Meu Amor Viajou

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"Meu grande sonho é falar para todos abertamente e gritando em alto e bom som que eu te amo,sem medos ou represarias,falar para qualquer um ouvir que é você quem amo,e quando escondo meus reais sentimentos é uma tortura lenta,não me expressar,falar,e não me declarar é um machucado em mim,eu minto dizendo que você não significa nada para mim,e que eu te esqueci,por favor não se entristeça,tenho certeza que eu te quero,mas se minto é para te proteger,e um dia o meu brado dizendo seu nome vai ser tão alto que todos vão saber,calma."

Inserida por AmandaVic1006

Não perdi meu tempo, ganhei conhecimento.

Inserida por mestrearievlis

Meu coração está triste...Eu sabia que tudo não passava de um sonho. O que eu não sabia era que iria te amar tanto!

Inserida por belandrei

O chamado

Quando a Morte me encarar
Face a face
E sorrindo
Invocar meu nome
E o Destino me disser:
- Eis seu último minuto!
Abrirei meus olhos
Levantarei meu corpo
E, encarando a Morte
E o Destino,
Direi:
Meu último minuto
Pertence ao Senhor;
Quem vem me buscar
Não é a Morte...
Mas a Vida!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


PENEDO OU ESPUMA?

Penedo ou espuma?
Vaporosa formação granítica
Rocha para correntes espumantes
Espuma ao contato das tempestades.

Quem és na essência
Se flutuas como tênues flocos
Se envergas trajes de matéria densa?

Na noite de teus mistérios
Ao esvoaçar de asas
Ensombrece o penhasco
Em enigmático mutismo.

Nos escaninhos de teu ser
Procuro espuma
Encontro penedo
Esculpo rochas
Desfaço espumas.

Que porta se abrirá
Ao chamado da dúvida?

Penedo e espuma
Dois estados do mesmo elemento
Encontro a ambos
No mesmo cenário:
Penedo é coragem
Espuma é indecisão.

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


C R I A Ç Ã O

Meus versos, minha poesia
Não me pertencem:
Faço-me instrumento
De vidas alheias
De alheios sentimentos.
Sento-me no Banco da Vida
E transcrevo o grande poema
Dos homens
E dos deuses!
Minhas linhas são minha efígie
No anverso e reverso
Da moeda do tempo;
Crio vidas já nascidas
Sou senhor de alforriados
Pastor sem rebanho.


Meus versos, minha poesia
Não me pertencem:
Sendo a vida luz
Sou iluminado
E ilumino
Por minha vez!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


EM BUSCA DE UM CARNAVAL

Minhas ruas da infância
Estão vazias de sonhos e de confetes.
Os espirradores coloridos se esvaziaram no tempo,
Molhando requebrantes serpentinas.
Os pierrôs se fizeram mais tristes:
Suas colombinas perderam as fantasias
E em mulheres se transformaram;
Meu bloco virou a esquina
E o Bloco da Alegria
Em Bloco da Agonia se tornou;
Os mascarados tiraram as máscaras
E seus rostos outras máscaras se tornaram.

Meu carnaval menino
Em que espelho da vida
Escondeu seus foliões!?

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


CONVITE AOS SONHOS

O sono, traído pela inspiração,
Parte, contrariado,
A cerrar outras pálpebras
Insugestionáveis.

O poeta, atraído pela inspiração
Ressurge, reavivado,
A perder segmentos de sua alma,
Manchando alvos papéis
Com a cor perene
De seus voos de Ícaro!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.



INTRINSECAMENTE

Esta é uma noite minha,
Intrinsecamente minha!
A estrela mais brilhante
Reflete em meus olhos;
O vento brando que beijou
As flores noturnas
Minhas narinas entorpecem;
A melodia do universo sussurra
Em meus ouvidos atentos;
Os sonhos contam segredos
Decifrados por mim.

Esta é uma noite minha,
Intrinsecamente minha!
Todo o universo
A mim se ofertou
E igualmente
A mim arrebatou!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


APELO

Quero humanas criaturas a me amar
Além do baço reflexo de minh’alma
De minha fisionomia, que ri e que chora,
Em sentimentos puros ou contrações involuntárias.

Quero humanas criaturas a receber
Meu coração púrpuro
Fresco de sangue,
Que é morte... mas também vida.

Quero humanas criaturas a soprarem
O hálito de sentimentos
Em meu coração pequenino
Querendo crescer, ao sabor da vida.

Quero humanas contradições
Alimentando meu coração
Quase sumindo...
Meu coração quase crescendo
Vertido de uma alma entorpecida
Buscando a humana vida:
Pequenino brilhante imerso
Nos desejos humanos!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


ESPELHO

Quando o tempo tatuar meu corpo
Com as rugas da idade
E o espelho refletir minha imagem
Tão estranha aos ares da mocidade
Que verão meus olhos cansados?
Uma vítrea personagem sem alma
Dublando um resto de vida?
Uma alma esculpida em bronze
Afrontando, sobranceira,
O inevitável Mistério?

As linhas tão profundas
Sulcando minha matéria frágil
Aumentarão a luz
De minha candeia íntima
Transformando minh’alma
Prenhe de liberdade
Num candeeiro sem fim?

Ó Tempo, eterno coletor de débitos!
Que me cobrará teu aguçado desígnio?

