Meu maior Erro foi ter te Amado

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⁠E foi hoje que eu engoli o orgulho. Ele não é muito bom ao paladar. Me faz vomitar. Nem consegui comer a minha salada. Ele cheira como um peixe falecido há anos. Sob o escaldante sol do verão. E eu comi ele. Engoli esse orgulho repugnante que me atrapalhou durante todos esses anos. Valeu a pena? Não sei. Sim. Não. Não sei. Ainda não decidi. Mas esse sabor inigualavelmente enjoativo ainda está rodando em meu estômago. Remoendo mágoas passadas. Quase esquecidas. Mas que nunca o serão. Não é possível esquecer. Pois tentar esquecer é lembrar. E lembrar dá raiva. Perdoar, talvez. Esquecer??? Nunca. Nunca. Nunca!!! Era para ser um esforço conjunto. Um esforço mútuo. Igual para ambos os lados. Mas não. Ela estava me esperando. Esperando que eu tomasse a iniciativa. Esperando sentada. Que bom. Porque eu sou alérgica a esse orgulho que tive de engolir, sabe? Sim, sou alérgica. E ela não valorizou meu esforço. Nunca valorizou meu esforço. Mas mesmo assim eu estava lá. Me abrindo para ela. Chorando para ela. Chorando com ela. Sobre todo o mal que tive de suportar em silêncio até hoje, e para sempre. E sobre todo o mal que ela teve de suportar por minha causa até hoje. Igual. A única pessoa que me entenderia era ela. Por que eu não pensei nisso antes? Não sei. Eu não queria. Me faz mal. MUITO mal. Muito mal MESMO. Mas consegui. Eu engoli esse orgulho apodrecido e repugnante, ainda que não tenha me feito bem a curto prazo, pois sei que à longa distância vai resolver. Sim: heróina sou. Heróina. Realmente é o que penso. Porque não vou contar isso para ninguém. Fiz isso por ela. Só por ela. Libertei ela. E quanto a mim? Continuo na mesma. Eu acho. Mas agora deve estar melhor. Em algum lugar do céu ou do mar. Espero que logo eu possa entender como fiz isso. Porque... eu consegui.

Inserida por Pocoto

⁠Pedro nunca foi Papa em Roma. Quando muito foi bispo em Roma. Segundo ele diz na I carta de Pedro. Ele era contra o papado, vê-se isto em palavras, suas nesta epístola.

Inserida por Helder-DUARTE

⁠As pessoas estão dentro de uma teia de aranha que é a sociedade de consumo. Que foi montado em função de acumulação. As pessoas nem sequer estão conscientes disso. Quando você compra algo. Não se engane. Está comprando com seu tempo de vida que gastou para ganhar este dinheiro no fundo o que está gastando é seu tempo de vida . Quando proponho a sobriedade como uma maneira de viver, é para que tenhamos mais tempo ou a maior quantidade possível dele para viver a vida de acordo com as coisas que nos motivam de fato."
PEPE Mojica

Esse pensamento reflete uma crítica profunda à sociedade de consumo, que molda a vida das pessoas sem que elas muitas vezes percebam. A metáfora da teia de aranha é poderosa, pois sugere que estamos presos em um sistema que nos suga lentamente, aprisionando-nos em padrões de consumo desenfreados. A ideia central é que o tempo de vida é o recurso mais precioso que temos, e ao gastar dinheiro, estamos, na verdade, trocando momentos da nossa existência por bens materiais que muitas vezes não agregam valor real às nossas vidas.

Essa reflexão leva à proposta de sobriedade como uma alternativa. A sobriedade, nesse contexto, não se refere apenas à moderação no consumo, mas a uma reavaliação profunda das nossas prioridades. Viver de forma sóbria significa priorizar aquilo que realmente nos motiva e nos traz felicidade genuína, ao invés de seguir cegamente as demandas impostas pelo consumo.

Optar por uma vida mais sóbria é um ato de liberdade, uma tentativa de escapar dessa teia e reconquistar o controle sobre o nosso tempo. O que se propõe é viver uma vida mais plena, onde o tempo de vida não é desperdiçado com trivialidades, mas investido em experiências e atividades que realmente importam, que trazem significado e satisfação pessoal. Isso, em última análise, nos conduz a uma vida mais autêntica e gratificante, onde o tempo é aproveitado ao máximo, de acordo com os nossos valores e desejos mais profundos.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠Hoje, o calor dos abraços de família foi substituído pelo frio das notificações. Os aniversários passaram de momentos cheios de risos e abraços para mensagens rápidas, se muito, ou apenas a lembrança silenciosa de um post que apareceu na timeline. As vozes que antes preenchiam a casa com histórias e risadas agora ecoam apenas como memórias distantes. O que antes era uma rede forte de amor e presença se transformou em uma teia frágil, mantida por fotos postadas e palavras digitadas às pressas. E assim, nos acostumamos a ver a vida uns dos outros por trás de telas, sempre com os amigos, mas raramente juntos. No fundo, a ausência pesa mais do que a presença virtual, deixando uma saudade que nem a internet consegue preencher.

