Corpo e Mente
CORPO E MENTE LIVRE
O corpo doe quando submetido a muito esforço
Mas ele suporta, pois algo move e dá força.
O cansaço faz parte, mas não manda.
O cansaço não governa a mente
Nossa mente tem muita força oculta
Força que não conhecemos, pois nascemos limitados ao plano inferior.
Pare de andar com a cabeça baixa, olhando para seus pês.
Olhe para o horizonte ai sim você poderá mirar seu alvo
Muitos andam com a cabeça baixa como derrotados
Mas não deveria ser assim, temos tudo oque precisamos.
Temos tudo, a ferramenta necessária, é só saber usar.
Ate quando vocês poderão viver como derrotados?
Vocês não nasceram pra se sentir derrotados
São criaturas de nível inferior, sim, mas tem o potencial dentro de si
É só abrir a mente, a glândula espiral que vocês tem no cérebro
Ela tem o segredo da juventude, da força, da alegria.
Então porque usar apenas um por cento dela?
Parem de economizar ondem não tem necessidade
Coisas do coração
Quando a mente deseja
Até o corpo sente
Quando o coração ama
Nem uma palavra falsa mente.
Há um pedacinho bem pequeno da minha bondade espalhado por dentro da minha mente. Não em meu corpo, não em meu coração. Em meu corpo há culpa, mágoa e rancor. Submissão à tristeza. Enjaulada em meu próprio corpo, não consigo explodir, não consigo farfalhar como as folhas de uma árvore, não consigo fazer o vento ventilar as dores do meu coração, não consigo fazer borboletas formigarem meu estômago. Emoções que fluíam antigamente dentro de mim, hoje se perderam por aí. Borboletas tentando serem resgatadas, pois estão presas com pedras de culpa por cima delas. Existe uma grade de ferro que me prende dentro de mim mesma, não permite ampliar-me da vida. Olho pra dentro da minha alma e enxergo o escuro do mais profundo mar, pequenas faíscas pisca-pisca que esperam um sentimento bom como o amor.
O inferno está na minha mente. Não no mais profundo da terra, onde nele é habitado pelo seu pior pesadelo: lúcifer. Eu habito o inferno com minha própria consciência, caminho por lá todos os dias e encontro lá protótipos de pessoas. Más? Não. Algumas são más, sim. Não é exatamente chamado de inferno e sim uma dimensão inferior. Existe a dimensão superior onde lá habitam seres bem de vida, nada ambiciosos, generosos, praticamente perfeitos. E na dimensão inferior existe pessoas rancorosas, guardam ódio, sofrem infinitamente, guardam mágoas, são tristes. São como eu: presos na culpa que lota minha mente, o que me impossibilita de ter a felicidade que tão almejada é.
No fim, a dimensão inferior é habitada por seres que sentem culpa mesmo que o orgulho a impeçam de admitir. E de onde vem a culpa? Da mente, da pressão, da sobrepressão, da opressão, da omissão. Outra vez digo: sou enjaulada por minha própria consciência. Corro todos os dias procurando uma saída, procuro as portas do meu coração e todas estão trancadas com um cadeado.
Deitada no vazio do escuro da dimensão inferior, vejo a sua forma de distorção: Deus. Enxergo a luz branca que penetra em minha íris, minhas pálpebras de leve se fecham e se abrem.
Novamente o escuro do inferno. A imensidão do paraíso que um dia habitou minha alma. A felicidade já adentrou meu coração. As borboletas um dia já saltitaram de dentro de mim. Já fui liberta do meu próprio cérebro. Mas não adianta, hoje em dia não consigo mais flutuar nas asas das borboletas mais saltitantes que antigamente me faziam felizes.
MOTRICIDADE
"Movimentar-se é a forma física de exercitar, testar os limites do corpo/mente e desenvolver capacidades e/ou habilidades novas, pois nos estimula a buscar e desvendar a complexidade daquilo que ainda não conhecemos"
“...Sem amor eu nada seria...”
Ainda que a alma torturada pelos problemas da mente sofra e o corpo padeça, sofro, mas sofro por amor, pela bela dor de não esquecer o que de verdade me incendeia.
Teus olhos me atraem, meu corpo procura o teu, minha mente me inquieta, meu coração está acelerado, tive você e por um piscar de olhos você sumiu, ainda sinto o seu cheiro, a sua presença ainda esta aqui mesmo não conseguindo te ver, o que um dia foi real agora e apenas lembrança... Mas o que a mente carrega o tempo não pode apagar... Mas nos faz amadurecer... By:wagneriff
A alma que peca é um peso morto para o corpo, um curto circuito para a mente e um veneno para o coração.
