Meu Caminho e cada Manha
Primavera//
Manhã radiante de primavera,
o coração batendo em suave compasso,
não se incomodou com a espera
da luz solar,que lhe trouxe um abraço
A vida, o ritmo dela seguiu,
até os livrespássaros cantaram,
d'alma, uma prece simples se ouviu,
do poeta,nos versos se esparramaram
Uma canção ressoou e bem singela,
mas muito bem fez ao coração !
que o jardim da vida tenha flores belas
perfumando a todos nesta linda estação !
Para uma bela manhã poder acordar
revigorado, basta uma noite bem dormida.
Se não saber perdoar seus inimigos no seu
sono iram te perturbar, e ao acordar pela manhã exausto com certeza irá ficar..
"Mais uma manhã então iniciou.
Um dia após o outro apaga qualquer
ferida, dessa vida que cisma em nos pregar peças. Porém somos guerreiros e no outro dia
já estamos de pé novamente, o velho tempo é sábio e sempre nos reserva uma bela história"...
" Acordo em uma manhã chuvosa e me lembro de teu rosto, de teu sorriso e de teus longos cabelos...
Quando me levanto, meus pensamentos flutuam e então me dou conta de que nunca poderei ter você...
Me deito novamente com o desejo de adormecer novamente e sonhar contigo, pois sei que em meus sonhos será o único lugar em que poderei tê-la... "
Madrugada solitária
Eram três da manhã...
Eu imaginando tais sensações
De está contigo,
De ser teu ombro amigo,
Pobre de mim!
Quem dera fosse assim
Tão tola de pensar,
Tão tola de sonhar,
Mas nem minha presença
Você ousa em notar.
Pela Manhã Trânsito da Índia, à Tarde os Estudantes fazem o movimento, Ao Cair da Noite Melancolia.. Assim é Igarapé-Açu
Aqui Mora a Felicidade!
Toda vez eu abro os olhos pela manhã eu confio no intervalo que a vida me dá para recuperar o fôlego e agradecer pela minha vida com tudo que cabe nela. Isso que me impele a olhar para dentro todos os dias e tornar-me a pessoa que quero ser: feliz. - ❥-
ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE...
Nove de Outubro de 2015, Sexta-feira, 7:45h da manhã.
Avistei ao longe um casal de velhinhos já octogenários. Ela na frente, os pés inchados por alguma patologia, arrastava com dificuldade um carrinho de feira vazio. Ele, logo atrás, magrinho-de-dar-dó, se equilibrava em uma bengala em passos trôpegos. Verdade que não havia faixa de pedestres ali; rua tranquila, sem outros carros passando. Parei o meu e fiz sinal para que pudessem atravessar calmamente, não me custando nada esperá-los. Um meio sorriso se esboçou na fronte da senhorinha e, passo a passo, foram tomando a rua rumo ao outro lado. O senhorzinho segurou o ombro de sua senhora com uma mão para dar impulso ao passo e ajudar a bengala em seu equilíbrio, vagarosamente.
Avistei pelo retrovisor uma motociclista que vinha logo atrás em uma velocidade baixa, mas suficiente para que eu pudesse colocar o meu braço para fora e balançá-lo, em sinal de “venha devagar… mais devagar”. A motociclista ignorou o meu gesto, ignorou a esquina… possivelmente embalada musicalmente pelos fones de ouvido logo abaixo do capacete. Ultrapassou o meu carro e freou bruscamente em cima do casal de velhinhos. O susto foi tamanho que os dois foram ao chão… corpos, bengala, carrinho de feira, respeito, civilidade. Tudo caído no asfalto.
A motociclista continuou “empinada” em sua moto e não fez nenhuma menção de ajudá-los, não moveu um músculo sequer… e eles estatelados no chão. Abri a porta do meu carro e saí e, antes que eu pudesse fazer algo, o velhinho, com toda a dificuldade e com certa rapidez olímpica para a sua idade, se levantou do chão, levantou a sua senhora com os joelhos ensanguentados e pegou a sua bengala. Em pé na porta do meu carro, pude ver uma cena similar às populares surras que ocorreram nas novelas globais “Senhora do Destino” e “Celebridade”. O velhinho, juntando as forças de seus braços magros, “empunhou” a sua bengala como se fosse uma espada e, como se tivesse tomado um elixir da juventude, desferiu golpes na motociclista posuda. Um, dois, três, quatro, no retrovisor da moto, no ombro dela, no tanque na moto, nas pernas dela. Aí sim, ela reagiu, se movimentou, pois AGORA sim, era com ela, antes não! Ela começou a gritar “velho louco! velho louco!” e ele, com a sua “bengala-sabre-de-luz”, tentava fazer alguma justiça com as próprias mãos, ainda muito trêmulas, pela idade e também pelo susto.
A motociclista arrancou a sua moto dali “gesticulando palavrões” deixando o velhinho ainda agitado e nervoso. Deixei o carro em direção aos dois para prestar alguma ajuda, pois os ferimentos físicos e emocionais eram visíveis. Peguei a minha garrafinha de água e ofereci a senhorinha sentada na calçada. Perguntei se poderiam entrar em meu carro para levá-los até o Pronto Atendimento, mas não aceitaram, alegando que estavam bem e precisavam fazer a “feira do mês”, em um supermercado próximo dali. Se levantaram, sacudiram a poeira; a senhorinha enxugou o suor e as lágrimas com um roto lenço, ajeitou seus cabelos e também o boné na cabeça de seu senhor, e, ambos, continuaram os seus vagarosos passos apoiados um no outro (creio agora que mais tristes e decepcionados do que quando se levantaram pela manhã).