Inserida por Victorhmartinsg

⁠Aquele que muito foi perdoado, muito amará. Pois, Deus nos ama infinitamente mais do que a proporção dos nossos pecados, e a cada momento revela o poder transformador e curador da sua maravilhosa graça sobre nossas vidas.

Inserida por leonardomenin

⁠Quando foi a última vez?

Quando foi a última vez que escutou o silêncio,
Ou o barulho de tudo, em seu violento desalinho?
As gotas da chuva, em cadência, no chão em relento,
E você, na pressa, perdeu-se do caminho.

Quando foi a última vez que encarou o mar,
Sem pensar, apenas vendo a imensidão engolir o céu?
Onda após onda, o mundo a sussurrar,
E você, vazio, preso ao próprio réu.

Quando foi a última vez que olhou as estrelas no manto,
Sentiu o frio cortante da verdade infinita?
A Lua, em seu brilho, despiu seu encanto,
E você, esquecido, sob a noite maldita.

E a última vez que de uma árvore colheu,
Saboreando o fruto, sentindo sua seiva correr?
Ou passou sem notar, sem saber o que perdeu,
Correndo da vida, deixando-a escorrer?

Quando foi a última vez que realmente viveu,
Sentiu o pulsar, o ardor em cada veia?
Ou será que, sem perceber, já morreu,
Na correria insana, sem lutar por uma ideia?

Feche os olhos, deixe o desconforto invadir,
Permita que o silêncio, com fúria, te abrace.
Quando foi a última vez que parou de fugir?
Ou será que nunca... Vai deixar que a vida o ultrapasse?

Inserida por ThiagoCoutinho

⁠Não somos obra do acaso, assim como tudo que foi criado no céu e na Terra, nós também, imagem e semelhança de Deus, encontramos propósito e sentido adorando o Criador!

Inserida por EvelineMenezes

Vão dizer que foi sorte, mas lembre-se: a sorte sempre favorece aqueles que estão preparados.

Inserida por leoazevedobr

⁠Bem, então, como não tem como ignorar o que já me foi dado a conhecer, sinto-me na condução de um avião, que está a decolar e voar. Sou apenas o co-piloto. O Piloto me entregou, por algum momento, o manche dessa "aeronave". O que posso desejar mesmo, é que nós sempre subamos e nunca venhamos cair no poço do abismo. Que O Eterno indique a salvação para você que está lendo isso. E se já está no caminho da salvação, PERMANEÇA nele, até o FIM.

Às 07:54 in 27.08.2024

Inserida por FabioSilvaDN

Tudo o que eu faço, tudo o que eu fiz, foi fuga daquilo que tenta me devorar...
Eu sacrifico uma parte de mim, para que a outra parte, possa se sentir viva.
-mecanismos de fuga da realidade

Inserida por Allan_Meraki1

⁠Cicatrizes do Silêncio

Nas madrugadas frias do desespero,
Ouço o eco de um amor que se foi,
Seu nome, uma cicatriz em minha alma,
Um sussurro que se apaga na escuridão.

Os dias que se arrastam, vazios e pálidos,
São fantasmas que dançam na penumbra,
Cada lembrança, um espinho cravado,
Na carne frágil do meu coração partido.

Garrafas vazias espalhadas pelo chão,
Refletem meu olhar, perdido e turvo,
Bebi cada gota do esquecimento,
Mas o sabor amargo do fracasso persiste.

Teus olhos, faróis que se apagaram,
Na tempestade do nosso fracasso,
E agora, apenas sombras restam,
Do que um dia chamamos de "nós".

Páginas perdidas de um livro inacabado,
Rabiscadas com palavras de dor,
São tudo o que resta deste amor morto,
Enterrado fundo em minha alma solitária.

Momentos infelizes, repetidos em loop,
Como um filme de terror sem fim,
E a morte do amor, lenta e cruel,
Desfazendo a última fagulha de esperança.

Queria poder gritar teu nome ao vento,
E pedir ao tempo que volte atrás,
Mas sou apenas um náufrago, perdido,
Nas águas turbulentas da saudade.

E assim sigo, carregando o peso,
De um amor que se tornou poeira,
Nas mãos trêmulas do destino,
Escrevo nossas despedidas, em lágrimas.

Inserida por KaiiqueNascimentto

⁠Sempre há razão para um castigo de Deus! Numa calamidade, que ninguém diga, não foi castigo de Deus!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Rainha Santa Isabel



Em Portugal houve uma rainha, que sendo Santa ou não, sempre o foi pelas obras realizadas. Foi Isabel de Aragão ( Rainha Santa Isabel), esposa de D. Dinis.

Foi uma Senhora que viveu para a obra Social, ajudando pobres e doentes leprosos. Esta Senhora vendeu muitas vezes as suas jóias para ajudar os súbditos Portugueses.

