Metropole

Cerca de 28 frases e pensamentos: Metropole

O lirismo da metrópole.

Coisas paradas
Coisas marcadas
Negócios fechados
Retratos falados
Retratos falantes
Criticas da ética
A ética dos hipócritas...
La fora a poluição
La dentro o descaso
Mentiras alheias
Verdades ocultas
Ainda da pra ser feliz!
Tudo o que dueu em nós
Não tem valor alem dos dos bens.
Fundamental e ser igual
Onde tudo e diferente.
Descobrir longe tudo
No lirismo dos desejos
A felicidade, vamos lá, óh minha gente!

Inserida por msmj

Cidade que não dorme

Maior metrópole da nação,
Centro histórico e financeiro,
São Paulo é como um coração,
De mãe, que acolhe o país inteiro!

Nasceu em pleno verão,
Em vinte e cinco de janeiro.
Lugar de oportunidades,
Para quem trabalha com firmeza.

A esperança mora nesta terra,
Para o seu povo que sempre luta.
São Paulo é cidade que não dorme,
Para conquistá-la, só com muita labuta!

Os que buscam recanto nesta cidade,
Conhece o seu espírito hospitaleiro.
Para ela não existe homem estranho,
Abriga à todos com carinho lisonjeiro.

Inserida por 81024673

Metrópole Qualquer

Prédios entre fumaceiras
mendigos entre sujeiras
trampar sofrer ganhar.

Um pivete vai correndo.
Um ambulante vai correndo.
Um empresário vai correndo.
Correndo...as pernas olham.

Eta vida besta, meu Deus.

Inserida por lucian1989

A minha Ribeirão Preto não é a gênese, é a revisita. Não é a metrópole , é a cidade pacata do quarteirão francês. É onde o público ensina e forma os jovens a se transformarem líderes da coisa privada.

É a cidade largo, outrora capital da cultura, do renascimento, do experiente cheirando a novo.

É a do Teatro do Imperador, das praças e do cafezinho. É Única. Altiva, capitaneia a região soberana , congrega os locais.

A Ribeirão pela qual me apaixonei é a do Otoniel, do antigo e , ao mesmo tempo, renovador, colégio Estadão. Diretor herói do Sertão, que clamava pelo Hino Nacional com respeito e orgulho.

Ribeirão, das domingueiras recreativas aos sábados da Nove de Julho. É a cidade dos nomes globais. De Heraldo a Ernesto. Do Nacional ao Fantástico. Do Pereira ao Paglia. Universo das rádios, do Datena ao Marcio, irmão do Zé e do Edmo.

A Ribeirão em que meus filhos e meu neto nasceram não é menos charmosa, é mais comercial. É política, com conquistas e dissabores.

A Ribeirão que me entristece é a que não reconhece. Grandes nomes da educação, da cultura, das artes e do esporte. Figuras carimbadas , hoje desdenhadas. Esta não é , definitivamente, a minha terra.

A minha terra tem palmeiras na Jerônimo, tem Museus, tem Bosques, tem Condomínios de luxo , tem estádios grandes e vazios, tem desenvolvimento, tem futuro.

Quem tem raíz, tem vida. Tem o chopp na veia, tem a história bem formulada , nunca acabada. Tem orgulho e cuidado. Somos responsáveis pelo que amamos.

A Ribeirão, enfim , que queremos é a que iremos construir, divulgar e respeitar.

Inserida por JorgeRodini

⁠SOMOS DE PALMINÓPOLIS!

É muito diferente
O Amor que a gente sente
Não é por nenhuma Metrópole
Fico todo envaidecido
Quando perguntam onde fui nascido?
E digo: "Sou de Palminópolis".

Somos persistentes
Somos inteligentes
Somos um povo nobre
Somos orgulhosos
Somos amorosos
Somos de Palminópolis!!!

E um amor que transcende
Os filhos também entendem
E até acham muito top
Quando alguém lhes perguntam:
Seus pais são de onde?
"Meus pais são de Palminópolis!"

Somos privilegiados
Somos gratificados
Às vezes simples, as vezes pop
E isso é consciência
Somos iguais nas diferenças
Quer dizer: "Somos de Palminópolis!"

Edvaldo José / Mensagens & Poesias

Inserida por edvaldojoseescritor

⁠Que mundo é esse, em que vivemos?!

Quando saímos de casa, nesta grande metrópole, tentamos andar sem medo, mas o fato é que no dia a dia, onde quer que moremos, o surpreendente pode acontecer; ao caminharmos por uma rua ou avenida temos que ligar nossos sentidos de alerta: o perigo nos espreita a todo instante, em cada esquina. Desde o amanhecer, a qualquer hora do dia ou da noite podemos cruzar com um bandido! Eles, querem nosso celular, nosso carro, nosso dinheiro. E para isso, são inescrupulosos. Não basta tomarem o bem material, muitas vezes querem também às nossas vidas.
Se estamos andando a pé, de bicicleta, ou de carro, não importa! Eles atacam quando menos se espera, eles estão misturados com os cidadãos de bem, e não há como diferenciá-los. A princípio somos todos iguais, não é mesmo! Então, não dá para separá-los pela aparência, e saber quem é do bem e quem é do mal!
Num repente! Numa próxima esquina, um motoqueiro pode aparecer, disfarçado de entregador e nos dá voz de assalto: Perdeu! Ele diz: “passa o celular e a carteira”, aí entregamos tudo a ele, e rezamos para não levar um tiro.
Se estamos de carro, eles também nos espreita, e ao pararmos, seja no farol, ou na porta de nossas casas, a história se repete:
Perdeu! Dê-nos as chaves! E neste caso, podem nos levar no chamado “sequestro relâmpago” e só nos soltam depois de esvaziar nossas contas - com nossos cartões e senha, arrancados sobre torturas – e só aí, bem assustados, conseguimos respirar a liberdade, então, agradecemos a Deus por ficarmos com nossas vidas.
Que cidade é essa, que onde nenhum lugar é seguro: nos quatro cantos dela: de manhã, a tarde ou a noite, o perigo nos espreita em cada esquina.
Somos prisioneiros do medo em nossas casas, porque do lado de fora há sempre um bandido a nos espreitar, e se o encontro for inevitável pode ser fatal.
Que mundo é esse em que vivemos?!

Inserida por wilerjaeder

Permanecer nos aforas da metrópole
a adivinhar a gramática do silêncio
e sentir a imobilidade daquele chão
- de terra batida.
Perceber a sombra da tarde
prenunciar a aproximação da noite,
sol se estirando preguiçoso,
sonolento, para os lados do horizonte,
deitando atrás da montanha...
Esperar o sono para saber a hora de dormir.
Dispensar palavras, para não quebrar o encanto.
Sonhar, sonhar e sonharcom acordes
- e sem necessidade de ensaio ou pauta musical.
Enfim, ter uma vida além dos seus limites,
medianamente adjetiva,
condenada apenas à felicidade.

Bendito chão mineiro a me purificar a alma!

Inserida por Rose05

“Na metrópole profana,
Um mendigo indigente,
Se torna a lenda urbana,
De um guerreiro valente."

Inserida por michelfm