Meu Amigo Ama minha Mulher
Hoje ao meu redor ta um silencio,o único barulho q escuto é da minha mente conturbada,hoje eu só queria o teu abraço e ouvir tua voz que toda essa fase ruim vai passar.
Mesmo que algo me desencante, destacarei flores em meu olhar aos merecedores da minha caminhada de paz, sorrisos e aplausos constantes à vida. Afinal, a chave da minha felicidade vem de Deus...
amor,
amor,
sutilmente minha paixão
que devora a vida do meu coração,
perdido para sempre minha vida...
tangente desta momento eterno.
Ah minha ser querida
meu sonho
meu amor
imaginar ter o teu amor
é um céu particular
E que arrepios isso me dá
e ondas de teu calor me afogam
e que prazer isso me dá!
Me queres amar? então amemo-nos!
num feliz entregar-se
perdidos em nos mesmos
em horas infinitas
apaixonantes
inesquecíveis
Te amo tanto tanto tanto!
tenho rastros de ti na alma
ouço teus passos no meu coração!
o som do teu riso
é minha canção
a luz de teus olhos
é meu abismo verde de amor.
Ah como te amo Anjo do meu amor
e sempre me quero na palma de tua mão
pra ser acorde de teus desejos de amor
tocados por tua paixão
Pra ser a música dos teus sentimentos
a cada batida de teu coração
e que loucura isso me dá!
É como o teu suspirar
num amanhecer perfeito
o teu olhar cheio de estrelas verdes
o sol brilhando em teus cabelos
o vento trazendo-me o teus beijos
o teu carinho
e o que sinto é quase êxtase
porque te vejo sorrindo...
Minha cabeça ta tão confusa pois preciso de você pra me ajudar.
Quando me abraça meu mundo fica seguro eu preciso de você pro resto da minha vida
DE POETA PARA POETA DIZ ...
De um suspirar da minha alma apaixonada,
te confesso meu poeta amado que sem você
sou folha morta, largada, história sem fim.
Não nego, sou apaixonada, quer por sua poesia
Quer pela sua pena viril de Poeta
Sou alimento para teu desejo de amor,
Águia mensageira dos dias que está por vir. Meu peito, seu ninho, onde me aninho ,
Vontades , toques , teu carinho e a virilidade do homem que leva pelas mãos.
Meu coração de menina, moça e mulher errante, amante, provoca sem medidas,
So por te ler , entro em êxtase, tudo gira,
Tudo pulsa por causa de você.
Meu corpo convida ao ritmo de nosso tango em cadencia romântica, irracional e instintiva para o alçar de meu voo ao flutuar de nossas almas .
Teu meio olhar fatalmente rasga minha alma, sem segredos me invade, se faz dona de mim. Me perco em teus beijos, esqueço de mim, me largo nessa paixão que me arrebata, alucina, me diz sim, outras vezes, não, explode nesse meu louco querer.
Sim, Fomos feitos pra nós dois,
não diga nada, eu sei quem sou,
Venha fazer daqui sua morada adentro Amado, te confesso, de poeta para poeta...
Você é tudo pra mim.
E nem precisa dizer , caro poeta ,
que tu não vives sem mim...
____________ Maria Izabel Sá Ribeiro
MINHA BONECA DE VERDADE
Quando criança ainda, lá com meus seis anos de idade, morava com meus pais e mais sete irmãos no sítio e não possuía nenhum brinquedo de fábrica. Todos eram confeccionados em casa, em conjunto com as amiguinhas vizinhas, com meus irmãos e às vezes minha mãe tirava um tempo e nos ensinava a fazer algumas coisas interessantes.
Nós, as meninas, fazíamos bonecas de sabugo para brincar. É, sabugo mesmo, aquela parte que sobra do milho seco depois de debulhado. Escolhíamos o maior de todos os sabugos disponíveis no paiol. Cortávamos retalhos de tecidos cedidos por minha mãe, que sempre os tinha guardados numa sacola, pendurada atrás da porta de seu quarto de costura. Escolhidos os tecidos, pegávamos a parte mais grossa do sabugo, o que seria a cabeça da boneca, nele colocávamos o tecido na extremidade, como se fosse uma touca, amarrando firme com uma tirinha, para não se soltar (porque cola nós não tínhamos). Em seguida, escolhíamos outro retalho e fazíamos uma saia, pregueada ou franzida, com as mãos mesmo, nada de agulha ou linha! A coleguinha ajudava a amarrar com tiras finas da própria palha do milho. Com um lápis preto ou mesmo um pedaço de carvão, desenhávamos os olhos e com semente de urucum, a boca.
Pronto! Estavam ali nossas bonecas. Lindas! Cada uma com a sua. Diferentes umas das outras, devido a escolha dos retalhos coloridos. Felizes, brincávamos por horas a fio.
Mas um belo dia, uma priminha da cidade, veio com meus tios nos visitar, trazendo consigo uma boneca de verdade. Fiquei encantada! Nunca havia visto uma, e tão linda. Tinha os olhos azuis e cabelos cacheados.
Daquele dia em diante minha vida mudou. Não quis mais saber de brincar com boneca de sabugo. Eu queria uma boneca de verdade. A novidade mexeu com meus sonhos, até então acessíveis.
Chorava e implorava para minha mãe. "Quem sabe no Natal", dizia ela. Pedir para meu pai, nem pensar. Para ele, brinquedo era desperdício de dinheiro. Era o jeito dele ver o mundo infantil. Posso jurar, foi o ano mais longo de minha infância: Eu queria minha boneca de verdade e ela só viria no Natal.
Chegou o Natal, como tantos outros, mas para mim seria diferente, eu teria minha boneca de verdade. O "talvez" de minha mãe eu esquecera.
