Mensagens Noturnas
No silêncio da madrugada fria,
Onde os sonhos flutuam ao léu,
Minha alma vaga, leve e vazia,
Buscando um brilho no céu.
As estrelas, como faróis distantes,
Sussurram segredos do além,
E eu, em passos hesitantes,
Procuro o que o coração não tem.
Há um rio que corre em mim,
Feito de lembranças e saudade,
E em suas águas, sem fim,
Nadam peixes de felicidade.
Mas as margens são incertas,
Cercadas por névoas de incerteza,
E o que outrora eram promessas
Hoje são ecos de tristeza.
Ainda assim, sigo a corrente,
Esperando que a maré mude,
Pois o amor é persistente,
E a esperança, quem a ilude?
No horizonte, um novo dia,
Traz a promessa de um amanhã,
E no peito, a melodia
De um coração que se quer sã.
Assim, na dança dos versos,
Encontro a força para seguir,
Pois nos caminhos do universo,
A poesia me faz sentir.
O silêncio me invade abruptamente na solidão da madrugada; o romantismo da canção me faz viajar no tempo, me alucina, me faz retornar nas quimeras impregnadas na alma do menino, menestrel do Mucuri.
O álcool, a saudade e a culpa são a pior mistura para uma madrugada de domingo...
O primeiro erro foi meu, mas os outros não.
Meu próprio orgulho é o meu pior inimigo e me faz perder coisas e pessoas importantes para mim. Durante as madrugadas em que não consigo dormir, sempre me pego pensando que, se eu tivesse insistido mais... talvez hoje fôssemos algo a mais.
E se eu ignorasse os últimos erros e voltasse atrás?
Mas, novamente, meu orgulho não me permite e me diz que isso seria humilhante demais, então me calo e deixo para o meu eu do futuro, no próximo domingo, decidir o que fazer.
"Se você não está disposto a parecer um idiota, não merece se apaixonar."
— De Repente é Amor
"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar."
— William Shakespeare
TEU APARTE
Não repara nunca? pelo sonetear
Dores sussurradas na madrugada
Que cantam, suspiram, mais nada
E, nas rimas, aquele tom de amar
No entanto, a saudade neste lugar
Tenteia, deixando a emoção alada
Em uma sensação tão encantada
Amor que, às vezes, põe a chorar
Poética! emotiva. Frágeis sentidos
Sentimentais. Beijo-te! perdidos!
O soneto, então, assolador. Vem!
E as treitas, bem se importam elas
Continuam soneteando, tagarelas:
Assim, teu aparte, deve ser também.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
08/09/2024, 05’39” – cerrado goiano
Neném, eu te amo muito, o meu amor por vc é imenso! Eu choro toda madrugada com medo de te perder, é umas das coisas q eu tenho medo, eu tenho muito medo de te perder e de você me abandonar, sei quer você fala que me ama, que não vai me abandonar e etc, mas esses pensamentos não sai da minha cabeça nunca, eu até tento não pensar direto neles mas não tem como. Dsclp por tudo que eu já te fiz meu amor....
Te amo muito meu neném ❤
Elo do amor
Nas madrugadas de setembro,
No meu casulo calmo e reluzente
Encontro a paz solene;
Vejo-me no espelho da ilusão;
A imagem de solenes reminiscências;
Ilusões de esperançosa aurora;
No silêncio do tempo
Ária que consola e apraz coração
Plangente, calmo e tenro
O vento forte na fonte grande
Exala brisa fria, calma e pura
O lirismo do poeta aflora
Sentimentos bons e agudos
A escuridão surge no infinito
Fazendo ecoar reflexões
De bons tempos de outrora
Na parece a esfinge do herói
Sinalizando segurança
Ao diplomata da paz
Madrugada, senti que o frio estava desafiando a vida. Lembrei de agradecer o aconchego do lar, da coberta que me aquece. Lembrei de quantos irmãos estavam naquele momento embaixo de viadutos, em portas de comércios, nos adros das igrejas onde muitos procuram Deus. E chorei. Me entristeci também ao imaginar que muitos ainda por falta de esclarecimento ficam, até para se desculparem de algo que nem são culpados pelo fato de um ser humano estar nessa situação. Aí fica bem fácil, como se lavasse a alma dizer: Ah! São bandidos, fizeram coisas erradas, ah! alcoólatra... Quem pode julgar? Quem sabe? Seriam espíritos menos avantajados, que não conseguiram assimilar o melhor caminho. Deus olhai por nós.
Meus Zord, cadê você?
