Mensagens sobre o Vento
mas meu bem
Nós somos menos que a palha e não me pergunte porque
Olha quando o vento bate
Ele leva a folha com você
E o ser humano quando cai
Quem é que vai levante você?
Se não outro ser humano como você??
A folha o vento leva.
O vento não leva a pureza do olhar para além da nossa alma, mas, nos lembra que viver é muito mais do que um mero sopro.
Vento de outono
O vento sopra doce
E o dia flui levemente
O amor no entrelace
Nas nuvens flutuam levemente
O vento sopra doce
Nas manhãs de outono
Mais um dia que nasce
Gigante igual o oceano
O vento sopra doce
Nos vales e montanhas
A folha cae e desaparece
No rio que te banhas
@zeni.poeta
Não sou de ninguém
Sou do Tempo
Quem me aceita
Sou do Vento
Posso ser Calmo
Mas posso ser Tempestade
Viver comigo é me Aceitar
Viver um sonho
Ou um pesadelo
Tanto faz
Depende de quem trás
"Sobre essa maravilhosa criação de Deus. Adoro ouvir os pássaros cantando livremente o vento a balançar as folhas, observar tudo com admiração. Uma brisa leve como um susuro no meu ouvido falando: Viva cada momento com intensidade. Apenas viva. Liberdade é poder sonhar de olhos abertos."
O fogo pode esquentar ou consumir, a água pode extinguir ou afogar, o vento pode acariciar ou cortar. E assim é com os relacionamentos humanos: nós podemos criar e destruir, nutrir e aterrorizar, traumatizar e curar uns aos outros.
Amanhã será um novo tempo
De dançar solta no vento
E viver livre de vez
Se reinventar a todo instante
Ser humano, ser mutante
Te beijar então, talvez
A melhor forma de encontrar a Paz é trilhar em meio a natureza e sentir o barulho do vento soprando no ouvido.. Curtindo a paisagem e viajando nos mais aleatórios entrechos dos pensamentos..
O mundo dá voltas
O vento vem vindo de longe
O dia se curva nas flores
Debaixo da água do chuveiro
Morrem muitos amores
Mas o amanhã sempre volta
Com um coelho na cartola
Olhos secos, novos trechos
E recomeça uma nova história
Poema curto autoria #Andrea_Domingues
Todos os direitos autorais reservados 13/05/2021 às 11:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Do que me resta
Da noite … as sombras.
Da chuva… o rio.
Do inverno… o frio.
Do vento… a brisa.
Do céu… um sol sombrio.
Do que me resta…
Do pouco que a vida me empresta…
Na janela uma fresta.
Do que me resta: esperar acabar a festa.
Para muitos os poetas podem parecer loucos...
Palavras soltas ao vento.
Mas em alguém elas pousam ou fazem morada.
Sou um fraco bastante a ponto que o vento não me derrube, pôs a mão de Deus está comigo. Romão 3D
CERRADO, da sua maneira
O belo dentro do cerrado perfumado
Canta o vento andante, canta, alheio
Entre tortos galhos, lá, bem no meio
Do sertão duro, ressequido e areado
E de encanto teus arbustos é armado
Gorjeia a vida, pulsa, do vário cheio
De uma imensidão o planalto adveio
É diversidade no cenário cascalhado
Da mesma beleza a variação do prado
Floresce o ipê, quaresmeira e lobeira
Desenhando as fronteiras do cerrado
Chove, seca, trovoa, a brenha inteira
É o agreste no seu santo apostolado
Encantado, imenso, da sua maneira...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
2021 maio, 24, 05'55" – Araguari, MG
Um verdadeiro amigo conhecerá o seu coração, e ouvirá o rugido das águas correndo e o vento distante sobre as montanhas na canção da sua cítara, sem a necessidade de você falar em voz alta.
Linhas em, em ondas
Com desfecho, me prendo
..No mar me acalento
....De ondas ao vento
......Em pleno sonhar
....Sempre me lembro
..Do meu amigo tempo
Que tudo me leva
..Sem mesmo esperar
....De acordo som da bela
.....Mar-é, quem me convida a entrar
......Em ondas, em caos
.....Uma paisagem banal
....Mas se vista de dentro
...Tão plena e serena
..Convite mortal
.Para um corpo carnal
Mas que alma deseja
.Alcançar
..Amigo eterno
...De corpo etéreo
..Me convide a entrar
Em dunas salgadas
.Numa xícara de chá
Me convide a tomar
.Porque você, oh tempo
Me afasta do Mar
.Em um eterno
Sonhar.
Att. Aurora N. Serra de Mendonça
Ideal
Somos frutos
das nossas vontades
e realizações.
A vida embala-nos
como o vento as folhas no outono.
Muitas caem, outras nem a força
das estações conseguem derrotar.
O galho vazio se renova
na próxima estação,
O outro estático,
continua cheio de folhas,
uma vez e outra
deixa cair uma folha
e nasce outra.
Experiências que temos que viver,
quando o desejo domina a razão.
Não somos feitos só de lógica.
Temos também sentimentos.
E vivê-los intensamente,
É o sentido da vida.
Fugir? Não é a melhor opção.
Queimar a lenha,
apagar a chama,
Até virar cinzas,
Lançadas ao vento.
Guardam na memória
a lembrança doce e colorida
de dias bons.
Nós somos como pequenas sementes levadas ao vento, em busca de um solo fértil para que possamos ser semeados.