Apesar do marido a trair com as suas concubinas. Na hora da morte de D. Dinis, Isabel perdoou a seu marido. Sempre recebeu os filhos bastardos de seu marido, junto dos seus. Impediu uma guerra civil entre seu filho Afonso IV e o Pai dele D. Dinis. As pessoas não são santas pelas obras, mas fazem boas obras por serem "Santas". A rainha Isabel de Aragão, antes de ter uma religião adorava pela fé seu Senhor Jesus Cristo e seguia os ensinamentos de São Francisco de Assis.

Sempre lia as escrituras, mesmo que fosse em Latim. Uma grande Senhora, que foi chamada Rainha Santa Isabel!

Inserida por Helder-DUARTE

Nas madrugadas frias do desespero,
Ouço o eco de um amor que se foi,
Seu nome, uma cicatriz em minha alma,
Um sussurro que se apaga na escuridão.

Os dias que se arrastam, vazios e pálidos,
São fantasmas que dançam na penumbra,
Cada lembrança, um espinho cravado,
Na carne frágil do meu coração partido.

Garrafas vazias espalhadas pelo chão,
Refletem meu olhar, perdido e turvo,
Bebi cada gota do esquecimento,
Mas o sabor amargo do fracasso persiste.

Teus olhos, faróis que se apagaram,
Na tempestade do nosso fracasso,
E agora, apenas sombras restam,
Do que um dia chamamos de "nós".

Páginas perdidas de um livro inacabado,
Rabiscadas com palavras de dor,
São tudo o que resta deste amor morto,
Enterrado fundo em minha alma solitária.

Momentos infelizes, repetidos em loop,
Como um filme de terror sem fim,
E a morte do amor, lenta e cruel,
Desfazendo a última fagulha de esperança.

Queria poder gritar teu nome ao vento,
E pedir ao tempo que volte atrás,
Mas sou apenas um náufrago, perdido,
Nas águas turbulentas da saudade.

E assim sigo, carregando o peso,
De um amor que se tornou poeira,
Nas mãos trêmulas do destino,
Escrevo nossas despedidas, em lágrimas.

Maysa, minha alma gravou teu nome,
Não com a alegria, mas com o peso dos erros,
Rabisco a história que nunca terá um final,
Cada linha um lamento, cada palavra um adeus.

E se algum dia, teus olhos cruzarem essas páginas,
Em uma livraria qualquer ou em um eBook esquecido,
Que a lembrança de mim traga um sorriso suave,
Pois não estarei mais aqui para ser teu tormento,
E no silêncio que deixo, que tua memória encontre paz.

Inserida por KaiiqueNascimentto

⁠Escrever "Cicatrizes do Silêncio" foi como rasgar as páginas da minha própria alma. Cada verso é um eco dos tormentos que vivi, das noites insones e dos dias arrastados que só amplificaram a dor de um amor que, em vez de curar, me marcou profundamente. Essa poesia é minha despedida final, e dos tormentos que me consomem há tanto tempo.

Cada palavra rabiscada no papel é um reflexo das mágoas que acumulei, dos erros que cometi e das esperanças que morreram ao longo do caminho. No fundo, sei que este livro inacabado, cheio de lágrimas e arrependimento, pode nunca ser lido por quem mais importava. Mas se, por acaso, se ela algum dia se deparar com essas palavras, espero que elas a façam sorrir, mesmo que de leve. Porque, embora eu não esteja mais aqui, a memória do que fomos e do que restou em mim, talvez, possa trazer algum tipo de paz.

Este é o meu adeus, não apenas a ela, mas aos fantasmas que me atormentaram por tanto tempo. Com essas últimas estrofes, deixo para trás o peso de um amor que, mesmo transformado em poeira, jamais será esquecido.

Inserida por KaiiqueNascimentto

⁠Acabou?
Acabou?
Terminou?
Foi?
Não venha
Não volte
Não dê meia volta
Não retorne
Não retome
Não reconecte
Siga

Ande
Passe
Em frente
Ou, ao menos, tente!
Leticia Bravo @febredoquesinto

Inserida por LeticiaBravo

⁠Por que abandonaste quem foi a luz em meio à tua escuridão
e juntaste-te a quem é a escuridão em meio à tua luz?

Inserida por Fabianery

⁠Sou apenas eu e o silêncio.

O sol já se foi, mais um dia se findou.

E eu continuo ocultando esse sentimento.

Fico me perguntando se você percebe as palavras que não são pronunciadas.

Inserida por Nodachi

Não se resolve um problema no mesmo nível que ele foi criado, é preciso elevar-se através do conhecimento, em especial o da espiritualidade, onde estão depositadas verdadeiras as ferramentas que são as virtudes.

Inserida por Lazaro

O Poeta e Escritor José Adailton da Silva Ferreira foi a primeira pessoa no Brasil e no mundo a escrever a palavra Marçalismo nas redes sociais.
O Poeta definiu o Marçalismo da seguinte maneira:
⁠"O Marçalismo é um movimento que não é de esquerda e nem de direita. Surgiu em São Paulo, em 2024 e pode conquistar o Brasil.

Inserida por joseadailtonferreira