É preciso abrigar o corpo, equilibrar a mente e sossegar o coração, pois nem uma procura em vida chegará ao destino, pois o homem é feito do material da inquietação...
Em minha mente
Seu corpo e sua alma
Estão presentes
A luz do dia é o seu olhar
Que irradia
A tempestade lá fora
Não é nada perto do meu amor
Que cada dia aflora
Inúteis noites mal dormidas
Me acalentam por dias
sem saída, sem vida
E mesmo assim eu não desisto
Pois ouvir o seu suspiro
Ao me abraçar
É o que me faz respirar
E te esperar...
Não me salve
Só em pensar...
Comecei a suar
O corpo todo estremeceu
E a minha mente enlouqueceu
Alheia a tudo comecei a ficar
Me envolvi nestes braços
Ah! Que me falte o ar
Embrenhada aqui neste pedaço
Não me salve
caso eu venha a gritar
Deixem-me aqui
Quero mesmo desabafar.
Enide Santos 17/0314
Entre idas e voltas..
o sentimento tomado pelo meu corpo e mente
faz me mergulhar no tempo,
que a nos não pertence mais
e sim a eternidade.
Nas vozes caladas açoes presas
na mente pertubada pela fantasia
da dor e do silêncio..
Estagnada,tento me mover
mas a lição que a alma me lançou
tenho de cumprir sem hesitar
é o meu papel,a minha escala
de aprendizagem em movimento, no tempo do aqui e agora.
Medo, Mudanças e Desejo
“Quero nutrir meu corpo de gestos, nutrir minha mente com passagens de juventude, quero limpar meu semblante de maturidade.
Quero colocar meu olhar para horizonte e enxergar apenas mudanças , deleitar me de curiosidades. Quero nutrir meu corpo de oportunidades aproveitadas, e encher a mente de pensamentos bons.
Quero construir não só um futuro, mas uma vida, não no hoje ou no amanha, mas por longas manhãs de sol e lindas tardes de chuva. Talvez seja na tristeza que encontramos as melhores saídas, talvez seja nas crises que nos inventamos. A surpresa chega a qualquer momento.
Não quero saber quem você é, ou de onde veio. Só preciso saber que já foi e isso basta, são mornas as lagrimas, são dolorosas as palavras, mas o vento as leva, o tempo as deixa no vazio. Antes o que era sonhos agora são ações. Preciso ter em mim a gratidão da mudança, a prova que tudo sempre se organiza com a lei do universo.
Sempre iremos ter parte de nós com os outros, o jeito é aprender a lidar com isso, sempre ouviremos juras, e confissões, mas sempre estaremos só. Ledo engano acreditar que mais dia ou menos dia pessoas irão deixar conosco parte delas, e talvez compartilhemos com elas o desejo de um afago, e tudo estará bem. Só acredito no passado, só acredito nas coisas quando elas se concretizam. Não dá pra viver de incertezas e futuros.
O futuro não traz só o medo, ele traz a mudança e é no futuro que mudamos, é gradativo as evoluções, e só chegando ao futuro para que nossas frustrações aconteçam. Por isso quero nutrir minha alma de mim. Quero realizar cada pensamento, quero fazer por mim o que ninguém pode fazer. Quero olhar pra frente e ver que meus esforços estão dando certo. Acreditar que cada renuncia me levou a idealização.
Não é pelo conforto da estabilidade, é pela individualidade, pela solidão transformada em aconchego, é por todas dificuldades transformadas em agradecimento. É por cada experiência que vivemos que queremos viver mais.
É por deixar de aceitar que as coisas como são, que quero nutrir de zelos minhas fragilidades, é por pensar pouco que preciso agir mais. Sair construindo um talvez, quem sabe, e colocando mais sim e menos não por onde vou passando. Sendo mais clara, mais objetiva. É por querer tanto tantas coisas, que a ordem precisa fazer seu papel e impor prioridades. Só posso ser eu amanhã se fizer o hoje diferente.
Não é pela duvida e pela decepção é por querer cuidar dos fragmentos mais delicados que estarei colocando as partes fortes expostas, pois elas conseguem deteriorar sem estragar as estruturas principais. Quero me cobrir de palavras e encher meus olhos de sonhos e vagar pela realidade sem fim. Não por um novo amanhã, mas por poder fazer diferente muitos amanhãs”.
