Mesma Moeda
Indiferente de quem for, uma pessoa só pode ser ajudar se ela mesma quiser ajuda, caso contrário não importa quem seja, não terá efeito.
O Sol surge no horizonte, assim como um novo começo surge entre as brumas, da mesma forma se inicia um novo ciclo.
Não posso – nem quero – viver preso à mesma rotina todos os dias, como em um ciclo interminável, apenas para chegar ao fim da vida sem ter feito nada de significativo.
Se você tem algum tipo de relacionamento onde não ama o seu parceiro (a) na mesma sintonia que ele ou ela, é melhor terminar, pois a pior coisa que você pode fazer é alimentar um sentimento em outra pessoa que não existe. Ser verdadeiro em um relacionamento é só para aqueles que não tem medo de serem autênticos, a verdade pode até doer mas ela liberta.
”Pensar demais e sentir demais são caminhos distintos para a mesma angústia. O que muda é como lidamos com ela.”
O Vazio de Ivan em Mim
Não é que eu não queira crer.
Queria. Com a mesma força com que respiro, com a mesma urgência com que busco sentido quando o mundo me fere.
Mas há em mim — como havia em Ivan — um vazio que não se preenche com promessas, nem com orações que ignoram o grito dos que padecem.
Não nego Deus.
Mas me recuso a aceitar um paraíso onde o preço seja o choro inconsolável de uma criança torturada.
Se a matemática da salvação exige esse débito, então que me excluam da equação.
Devolvo o ingresso. Não me serve um céu comprado com sangue inocente.
Minha dor não é a do ateu. É a do exilado.
Não me falta fé — me falta reconciliação.
Entre o que vejo e o que dizem que há.
Entre a razão que me habita e o absurdo que me cerca.
Entre o amor que imagino ser divino e o horror que assola o mundo sem trégua.
Carrego a lucidez como lâmina.
Ela me corta todas as noites. Me acorda. Me sangra.
Mas prefiro essa dor do que o conforto mentiroso da inconsciência.
E, no entanto, por vezes, invejo os que crêem sem feridas.
Os que chamam de “mistério” o que eu ouso chamar de “injustiça”.
Os que abraçam um Deus com olhos fechados, enquanto eu — pobre de mim — insisto em fitá-lo de olhos abertos, sem saber se Ele me vê.
Talvez um dia eu compreenda.
Ou talvez minha travessia seja essa mesma: caminhar com o coração em ruínas e a mente em labaredas,
entre o silêncio de Deus e o clamor dos homens.
Mas sigo.
Não por esperança.
Nem por fé.
Sigo porque parar seria entregar-me à loucura.
E entre a insanidade e a ausência de sentido, escolho — por ora — a lucidez dolorosa de quem carrega o vazio como cruz e como bússola.
A fé não anula nenhuma preposição universal e científica, da mesma forma que o fato de eu não crer em algo não influencia na existência ou não disto.
Nenhuma pessoa lê um livro duas vezes, pois na segunda vez não é mais a mesma pessoa, e não é mais o mesmo livro!
SOBRE A REENCARNAÇÃO:
“Absurda. Toda geração é na mesma natureza dos seus progenitores. Os coelhos geram coelhinhos; as rosas, rosinhas... Os seres humanos não gerariam um homenzinho, senão somente um corpo, sem espírito?! A alma espiritual viria de fora? A alma humana seria uma amálgama de milhares de personalidades, até inimigas dos pais, inclusive as mais perversas?!”
“Os coelhos geram coelhinhos, da mesma natureza coelhinha de seus progenitores; um cavalo, um cavalinho, na mesma natureza cavalar. De onde os reencarnacionistas terão encontrado uma geração que não é na mesma natureza? Os pais não seriam pais de um homenzinho, seriam pais de um corpo e alma que viria do outro lado. Há de ser muito ignorante. Por isso que num Congresso Internacional de Parapsicologia se chegou à conclusão de que a reencarnação é a maior idiotice que a imbecilidade humana conseguiu imaginar. Não há nenhum parapsicólogo reencarnacionista.”
Muitas pessoas confiam em você agora. Você também devia confiar em si mesma.
Não é a mesma coisa…
Olhar o por do sol sem sua presença
A beira do mar sentindo a boa e velha brisa
Eu só queria estar com você
Mesmo sabendo que isso nunca vai acontecer
Talvez tenha perdido nossa única oportunidade
Mas o que fazer? agora é tarde
Tivemos os melhores momentos bons e ruins
E lembro de todos eles mesmo assim
Querer poder ser e estar
Mesmo sabendo que isso esse dia nunca vai chegar
Essa sensação angustiante de querer quem já se foi
E pelos meus erros peço que me perdoe
E ainda assim no lapso de euforia
Uma memória boa se inicia
E o choro por sua vez
O acompanha no fim do dia
Fico olhando as estrelas com a grande esperança de alguém está sentindo a mesma coisa que eu... Talvez eu esteja me iludindo atoa, 'mas ainda assim, eu sei que existe alguém... Agora quem?
Eu vou sempre na mesma caminhada. Eu me afasto antes que as pessoas percebam, porque quando vejo que estão incomodados com a minha presença, não faz sentido eu ficar ali. Afinal, a vida é curta demais para desperdiçá-la em situações desconfortáveis. Prefiro seguir meu próprio caminho, mesmo que isso signifique andar sozinho. A liberdade de escolher onde estar e com quem compartilhar meu tempo é um privilégio que valorizo profundamente. Assim, continuo na minha jornada, confiante de que estou fazendo o que é melhor para mim.
Tudo é efêmero
vida, desejos, pecados...
não há distinção, tudo acaba
com a mesma velocidade.
Aprendemos a sofrer tanto
com tanta intensidade,
que talvez seja por isso
que inventaram a saudade.
Poetizar a vida
é cumplicizar-se,
estremecer, sorrir e chorar
com a mesma intensidade.
Apertar-se, espremer-se,
anistiar-se de tudo.
A mesma aversão que você tem pela minha preferência política, eu tenho pela sua, mas isso, não muda em nada o respeito que eu tenho por ti!
Da mesma maneira que viciamos em coisas que fazem mal para nossa saúde, também podemos viciar em coisas saudáveis e livres de sofrimentos.