Vamos dançar ao som da nossa música de madrugada no meu da rua, vamos rir , vendo propaganda política, vamos pedir uma pizza?
Vamos ?
Nas madrugadas sou feliz sozinho migalhado, em cacos ou sob o farelo que asteroides deixam na atmosfera
Na teia das minhas reflexões noturnas, eu me encontrava entre a resignação e a revolta, entre o desejo de mudança e a incerteza do desconhecido.
Durante um período da minha vida, passei as madrugadas de olhos abertos, sem sono, fruto de uma decisão que nunca deveria ter tomado. Por fim, concluí que é crucial ponderar muito antes de fazer uma escolha séria. Retornei à minha vida anterior, onde durmo tranquilamente. Assim é a vida: explorar novos caminhos, mas se não corresponderem às expectativas, é possível voltar atrás.
Ontem eu visitei seu Instagram de madrugada
Tava numa festa tão feliz e chateada
Com sua cabeça sempre tão longe
Aquele lugar não era o que você esperava
Você não merece as lágrimas que eu derramei pela madrugada,
Você não merece as taças de vinho que tomei e fiquei jogada
Você não merece todo esse sofrimento
Você jogou fora e desperdiçou todos nossos momentos
Você fez eu me sentir como se eu fosse seu tudo e eu não signifiquei nada pra você ,
Você me Deu o céu me deu o chão e depois tirou
E Eu fiquei ali caída e juntando os pedaços que sobraram de mim
CÚMPLICES DO AMOR
No abraçar silencioso das madrugadas, onde o mundo adormece e somos nós dois despertos, sinto a magia que nos une.É como se nossos corações, em perfeita sintonia, criassem uma sinfonia secreta, só nossa, onde cada nota é um suspiro de cumplicidade.
Cada momento ao teu lado é uma página de um livro de aventuras que escrevemos juntos, onde cada capítulo é um novo desafio, uma nova descoberta, uma nova forma de amar.
Em plena madrugada, céu estrelado, abraçado a plenitude da solidão, num vazio esplêndido, o menestrel do Vale do Mucuri, com intensa inspiração poética transborda e exala sua essência com versos poéticos capazes de inundar o mais tenro coração com recheios de lirismo.
QUASE MADRUGADA - João Nunes Ventura-04/2024
Fui chegando de mansinho
Já era quase madrugada,
Ela me esperava acordada
Com os beijos a me ofertar,
Abraçou-me toda contente
Oh bela morena queixosa,
A minha Violeta cheirosa
Das noites lindas de luar.
Oh que dias mais felizes
Que céu azul de primavera,
Que bela a minha vida era
Nas águas da correnteza,
Ela feliz sorria encantada
Ouvia da mata os cantores,
Cantar os hinos de amores
Em sinfonia com a natureza.
Nova madrugada se passa
E desponta a luz da aurora,
Eu me despeço vou embora
E de tristeza eu vou partir,
A saudade eu vou levando
Ai meu Deus se eu pudera,
Voltar para ela eu quisera
De junto dela não mais sair.
Amor e poesia.
Nas madrugadas frias, em meio ao deserto , como um morto vivo, vaguei. Vaguei por caminhos solitários, ladeado de vozes, de sorrisos , de sons, de sussurros vazios, buscando em meio ao alarido, um único som. O som que ardentemente a minh'alma almejava ouvir.
A sua voz.
Vaguei, e em meio aos muitos sons, procurei. Cansado de vagar, procurei descanso em meio a dor num vale de terra seca e sem cor. Abatido, ferido, com a alma dilacerada, ali descansei .
O sono, como uma nuvem, movido pelo vento, tomando seu espaço
se apoderou, e me entreguei ao cansaço.
Minh'alma envolta no cansaço, dor e frio, acordei e em meio ao esgotamento, ouço o som, que me vez vagar pela vida.
Sua voz.
Celia Alves
Madrugada de insônia
no leito de orvalho
Da dor cativa
a vida à espreita
Altiva e serena
o sul é seu norte.
No leito de orvalho
Um corpo arde...
Os que passam
atentos fitam
contidos, contentes
o raiar de um novo dia.
Madrugada de insônia...
Gerações Distantes
Cada movimento que faço torna meu dia único, nas madrugadas rezo por proteção dos justos jamais quero usar a expressão que estou sentindo sua falta. na minha mente você não será apagado pois me sinto bem com sua áurea, adoro sua naturalidade a pureza do olhar movimento do seu corpo, pena que somos de gerações distintas.
