Mentiras

Cerca de 84570 frases e pensamentos: Mentiras

Se você me matar, eu estou morto de verdade desta vez.

Inserida por Claraml

É simples .... Eu não vou dizer .... Eu Te Amo .
Irei viver ao seu lado para você viver o verdadeiro AMOR .
D.A
By
Autora : Gislene Pascutti

Inserida por GislenePascutti

Libélulas do Tempo .
Amor de verdade é aquele que você marca a vida
da outra pessoa de uma maneira, que não sobre dia no calêndario
que faça que a mesma nunca se esqueça .
O resto esqueçe e perca de tempo .
D.A
By
Autora : Gislene Pascutti

Inserida por GislenePascutti

porque o amor é algo especial e amor verdadeiro só se acha uma vez
e não podemos nos dar ao luxo de perder-lo

Inserida por airtonsousas123

"Podem até imitar a sua assinatura, mas a sua verdade é uma só!",

Inserida por lavinialins

"Na verdade, ela era a música que faltava"

Inserida por BarrigadasTranquilas

Nosso povo.

Esse é o povo brasileiro
nordestino de verdade
que trabalha o ano inteiro
não ganha nem a metade
por aqui falta dinheiro
mas sobra dignidade.

Inserida por GVM

Todo sentimento que sentimos não são verdadeiros,pois existem pessoas que são sentimentais demais,que são capazes de se persuadir nos próprios sentimentos que eles acham que falam por eles mais isso e ilusão da sua consciência que ele não sentiu afinal.

Inserida por GabrielSilvaDavid

" Falso fogo, falsa empolgação, são as maiores virtudes de uma sociedade sem o verdadeiro conhecimento da santidade de Deus. "

Inserida por BARBOSAThiago

" A oração deve levar o salvo onde habita à essência da verdade. A oração aproxima o coração do homem a santidade de Deus. "

Inserida por BARBOSAThiago

Um Amigo de Verdade Sabe o Momento de Dar um Abraço...

