Meu Corpo
Motivo
Perdi a alma no céu
A emoção sumiu no mar
O calor perdeu a cor
Meu corpo sumiu no ar
Vi a vida colorida
Levemente desbotar
Procurei no vácuo espaço
O sentido de me achar
Não quero correr do sol
Nem me esconder do luar
Só preciso de um motivo
Pra agir, sentir e durar.
Quando trabalho meu corpo com consciência sinto uma energia interna como um rio que desce tranquilo irrigando às margens e trazendo vida. No seu término sinto um frescor de vida aumentando ainda mais minha energia como uma cachoeira que desde graciosa formando os rios e sem medo deságua no mar!
Meu corpo em movimento, minha mente sã, minha alma leve. A cada passo que dou, sinto a energia pulsar através de mim, como se cada célula estivesse celebrando a vida. O ar fresco enche meus pulmões, trazendo consigo novas possibilidades e inspirações.
À medida que me movimento, deixo para trás as preocupações do dia a dia, permitindo que a natureza ao meu redor me envolva. As árvores dançam ao vento, e o sol brilha intensamente, iluminando meu caminho. É nesse momento que percebo a beleza da simplicidade; cada respiração se torna um lembrete de que estou viva, presente e em sintonia com o mundo.
A música do ambiente ressoa em meu coração, e eu me entrego à dança da vida. A leveza da minha alma me impulsiona a explorar, a sonhar e a criar. Sou grato por cada instante, por cada movimento que me leva mais perto de quem realmente sou. A jornada é tão importante quanto o destino, e eu abraço cada momento com amor e gratidão.
Transforma meu corpo em relicário do teu toque. Me marca com teus dedos, com tua pressa, com tua ausência depois. Que eu seja cicatriz e não lembrança — algo que dói, mas não se apaga.
Meu corpo passei a habitar,
Uma curiosa mudança senti emanar,
Agora sinto-me em casa em qualquer lugar.
É quando a noite cai que o meu corpo chama pelo teu nome — que é igual ao meu — e lembro a dor e a dádiva de ter tido uma história com você.
Minha Ansiedade me causa medo, medo do oculto, medo do inexistente. Medo que paralisa meu corpo e minha alma. Em questão de milésimos de segudos encontro-me entre a vida e a morte. Confesso que há dias que não luto, permaneço estático enquanto minha mente me destrói por dentro e por fora.
Neste momento eu sente vontade de te abraçar.
Sente saudade do seu abraço
Envolvido no meu corpo de costa.
Antes dorme coloquei minha cabeça no travesseiro
E pensei quando eu carisiava o seu rosto antes de dorme.
Ou quando você tentava dorme no meu peito.
Então aquele beijo molhado que você sempre reclamava.
Todo esse detalhe eu sinto falta.
Só sei te dizer que estou te esperando.
E que você faz falta na minha cama.
Se eu te amo? Com toda minha alma, com todo meu coração e com todo meu corpo. Porque fomos dois em um e porque você sempre será a parte mais importante do meu ser.
Assinado: sua mãe.....
28 de agosto de 2021
vem da água que banha meu corpo nu, vem do sol que aquece meu corpo arrepiado, vem do vento que me acaricia e canta ao meu ouvido, vem do cheiro das matas a suave fragrância que me faz flutuar, de olhos fechados posso me entregar, sem reservas me deixo levar, ao que a matéria não pode explicar, doce energia me leva a sentir e relaxar,viajo através do tempo, vou a qualquer lugar. sinto a espiritualidade, a me acompanhar.
CONFIDÊNCIAS!
Meu sol quando me toca, me acaricia e deixa um rastro de queimor, meu corpo treme com a proximidade deste calor, alterando minha temperatura, me fazendo derramar , fico entregue como uma flor a orvalhar, e ele bebe todas consequências que essas delicadas carícias fazem despertar, vaporizando com propriedade tudo que conseguiu provocar, como toque na intimidade, rasga minha privacidade, me faz cativa, fico à delirar entregue no abandono, que meu corpo rendido, prazerosamente se deixou derramar.
COMPOSIÇÃO!
Sou reflexo dos sentimentos que recheiam meu avesso e cobre meu corpo de luminosidade, quando meus poros externizam toda positividade da essência a pele brilha iluminada, meu olhar lampeja luz da descendência, nobre consciência, escudo para resistência.
