Metade
"Pedaço de paz é a felicidade.
Pedaço de mim, em ti, é metade.
Pedaço de amor é solidão na verdade.
Pedaço do bem é a maldade.
Pedaço da calma é o fim de tarde.
Pedaço da alma é a simplicidade.
E eu por inteiro, sou só saudade..."
Reencontrei-te, minha metade eterna, No abraço do tempo e do destino, Com corações que batem em rima terna, Unidos pelo amor divino.
Na dança dos astros e das estrelas, O universo conspirou por nós dois, Trazendo à luz as promessas belas, De um amor que em nós se compôs.
O beijo selou o encontro sagrado, Duas almas que se reconhecem, Num matrimônio celestial, abençoado, Onde os corações, em uníssono, se aquecem.
Agora somos um só, um inteiro, Completamos o quebra-cabeça da vida, Com mentes e almas num só roteiro, Vivendo as promessas divinas prometidas.
Em um mundo onde as pessoas dançam ao ritmo da sedução, metade da vida é gasta em um jogo de olhares desviados e sorrisos disfarçados. Cada gesto, cada palavra, uma tentativa de capturar a atenção e o afeto dos outros. Mas, à medida que o tempo passa, a outra metade da vida se dissolve em uma névoa de ansiedade, alimentada pelas expectativas e julgamentos alheios.
É um jogo antigo, onde as regras são incertas e as recompensas, efêmeras. No entanto, chega um momento em que a alma cansada anseia por liberdade. Abandonar esse jogo é um ato de coragem, um passo em direção à autenticidade e à paz interior.
Você já não jogou o suficiente? Não é hora de viver para si mesmo, de encontrar alegria nas pequenas coisas e de abraçar a serenidade que vem com a aceitação? Renda-se, pare de segurar a vida, você não está no controle. Deixe para trás as máscaras e os papéis, e descubra a beleza de ser verdadeiramente você!
O que adianta amar somente pela metade?
há por acaso amor incompleto, ou há somente um gostar sem fervor.
Talvez pense em me levar...Mas se na metade do caminho ...Desviar seu olhar apenas me repouse ...As margens de um lago manso... Para que possa em outro olhar encontrar meu lugar.....
Te vejo distante,lágrima é metade saudade...
A outra encanto...Sou metade do sonho...
a outra do amor...Me junto sou apenas dor...
Sou templo vazio...Dança se par...
Olhar se brilho afogado no desejo de amar...
Saudade devasta ...Sou canto sem graça...
Já fui dos teus braços ,de bocas coladas...
Sonhei acordada...andorinha feliz...
Soluços e beijos tirando o ar...
Sabe que sem você não tenho paz...
Sou castelo de areia na beira do mar
Vou vagar sem defesa na eternidade
do seu envolvente olhar...
Quando você acha mais da metade do mundo babaca, você passa muito tempo sozinho.
As pessoas que tenho em minha vida, me bastam. Não falta, nem sobra. Sinceramente, eu não nasci colada com ninguém !
Metade de mim te ama; a outra metade te odeia. Metade de mim te quer perto; a outra te quer longe. Metade de mim não vive sem você; a outra é feliz sem você.
Jamais aceite o amor pela metade. Migalhas não alimentam. Antes, matam por desnutrição. No fim, ou morre o amor ou morremos nós.
Metade minha é silêncio, a outra é vento a levar-me as mais profundas intenções da minha alma.
11/21
No meio da nada, existe o meio;
O meio é a metade de tudo que se pode dividir
Em meio a tanta sujeira politica humana
Fico com o inicio do começo de uma nova era, que não é agora
O Nada com seu meio, mas também com o inicio e fim
Então deixarei de ser nulo...
Não a meio que mude minha opinião de que hoje o nulo é a saída
Só consigo ver nas intenções fins, confins, enfins
Inicio, meio e fim não combina com as intenções politicas, que são inertes
Politicos sujos, o câncer do mundo
Preciso voltar acreditar no inicio, meio e fim...
Um dia quem sabe volto a confiar nos homens de terno e gravata
Mas não hoje!!!