Inserida por wellbarreto

MINHA BONECA DE VERDADE

Quando criança ainda, lá com meus seis anos de idade, morava com meus pais e mais sete irmãos no sítio e não possuía nenhum brinquedo de fábrica. Todos eram confeccionados em casa, em conjunto com as amiguinhas vizinhas, com meus irmãos e às vezes minha mãe tirava um tempo e nos ensinava a fazer algumas coisas interessantes.
Nós, as meninas, fazíamos bonecas de sabugo para brincar. É, sabugo mesmo, aquela parte que sobra do milho seco depois de debulhado. Escolhíamos o maior de todos os sabugos disponíveis no paiol. Cortávamos retalhos de tecidos cedidos por minha mãe, que sempre os tinha guardados numa sacola, pendurada atrás da porta de seu quarto de costura. Escolhidos os tecidos, pegávamos a parte mais grossa do sabugo, o que seria a cabeça da boneca, nele colocávamos o tecido na extremidade, como se fosse uma touca, amarrando firme com uma tirinha, para não se soltar (porque cola nós não tínhamos). Em seguida, escolhíamos outro retalho e fazíamos uma saia, pregueada ou franzida, com as mãos mesmo, nada de agulha ou linha! A coleguinha ajudava a amarrar com tiras finas da própria palha do milho. Com um lápis preto ou mesmo um pedaço de carvão, desenhávamos os olhos e com semente de urucum, a boca.
Pronto! Estavam ali nossas bonecas. Lindas! Cada uma com a sua. Diferentes umas das outras, devido a escolha dos retalhos coloridos. Felizes, brincávamos por horas a fio.
Mas um belo dia, uma priminha da cidade, veio com meus tios nos visitar, trazendo consigo uma boneca de verdade. Fiquei encantada! Nunca havia visto uma, e tão linda. Tinha os olhos azuis e cabelos cacheados.
Daquele dia em diante minha vida mudou. Não quis mais saber de brincar com boneca de sabugo. Eu queria uma boneca de verdade. A novidade mexeu com meus sonhos, até então acessíveis.
Chorava e implorava para minha mãe. "Quem sabe no Natal", dizia ela. Pedir para meu pai, nem pensar. Para ele, brinquedo era desperdício de dinheiro. Era o jeito dele ver o mundo infantil. Posso jurar, foi o ano mais longo de minha infância: Eu queria minha boneca de verdade e ela só viria no Natal.
Chegou o Natal, como tantos outros, mas para mim seria diferente, eu teria minha boneca de verdade. O "talvez" de minha mãe eu esquecera.
Fomos com toda alegria, bem cedinho, ver os presentes debaixo da linda árvore natalina. Cada um procurando o seu, embrulhados em papel comum, mas com nosso nome marcado pela letra de minha mãe. Porém, cadê a minha boneca de verdade? Ela não veio. Ganhei sim, uma pequena sombrinha, que no dia seguinte já estava quebrada.
Chorei muito e ainda levei umas boas palmadas de meu pai. Ninguém me consolou. Não compreenderam a minha tristeza. Minha mãe deve ter percebido, mas como nada podia fazer, não deixou transparecer; apenas prometeu-me que daria um jeito, "talvez" na próxima ida à cidade grande, na época das compras. Isto não me consolou. Foi, sem dúvida, o Natal mais triste de minha infância.
Depois daquele fatídico Natal, em que não ganhei meu presente desejado, minha tristeza, felizmente, durou pouco.
Janeiro era o mês do padroeiro da cidadezinha onde frequentávamos a escola, o catecismo e as missas dominicais. São Paulo, lembro-me bem, era o santo padroeiro da capela e nome do sítio de meu pai, onde morávamos.
Todo ano os moradores se reuniam e preparavam uma bela quermesse, com direito à visita do bispo, padres de outras paróquias, fazendeiros, sitiantes e colonos de toda a redondeza para uma linda missa cantada. Para a quermesse eram doados bezerros, sacos de café, leitoas, carneiros, frangos e artesanatos feitos pelas mulheres e moças prendadas da comunidade.
Uma rifa foi organizada, cujo dinheiro iria para a reforma da igrejinha. Um bezerro era o prêmio e de brinde, vejam só, uma linda boneca confeccionada por dona Mariquinha, mulher muito conhecida por suas habilidades na agulha.
Quando vi aquela boneca, fiquei deslumbrada! Eu queria uma boneca de verdade e esta era a minha chance. Procurei por minha mãe, que estava na cozinha de uma das barracas, liderando outras mulheres no preparo da comida a ser servida durante a festa. Implorei que comprasse um número, porque eu queria uma boneca de verdade. Meu pai não era dado a gastar dinheiro com estas extravagâncias, mas naquele dia ele sucumbiu ao meu apelo e cedeu. Comprou um único número. Nem preciso dizer que dei muitos pulos de alegria.
Ao anoitecer, quase no final da festa, chegou a esperada hora do sorteio..Bingo! Meu pai ganhou o bezerro e eu ganhei a minha “boneca de verdade”.
Ela era deslumbrante aos meus olhos de menina. Tinha uma aparência diferente. Fora feita à mão, uma boneca de pano com jeito de moça. Trajava um vestido branco de renda, com fitinhas coloridas de cetim, por toda borda da barra da saia. O decote mostrava o início de fartos seios. Perfeito! Minha boneca de verdade, com corpo de moça feita, seria a mãe de todas as bonequinhas de minhas coleguinhas da vizinhança.
No dia seguinte, de tardinha, minhas amigas e eu fomos brincar de boneca, numa ansiedade sem tamanho. Nos instalamos dentro de um velho bambuzal, e lá ficamos por horas, nos deliciando em nossas fantasias infantis de mamãe, comadres e tias. Sim, porque toda boneca era batizada, ganhava um nome e uma madrinha.
Antes do anoitecer, minha mãe me chamou para ajudá-la nos afazeres do jantar. A brincadeira se desfez e aos poucos a noite chegou.
Na manhã seguinte, acordei aos pulos. Eu havia esquecido minha boneca de verdade no bambuzal. Corri para buscá-la. Qual não foi meu espanto quando a vi: estava toda encharcada, estufada, desbotada, manchada, descolorida, quase decomposta.
Havia chovido a noite toda!
Autora: Melania Ludwig

Inserida por MelaniaLudwig

Muitas vezes nos achamos cheios de problemas, quando mal sabemos que, na verdade, estamos mesmo é cheios de medo.