Isso tudo não durou 5 minutos de relógio, e escrevo para que fique uma pequena eternidade em registro. Foi tudo muito rápido, mas não pude deixar de notar que, no veículo da descerebrada motociclista estava adesivado: “Livrai-me de todo mal, amém”.
No mínimo, irônico.
Março pela manhã
Sossegada, refrescada
Uma mordida de maçã
Ah o Sol de Março.
Solidário oferecendo um abraço.
Redimido e distraído
Perdão por o furor, por todo o desenfreio
Do Verão
Águas de Março levando a estação
Março marcando meu coração.
Solidão é a música que escuto as duas da manha em meio a um abajour aceso e uma luz que vem da Lua.
Solidão é minha melhor amiga
Solidão me faz pensar me faz crescer
Solidão é som de mudança e crescimento
Nova vida
Raio da manhã
Aurora que carrega uma energia de renovação
Luz que me penetra a alma
Eu sempre acreditei que tu voltaria um dia
Para aquecer está terra gélida
Esses corações secos
Essas almas vazias de arte.
Esperei, ansiosamente uma nova vida
Sofri vendo tantos artistas partirem sem olhar para trás,
Desesperei-me ao ver morrer dentro de quem ficava
O poeta que a mim se unia
O que adianta essa terra ser fértil
Se é mal utilizada?
SOCIEDADE...
Nutrem-se de que?
...
Do que eu alimento não!
Oh meus queridos!
Não tens a alma externada
Não exalam poesia
Amigos
Companheiros
Venham…
Vós que me ensinais o ofício de viver
Ressuscitem
Se queres
Me comam
Vistam-se de mim
Usem-me como definição
Recite-me
Levantem-se para saudar o novo tempo que se inicia
Vamos semear cultura sobre essa terra
Cantar
Dançar
Recitar
Viver
AMAR
Sob essas turbas vazias
Eu sinto o vento passar
E é para os seus quatro cantos que eu declaro
Braços abertos
Coração flechado
Voz alta
E corpo tranquilo
Os poetas ressuscitaram
Espalhando cores por cada esquina
E repovoando essa terra!
Otacílio José
Acordar pra vida é muito mais que abrir os olhos de manhã. Acordar pra vida é, sobretudo, ter coragem pra encarar a vida e buscar o que nos faz feliz, de fato.
"Tomar nosso café da manhã num copo de vidro ou usando um aparelho de porcelana chinês não faz a mínima diferença. O que importa mesmo é se o fizemos com gratidão ao universo por mais um dia de vida."
O presidente de uma certa companhia...corria todo dia de manhã em um parque. E nesse parque existiam muitas latas vazias jogadas no chão. Não conseguindo ignorar isso... o presidente decidiu pegar uma cada vez que ele ia correr. Mas como haviam muito mais latas sendo jogadas... do que o presidente podia recolher, elas foram aumentando, e não diminuindo. Mas o presidente, todos os dias, continuou recolhendo uma delas. Foi incrível, mas depois de muito tempo, o número de latas começou a diminuir. Na verdade, os outros corredores foram inspirados pelo presidente... e começaram a pegar as latas também.
Tenho
Em pensamento te tenho todas
as noites.
Sei que me sentes.
Me sentes, em casa pela manhã
te beijando loucamente.
Me sentes ao teu lado nas ruas.
Quando ficas sozinha e relaxas,
aí eu de ti tomo conta, e se deixares
junto de ti, eu não saio nunca.
Perto de ti eu desejo, o resto da vida ficar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
O mar vem
Ondas benditas ondas nessa manhã
Céu ainda vermelho
O amanhecer está lindo
Vai saber quem diz
Depende de mim essa visão
O mar me contou histórias e eu não ouvi
Não quis sentir
A se eu escutasse tudo o que ele disse
Certeza que hoje não estaria aqui
Ondas quebrando são espetaculo
Meus olhos se abrem
O sal tempera a alma
Cozimento lento
As ideias estão prontas
Um poema é pouco não é suficiente pra mostrar
O mundo que eu tenho
E tudo o que quero lhe dar
Vai saber quando o amor chega
Ele é confuso e me cega
Sim sou um desses que se cega pelo amor
É um fardo mas eu até gosto
Nem sempre temos que vê a vida como ela é
Uma projeção as vezes nos acalma
Ou me diz que nunca se impressionou com uma flor?
A como eu amo flores
Quero mil em meu jardim
E na descrição de cada uma um verso dos poemas que te fiz
E sim
Quero coragem pra prosseguir
Eu vou conseguir
A tantas flores por aí
Vai saber quao linda outra será
Cada uma é única
Não é porque uma te espetou
Que outra não pode agir de outra forma
toda a flor deseja um caule sem espinhos...e que a vida seja um rio de águas serenas na manhã calma...
Na manhã branca e fria
fico sonhando o impossível
parece que ouço bem perto
a música do teu sorriso
Então grito o teu nome
no ar onde flores exalam
responde-me apenas o eco
em lembranças que não calam
- Relacionados
- Frases de Natal para renovar a esperança em cada coração
- Frases espíritas: sabedoria e reflexão para iluminar seu caminho
- 27 poemas de bom dia para celebrar uma nova manhã
- 57 frases motivacionais para agradecer por cada etapa da jornada
- Textos sobre a vida para encontrar beleza no caminho
- Frases de Jesus Cristo para iluminar o caminho
- Feliz aniversário, meu amor: frases para uma surpresa inesquecível