Quando o Tempo tatuar meu corpo
Com as rugas da idade
E minha imagem diluída no espelho
Perder o alento de quem se mira
Indagarei aos anos idos:
Que espectro me reveste o presente:
Anjo ou demônio?

Quando o Tempo tatuar meu corpo
Com as rugas da idade
E no espelho não houver imagem
Que me cobrará a Vida?
Com que peso ou leveza
A Pena da Eternidade
Lavrará minha sentença?

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


V a t i c í n i o

Enquanto o belo
For estandarte;
O ideal
Profissão,
O canto do poeta
Será semente
Fecundando
A escuridão!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


Vértice divino

Durante milênios
Sentei-me na relva do mundo
E perscrutei as estrelas
Em busca de outros seres.

Durante milênios
Ao lado de pequenina semente
Reguei minha imaginação
Buscando formas
Procurando respostas.

Durante milênios
As estrelas cintilaram
E a roda do universo girou
Mas meus olhos cegos
Somente viram sombras
Da realidade tão perto.

Durante milênios
Voei o voo raso
Dos desencontros
Sentei-me no topo do mundo
E somente vi desolação.

Durante milênios
O mundo sulcou minh’alma
E descerrou minhas ilusões
E a semente da vida
Agora em botão
Mostrou-me os seres
Que há muito
Davam-me as mãos.

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


VOO TRANSCENDENTAL

Sou pássaro encerrado
Nas grades das ilusões
Cantando canções de liberdade.

Minhas asas querem o voo
Das grandes alturas
Alcançar a Fonte
Das águas cristalinas.

Além, onde os pássaros voam livres,
Quero mergulhar no Oceano da Luz
Planar nas correntes da paz
E mitigar a sede
Nas águas do conhecimento.

Inserida por SergioDiniz001

Hoje o meu nome é gandaia

Inserida por DanielK4nt15t4

Amo-te sem pressa
Afogo as palavras no meu coração
Com toda a tua alegria.
--✿•*•*✿ ---

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

"Chama minha atenção,me analiza,procura cada ponto fraco meu.Mas,não percebe que o seu ponto fraco sou eu."

Inserida por AlessandroOLIVEI

“O meu alimento vem do céu. ”

Inserida por DhianninyAzolini19

O mal que as pessoas pensam ao meu respeito, isso é um problema delas, não meu.

Inserida por buarque2

E quando anoiteceu, nada mais pude ver, por mais que meu esforço era grande ,de nada adiantou a procura na escuridão...

Inserida por LynconVinicius

Meu desejo era apenas que suas palavras fossem compatíveis com suas ações.

Inserida por LynconVinicius

Serão teus olhos meu pecado
meu veneno,
ou serão minha liberdade
minha prisão ?

Inserida por LeoniaTeixeira

É no passado remoto que colho as lembranças do meu sacrifício e dedicação no trabalho para que minha família tivesse um futuro promissor e hoje vejo que embora tenha dado buns frutos sempre se perde algo valioso na safra da vida.

Inserida por Gilrefatti

TEIA DO DESTINO

Já enfrentei o meu sol talvez divino
Olhar sagrado onde o corpo arde
Despida com o tempo que cansa
O sino que vem desta pobre alma

Onde o vento leva no ar as cortinas
Rasga as paredes como teia do destino
Por temor impede que brote o sangue
Envolto nas chamas de um belo sonho

Perdi o rastro de alguém que cortasse
Desatasse o orgulho de um ser covarde
Com muita sutileza desarma o coração
Dessa nudez que o cego não vê e teme

Sobre uma estante de medos de sangue
Que se revela ao toque do sino da igreja
Pecado de um passado aparece mais forte
Invencível teia em qualquer época do ano.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

"Jamais defenderei os interesses de uma só pessoa. Luto pelo bem comum, meu desejo é ver triunfar a democracia."

Inserida por SinvallSimoes

Vem me amparar, deixo meu corpo em teu coração. Tende piedade de nós.

Inserida por mestrearievlis

... Alma gêmea...

... Um sublime vento bateu em meu rosto, levei minha atenção em sua direção, um perfume distinto exalava, vinha de uma imagem maravilhosa jamais vista, perfeitamente como descrevia em minha mente, uma pintura bem detalhada, não imaginária esta perfeição, curvas magníficas e um formato ideal para os olhos, pasmado não contive em lágrimas de emoção, pois ouvia dizer que era para os iluminados tal feito, porém despertei e percebi que não se passava de um sonho; como queria esta realidade e poder revê-la realmente, minha alma gêmea, pura e cristalina... sivi-2016...

Inserida por sivi

Tu serás meu eterno namorado ❤

09/02/2016

Inserida por RenataMatos13

Minha vida foi colorida por um anjo, um anjo que se tornou meu, mas tive que fazê-lo voar para o seu bem.

09/2/2016

Inserida por RenataMatos13

Quando você foi embora, me peguei soltando os sorrisos que eu queria ter dado com você ao meu lado. Ta ficando sério ou eu quem estou sentindo as coisas indo rápido demais? Toda vez que você vai embora quero te pedir pra ficar um pouco mais. Só mais um tiquinho de nada. Tipo... a vida inteira? Posso deitar a minha cabeça nos teus braços e dormir quietinha pra sempre?
Se eu pudesse te fazer um pedido seria esse: não se perca de mim.

Inserida por KarolAmorim