Inserida por Valdirdomiciano

É de carne e osso o templo mais sagrado onde o deus verdadeiro habita!

Inserida por RICARDOFISCHER2013

PALAVRAS DO CORAÇÃO

O amor que se quer
Se conquista
A verdade que disser
Se acredita
Saudade que se sente
Se entristece
Amizade que se tem
Se confia
Palavras que transmitem
Corações que sentem
Tudo isso se baseia
No coração da gente.

Inserida por cecisousa

Deixa rolar.
As águas vão rolar.
Para falar a verdade, a maior parte já rolou.
Como numa cascata os anos se jogaram frenética, desordenadamente independentes, rebeldes e indomados, desobedecendo a minha vontade, sem que eu pudesse de fato organizar a maior parte desse aguaceiro.
Assim é, água morro abaixo e fogo morro acima, ninguém segura.

Deixa rolar.

Inserida por marinhoguzman

A verdade não é verdadeira quando à dizemos, mas quando a sentimos. Viva a verdade, nada mais que a verdade, se não puder à minimize gentilmente, mas à viva. Pois só a verdade traz o que realmente é verdadeiramente bom e simplório.

Inserida por WictorMagnus

Um dia você via Perceber que aquela menininha te Amor Verdadeiramente...Um dia você vai perceber que aquela garota só queria ser Feliz ao seu lado...Um dia você ira perceber que aquela menininha sofreu por Amar-te e não ser correspondida....Um dia quando você cair na Real e perceber o quanto aquela garota te Amou muito Poderá ser Tarde Demais...

Inserida por FlaviaDamasceno

Com você ao seu lado descobri o que é o amor verdadeiro infinito amor infinito é querer, ver a pessoa amada feliz mesmo que não seja ao seu lado, ver seu sorriso, seus olhos seus cabelos a seus cabelos lindos loiros como a luz do sol, te amo Valdeni

Inserida por AnthonyJoas

Memória
Não me lembro de tudo.
Na verdade, não me lembro de muito.
Lembro do começo
Da inocência, da experiência
Do esforço, da decepção
Da persistência, da vitória.

Me lembro do novo
Do medo, do respeito
De grandes amigos, hoje esquecidos
De coisas irrelevantes
De conversar, de brincar
De amar, de chorar
Também de estudar e aprender
De competir, de ganhar e de perder
Da família Garança, dos Excelentíssimos senhores Comandantes
Da farda e dos desfiles

Me lembro da rotina
De ter tempo para tudo
De não ter tempo para nada
Me lembro do ônibus e da Vam
De fazer tudo, sonhando em não fazer nada
Me lembro dos campus, das cantinas e das práticas
Da solda, do código e das máquinas
De amigos e também das vinhadas.

Engraçado, não me lembro do concurso
Me lembro dos trotes e das provas
Da diferença entre aquário e mar
De colegas e semidesconhecidos
De aprender e trabalhar
De que ser júnior, é ser gigante pela própria natureza
E é também nadar contra a correnteza
De clientes, de projetos, de professores
Do sentimento de Dono
Me lembro do macarrão e do Açaí
Como me lembro do macarrão e do Açaí.

Me lembro do Alemão e da Alemanha
De dias indecisos, quentes e frios
De não entender, de quase entender, de sonhar entender
Me lembro das bikes, dos trens, dos aviões e dos ônibus
Das viagens e dos viajantes
De grandes amigos, de eternos instantes

De tudo me lembro em flashes
Com nostalgia realizo
Que todo tempo é finito
Que todo tempo é único
Que a memória é fugaz
Mas que o sentimento é profundo.

Inserida por cmbhjv