CONFIDÊNCIAS!
Meu sol quando me toca, acaricia e deixa um rastro de queimor, meu corpo treme com a proximidade deste calor, alterando minha temperatura, me fazendo derramar , fico entregue como uma flor a orvalhar, ele bebe as quentes consequências, que essas delicadas carícias fazem despertar, vaporizando com propriedade tudo que conseguiu provocar, como toque na intimidade, rasga minha privacidade, me faz cativa, fico à delirar entregue no abandono, que meu corpo rendido, prazerosamente se deixou derramar. O futuro é vago, como barco a deriva, esperando as ondas do mar, em parceria com os ventos empurrando para lá e para cá... Neste movimento é certo, possibilidades infinitamente ilimitadas do sonhar, podemos achar que pisaremos amanhã em terras firmes e que tudo vai mudar, mas o mar da vida pode tudo inundar, derrubar a segurança conquistada no lar, nós fazer retornar, viver a solidão do alto mar, infelizmente não nos é possível prever, mas... Podemos desfrutar, extraindo as melhores grandezas, concessões da mãe natureza, o exemplo de amar. Então, é um somente desejar, que a vida nós reserve um sol para nos iluminar e um mar calmo, sem muita turbulência para navegar. Eli Odara Theodoro
ÊXTASE !
Carinhosamente a areia vestia meus pés, as águas vestiram meu corpo, caminhei livre, desprovidas dos clichês sociais, abraçada a liberdade, o vento me acompanhava surrando ao ouvido, faz-me arrepiar, o sol que assistia ciumento, logo afastou as cortinas de nuvens, veio me iluminar...
A FLOR VIOLADA!
Meu corpo nu, aquele olhar vestiu
Não havia pedido, naquela invasão
Eu, mulher preta suplicava
Meu corpo, minha intimidade,
Não sou sua propriedade
Ainda no banheiro gritei
Patroa! Tira daqui o doutor
Nenhuma resposta a minha suplica
E aquele homem avançou
Gritei desesperada, mas fui silenciada
Com uma forte bofetada
Entre dor e humilhação
Lutei como guerreira
Mas, ele corpulento me jogou no chão
Já totalmente dominada
Me senti cortada como navalha, fui penetrada
Quanto mais me debatia, mas prazer ele sentia
Entendi, corpo paralisado, contrariava o ato
Resolvi indignada silenciar, parar de debater, de reclamar
Mas as lagrimas não deixaram de derramar
Ele virou para o outro lado, corpo cansado
Fez um sinal dedos nos lábios
Pediu silencio, do que foi praticado
Desta forma, o estrupo foi licenciado
Senti nojo do meu corpo
Nojo, deste modelo patriarcal
Que não respeita a moral
E usa o sexismo na base educacional
Para justificar o preconceito e a injustiça social
Eu tô completamente atravessado, tipo se meu corpo tivesse decidido virar pretzel dimensional! Minha cabeça tá tão zuada que parece que foi atropelada por um carregamento de planetas rolando ladeira abaixo, e meu pescoço resolveu fazer férias no lado oposto do universo.
Um pé tá plantado numa nuvem fofinha, dançando com anjos imaginários, enquanto o outro tá cravado no chão, debatendo com formigas filosóficas sobre a existência da gravidade. Minhas mãos tentam se orientar, mas parecem mapas de um tesouro que ninguém jamais encontrou.
Se eu me mover, caio numa espiral de marshmallows saltitantes; se eu falar, minhas palavras saem cantando óperas em línguas que ainda não existem. E meu corpo todo? Ah, meu corpo tá arremetido para o oposto do normal, tipo um personagem de videogame que perdeu o controle do joystick e entrou num nível secreto de caos absoluto.
Em resumo: eu não tô só confuso. Eu tô uma exposição itinerante de surrealismo ambulante, com direito a efeitos especiais de nuvens, gravidade invertida e debates filosóficos com insetos.
Deixei isso escrito mostrando a união entre pensamentos e meu corpo
a solidariedade não me interessa mais
a escolha em ligar e desligar as forças do amor e o destino das incertezas
Deixo nessa corda