Fomos com toda alegria, bem cedinho, ver os presentes debaixo da linda árvore natalina. Cada um procurando o seu, embrulhados em papel comum, mas com nosso nome marcado pela letra de minha mãe. Porém, cadê a minha boneca de verdade? Ela não veio. Ganhei sim, uma pequena sombrinha, que no dia seguinte já estava quebrada.
Chorei muito e ainda levei umas boas palmadas de meu pai. Ninguém me consolou. Não compreenderam a minha tristeza. Minha mãe deve ter percebido, mas como nada podia fazer, não deixou transparecer; apenas prometeu-me que daria um jeito, "talvez" na próxima ida à cidade grande, na época das compras. Isto não me consolou. Foi, sem dúvida, o Natal mais triste de minha infância.
Depois daquele fatídico Natal, em que não ganhei meu presente desejado, minha tristeza, felizmente, durou pouco.
Janeiro era o mês do padroeiro da cidadezinha onde frequentávamos a escola, o catecismo e as missas dominicais. São Paulo, lembro-me bem, era o santo padroeiro da capela e nome do sítio de meu pai, onde morávamos.
Todo ano os moradores se reuniam e preparavam uma bela quermesse, com direito à visita do bispo, padres de outras paróquias, fazendeiros, sitiantes e colonos de toda a redondeza para uma linda missa cantada. Para a quermesse eram doados bezerros, sacos de café, leitoas, carneiros, frangos e artesanatos feitos pelas mulheres e moças prendadas da comunidade.
Uma rifa foi organizada, cujo dinheiro iria para a reforma da igrejinha. Um bezerro era o prêmio e de brinde, vejam só, uma linda boneca confeccionada por dona Mariquinha, mulher muito conhecida por suas habilidades na agulha.
Quando vi aquela boneca, fiquei deslumbrada! Eu queria uma boneca de verdade e esta era a minha chance. Procurei por minha mãe, que estava na cozinha de uma das barracas, liderando outras mulheres no preparo da comida a ser servida durante a festa. Implorei que comprasse um número, porque eu queria uma boneca de verdade. Meu pai não era dado a gastar dinheiro com estas extravagâncias, mas naquele dia ele sucumbiu ao meu apelo e cedeu. Comprou um único número. Nem preciso dizer que dei muitos pulos de alegria.
Ao anoitecer, quase no final da festa, chegou a esperada hora do sorteio..Bingo! Meu pai ganhou o bezerro e eu ganhei a minha “boneca de verdade”.
Ela era deslumbrante aos meus olhos de menina. Tinha uma aparência diferente. Fora feita à mão, uma boneca de pano com jeito de moça. Trajava um vestido branco de renda, com fitinhas coloridas de cetim, por toda borda da barra da saia. O decote mostrava o início de fartos seios. Perfeito! Minha boneca de verdade, com corpo de moça feita, seria a mãe de todas as bonequinhas de minhas coleguinhas da vizinhança.
No dia seguinte, de tardinha, minhas amigas e eu fomos brincar de boneca, numa ansiedade sem tamanho. Nos instalamos dentro de um velho bambuzal, e lá ficamos por horas, nos deliciando em nossas fantasias infantis de mamãe, comadres e tias. Sim, porque toda boneca era batizada, ganhava um nome e uma madrinha.
Antes do anoitecer, minha mãe me chamou para ajudá-la nos afazeres do jantar. A brincadeira se desfez e aos poucos a noite chegou.
Na manhã seguinte, acordei aos pulos. Eu havia esquecido minha boneca de verdade no bambuzal. Corri para buscá-la. Qual não foi meu espanto quando a vi: estava toda encharcada, estufada, desbotada, manchada, descolorida, quase decomposta.
Havia chovido a noite toda!
Autora: Melania Ludwig
Uma lágrima se fez milagreTodos vêem a minha dor
Meu grito de socorro parece não ter fim
É impossível as lágrimas não cairem
Mas, Deus pode mudar e se tornar possível
Apenas as gargalhadas
Nos braços do Pai posso descansar
Mesmo que meu sorriso não se veja mais
Eu sei que Deus tem um Milagre para mim.
Melania Ludwig
2 de agosto de 2011 ·
Meu oásis é você!
No deseto de minha solidão busco o oásis em seu coração...
mel - 02/08/11
Não pense que eu não te amo apenas porque falei, a minha boca representa a minha voz, mas o meu coração representa o que eu quero....
Doces sonhos
Onde eu ponho minha cabeça sobre o meu travesseiro
Deito, choro, grito!
Imito o choro dos pássaros que já não me acordam mais
O vento passa a ficar lento com um tempo
Já não consigo mais enxergar aqueles pequenos galhos secos
As freiras, coitadas, estão presas em um convento
Mal podem mostrar o seu talento
O vento sopra, toca os olhos da doce menina
Se tu és tão pequenina
se permita dançar
Amar, sorrir e sonhar.
O dia da minha morte chegará, meu Espírito irá desencarnar e ele irá para o mundo espiritual, no momento que ele chegar, quero entrar em um longo processo de evolução para quê quando ele retornar e isso se ele retornar, estará bem mais preparado.
"Nesta noite de inverno seu corpo junto ao meu,
beija minha boca e sussurra que nesta noite de lua serei sempre sua."
- Relacionados
- Feliz aniversário, mulher guerreira: frases de parabéns para celebrar seu dia
- Frases de Raul Seixas para quem ama rock e poesia
- Frases para conquistar uma mulher e impressioná-la
- Mensagens de despedida para amigos para marcar o coração de quem parte
- Eu sou assim: frases que definem a minha essência
- Versos e Poesias para Amigo
- Mensagem para Amigo que Morreu
