ne encontrava a dormir.
Eu observava os meus colegas a irem acompanhados na escola com os seus Pais e eu sempre pontual e iá sozinho.
Quando precisava de encarregado de educação era sempre um dos meus tios(as) que fazia a parte dos meus Pais. Eu via o meu pai às vezes uma vez em cada dóis meses e para poder ter a atenção da minha mãe eu tinha que fazer alguma coisa errada.
Foi ali que adotei a atitude errada, passava a errar só para poder lha ver, embora que ela me dava sempre um puxão de orelha por cada erro e isso doía,mas eu estava convicto de que só assim a saudade passaria por isso eu estava disposto em enfrentar a dor.
Hoje sou um adulto, e com o passado aprendi uma das lições é que posso não proporcionar fundos e mundos ao meus filhos, mas não devo nunca deixar de lhes proporcionar o meu calor paternal.
Quais outras formas de ditaduras podemos pensar? Será que só a forma de DITADURA MILITAR NO BRASIL, é a unica forma existente? Muitas coisas mudaram de roupagem durante a história tanto no Ocidente quanto no Oriente. Penso, que devemos ver as coisas para além das aparências.
Certas pessoas dizem que na ditadura militar não houve corrupção, mas isto se deve ao fato que os militares controlavam os meios de comunicação de tal forma que nenhuma informação chegava ao povo sem que passasse pela censura dos militares.
Arte e Polícia Militar. E daí?
Nos cursos de formação da PM uma coisa fica clara, pelo menos para aqueles que observam o processo de modo um pouco mais crítico. É visível que a cultura organizacional que nos é imposta nos obriga a passar por um processo de dessensibilização. Desde o internato que nos tira do convívio dos familiares, amigos, vizinhos, a uma estimulação constante à indiferença para com os outros. Faz parte do imaginário popular — talvez nem tão popular assim — que o bom militar não pode sentir. Aliás, quem sente, não resolve, se desespera. É o que dizem. Não é incomum que ao se perguntar a um miliciano novato se numa situação extrema, em que ele precisasse matar alguém, se ele o faria, e ele, sem pestanejar, dizer: “Entre eu e o bicho, eu corto no aço”.
Tal afirmação sai com tanta facilidade que quem ouve imagina uma pessoa que, ou já refletiu muito sobre o ato de matar alguém, ou é um policial antigo e experiente, que muitas vezes passou por esta situação. O interessante é que estas colocações são feitas normalmente, tão comum quanto qualquer outra no dia-a-dia da corporação. É o Superior que fala com o subordinado sem olhar nos seus olhos, o “bom dia queridos alunos”, tão automático quanto nossas continências, a obsessão pela forma que passa por cima de angústias, vontades, doenças, direitos. Toda instituição obcecada pela forma, pela liturgia, pela ritualística, passando por cima dos seus membros enquanto indivíduos, enquanto personalidades complexas e subjetivas.
Nietzsche disse que “Temos a arte para que a verdade não nos destrua”. E esta assertiva se torna mais verdadeira, ainda, dentro da Polícia Militar. Esta é a minha percepção quanto ao papel das artes na corporação. Não é um mero momento de descontração, mas um possível instrumento de desconstrução de uma série de valores cavalheirescos, anacrônicos, medievais, para construção de uma polícia sensível, educadora, libertadora. Afinal, a polícia existe não para controlar e reprimir, mas para garantir liberdade plena à sociedade; a lógica de construção destes raciocínios é díspar. Quem não sente, não muda, precisamos nos sensibilizar. Enaltecer a razão em detrimento da emoção, como é comum em nosso meio, é enaltecer a robotização e a dessensibilização. Mais arte, mais sentimento, mais subjetividade, mais percepção. Não podemos mais sufocar nossos sentidos.
Nada é pior do que um militar,
a nao ser um juiz;
Nada é pior do que um juiz,
a nao ser um politico;
Nada é pior do que um politico,
a nao ser eles todos juntos
não existe nem nunca existiu UM GRANDE líder militar: Napoleão perdeu, Hitler perdeu, e assim perderam muitos outros génios, mas mesmo aqueles que ganharam, não ganharam o suficiente, e se ganharam, não conseguiram arranjar forma de que alguém conseguisse continuar o trabalho da mesma forma que tinham feito até então, trabalho esse, que consiste na dominação total do mundo,e na submissão do mundo a apenas um idioma, um território, e uma nação,sendo esse idioma o da antiga nação vencedora, e essa nova nação e território, pertencentes á verdadeira terra natal de todos nós: o planeta terra e a mãe natureza!!!
O homem aranha para o militar com uma arma na mão e pergunta.
A cidade está um caos, é a terceira guerra mundial senhor?
Você está fantasiado?
Logo logo será atingido por um bala de fuzil no peito.
Desarmado, sem equipamentos.
Sem colete.
O que você que está fazendo?
Quer morrer?
Morrer?
Indagou o homem aranha.
Desse jeito não vai demorar muito- respondeu o militar saindo para o campo de batalha.
O homem aranha pensou em ajudar aquele militar e acabar com a guerra. Mas as pessoas estão inquietas demais. Elas não sabem que eu sou o super-herói? Cegas.
Estranho ele não ter se intimidado comigo. No meu tempo, pediam autógrafos e estavam seguras. Pelo menos se sentiam.
O que está acontecendo com essa gente?
Eu cheguei pra ajudar.
Não ficam alegres com ajuda?
O soldado parecia sem esperança. Só queria lutar e lutar.
Acostumados à sofrer talvez.
Acho que vim parar em outro mundo.
Que mundo é esse que ninguém pensa em acabar as guerras?
Nem mesmo hoje, se aparecesse o super homem com toda sua liga, as pessoas ainda assim estavam na escuridão sem qualquer esperança de vida.
Não acreditam em mais nada.
Andando lentamente e olhando corpos no chão. O nisso herói se foi {...}
Os prédios sumiram. Logo, estou morto. Vou deitar novamente na minha cova. Aqui eles não precisam de heróis. Porque na verdade, são os próprios vilões. Todo o mundo é vilão.
Aliçu S. ;C.M.Preto, pág.1
"A Ditadura militar
judiou, matou e foi
cruel, vale apena
voltar a este escarcéu?
isso é devidamente regredir.
Andar para trás se estes
amargos tempo voltar, o
Brasil necessariamente irá
se afundar"....
"Paradoxal é pedir a volta da ditadura militar no Brasil e criticar a ditadura na Coreia do Norte, Venezuela ou Cuba."
Pelas merdas feitas pelo governo, não sei se é intervenção militar ou de Deus. A coisa está mais para o Diabo.
Quando criança você aprende que é errado matar, mas aos dezoito lhe ensinam toda a mentira militar, aos dezenove vem a baixa é mais um desempregado, e quando arruma um emprego continua a ser roubado.
A Mídia não gostava do Governo Militar, pois gastava pouco com propagandas. Se fosse o contrário, poderia fuzilar em praça pública que seria noticiado como traição à pátria.
Na ditadura militar havia mais liberdade de expressão do que nos governos petistas. Se havia repressão na ditadura era sinal de que a opinião pública era ouvida e reprimida. Nos dias atuais, sob a alegação de que manifestações é coisa típica de democracia, o governo se faz de surdo e não atende nada do que o povo reclama em manifestações. A ditadura continua, agora, surda e sem repressão.