Nenê Policia ....Eu voto nulo
POLITICO NESSA CIDADE DE CUNHA, MAIS PARECE UM ORELHÃO, A CIDADE ESTA CHEIA DELES, SÓ QUE A METADE NÃO FUNCIONA E A OUTRA METADE ESTA SEMPRE NAQUELE TUM TUM TUM DIN DIN DIN PRA VOCÊ ...
NENE POLICIA
O cristão genuíno não segue a palavra de Deus pela metade, pois o espirito que está nele o direciona a viver a verdade.
Acostumar-se é se perder.
A gente se acostuma a relacionamentos mornos, a conversas pela metade, a abraços sem aperto e a beijos sem presença. Se acostuma com a ausência dentro da presença. E porque não recebe afeto verdadeiro, logo aprende a não esperar muito. E, porque não espera, começa a se contentar com migalhas — e, nesse processo silencioso, desaprende a desejar o que é inteiro.
A gente se acostuma a viver em apartamentos de fundos, com janelas que não dão para o horizonte. Se acostuma com a vista limitada — e, com o tempo, com o olhar limitado. E o mesmo acontece no amor: a gente se acostuma com quem não olha dentro da gente. E, quando ninguém mais vê a alma, a gente deixa de abrir as cortinas do próprio coração. E aí, se esquece do sol, do vento no rosto, do que é se sentir vivo.
A gente se acostuma a acordar já cansado, a viver no automático, a não ter tempo nem para si, muito menos para o outro. O “bom dia” vira obrigação, o “te amo” vira rotina, e o toque vira cumprimento. E aí, sem perceber, nos tornamos estranhos dentro dos nossos próprios relacionamentos. Dormimos ao lado de alguém e, ainda assim, sentimos frio.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro por uma mensagem que não vem. A ouvir, com resignação, um “hoje não dá”, “estou ocupado”, “depois a gente vê”. A sorrir por educação, mesmo quando por dentro estamos implorando para sermos notados. A nos doar por inteiro, enquanto o outro só estende a mão.
Nos acostumamos a pagar o preço do silêncio, da indiferença, da ausência de reciprocidade. A lutar para manter vínculos que já não se sustentam. A carregar sozinhos a responsabilidade por dois. A estar em relações onde há cobrança demais e escuta de menos. Amor condicionado, respeito negociado.
A gente se acostuma com a falta: de carinho, de presença, de parceria, de verdade. A se perder em mensagens sem alma, em promessas vazias, em jantares silenciosos. E, por medo de ficar só, acaba aceitando o pouco — sem perceber que estar mal acompanhado também é solidão.
Nos acostumamos à frieza das rotinas, aos relacionamentos rasos, às palavras automáticas, às celebrações sem afeto. A gente se distrai com a correria, com os compromissos, com o mundo lá fora — e esquece que o amor, sem presença, morre sufocado.
A gente se acostuma porque dói menos. Porque dá medo recomeçar. Porque é mais fácil manter o que não machuca do que buscar o que de fato preenche. Vai aceitando, em pequenas doses, uma dor aqui, uma ausência ali, uma frustração acolá. Vai sobrevivendo ao lado de quem deveria ser vida. Vai se calando. Vai desistindo. Vai sumindo.
E tudo isso para não sofrer. Para preservar o que resta de nós. Para evitar mais feridas, mais decepções, mais perdas. A gente se acostuma… para tentar poupar a vida. Mas, nesse processo de adaptação, a vida escorre. O amor esfria. A alma se encolhe. E, de tanto se acostumar, a gente se perde — do outro, do mundo, e principalmente de si.
UMA VIDA ALÉM DA VIDA.
Esta dor que a gente sente, que remédio nenhum cura,
leva metade da gente e nos põe em desventura.
Ninguém vê, nem compreende, e nos colocamos a pensar.
Mas o mestre da vida, que para a vida nos gerou,
diante da morte de Lázaro, sendo ele a própria vida, sentindo a mesma ferida...
Jesus também chorou.
Que esta lágrima sentida, que Cristo derramou, cure esta ferida, mostrando-nos, além desta vida, a vida que Ele nos aquinhoou.
Cicero Marcos
