Mensagens de reflexão sobre a Natureza
A natureza e toda a criação é uma orquestra; apenas a sua alma irá escutar o soar de sua melodia através de uma relação priorizada entre ambas, pois seus meros ouvidos carnais não são capazes de ouvi-la.
Somos seres humanos sinicos por natureza, magnetizados pra errar com aquela frieza incomum disposta a matar.
A música
É alma da natureza
Se a música não existisse
A vida seria monótona
A música nos distrai
Estimula a nossa imaginação
Ela nos faz pensar
Cantar e dançar
Nos emocionamos e nos identificamos com a letra
Mesmo que nunca tenhamos vivenciado
A situação descrita na música
Ela faz parte da nossa realidade
Nos traz profunda felicidade!
um sorriso extraordinário linda gostosa maravilhosa deusa anjo perfeição da natureza! por varias e varias horas segundos instantes eu poderia tentar achar o elogio certo que combinasse com você mais seria ago invao e não teria muito sucesso pois nem uma poesia nem uma palavra neste universo e capaz de lhe dizer o quanto bela tu es!
sorriem os malmequeres para a posteridade, é a natureza a sorrir de esperança e eu, perplexa perante a beleza...a nossa única certeza é a submissão ao tempo......................................
Minha mãe é a natureza e cada criatura dela os meus irmãos. Ao ventre e ao colo dela pretendo eu um dia a voltar.
O melhor Presente da vida
que Deus nos dar gratuito é
a Natureza gratuita!
Olhou como o dia está belo hoje?
Viu flores?
Observou a vida?
Olhou o voar e cantar dos Pássaros?
Olhou que está aí do seu lado?
Quem precisa de você?
Você precisa de quem?
Simples assim, viva simples olhando com
um olhar simples para a vida e viva bem!
"Quando conhecemos o inimigo e natureza da sua luta, a vitória sobre ele vem da verdade que nos serve de escudo."
Abrigo...
Dos caminhos mais bonitos
que trilhei, levo a certeza
de que em meio a natureza
eu encontrava mais abrigo
que no coração de muita gente.
by/erotildes vittoria/
Busco nas freses dos poetas qualidades para te comparar
Também procura na natureza
o brilho do teu olhar
mas tudo em te é tão lindo
que no céu ou na terra,
Em tudo que olho teu brilho está
Está na gota de orvalho e no sereno que cai
Está no canto dos pássaros
e na nuvem que que vai
Quando me queimo no fogo é minha paixão mas quando me endureço no gelo é tua distância,
Quando o coração saltita é a ânsia da tua presença que em meu peito não descansa sem laços e sem alianças.
Neste mundo que descansa, no qual um dia descansarei
sem saber ao certo das proezas, de um coração ,correspondidas, mas talvez a ferida aberta em meu peito de tal jeito a clamar paciência sem a menor clemência
deixa-ti-ei para o resto da vida zomba-te de uma ferida que sempre tivera escondida, em pranto e agora em manto. tu nuca pensastes que fostes tão amada
Busco nas freses dos poetas qualidades para te comparar
Também procura na natureza
o brilho do teu olhar
mas tudo em te é tão lindo
que no céu ou na terra,
Em tudo que olho teu brilho está
Está na gota de orvalho e no sereno que cai
Está no canto dos pássaros
e na nuvem que que vai
Quando me queimo no fogo é minha paixão mas quando me endureço no gelo é tua distância,
Quando o coração saltita é a ânsia da tua presença que em meu peito não descansa sem laços e sem alianças.
Neste mundo que descansa, no qual um dia descansarei
sem saber ao certo das proezas, de um coração ,correspondidas, mas talvez a ferida aberta em meu peito de tal jeito a clamar paciência sem a menor clemência
deixa-ti-ei para o resto da vida zomba-te de uma ferida que sempre tivera escondida, em pranto e agora em manto. tu nuca pensastes que fostes tão amada
Sem Inspiração
Sem inspiração...
Despi-me de minha natureza
Pois já não há nela vida...
Sem sentido! numa beleza oca.
Neste dia que mais parece ser o fim...
Sem me aprofundar nos valores da pureza...
Que me purifica a alma
E coração acalma...
Sigo caminhando...
Rego as esperanças com minhas lágrimas
Que continuamente gotejante...
Buscam teu rosto marcante...
Com alma soluçante
Mais parece que nem mais um coração eu tenho! ...
Dia nublado anuncia a partida de minha calma
Inércia de minhas plenitudes me infringia
A alegria desaparecida
Meu coração em murmúrios desconexos
Reduz-me a um único inerte pensamento
A eternidade dos nossos momentos.
Em cada resquício de morte, que a tristeza renascia
Derramei-me em uma nova vida
Que só assim me inspiraria.
Lágrimas da natureza
O rio corre apressado pro mar,
sem se importar com os obstáculos,
muito menos com as impurezas
que lhe obrigam carregar.
O rio sempre escolhe,
ao contrário dos homens,
os caminhos mais simples,
ainda que mais longos.
Com paciência escava as rochas
por onde constrói passagens,
mas não ameaça o solo ou a areia
que não lhe oferecem resistência.
Se não fosse o homem
que expõe o solo,
que a chuva carrega
e assoreia seu leito,
não mudaria seu curso.
Teria as margens livres
para abrigar suas cheias,
e não chamariam catástrofes
as águas que, como as lágrimas,
os homens não contém no peito.
O rio corre apressado
como se temesse o homem,
e não soubesse que é infinita
a jornada que não termina no mar.
No seu destino deixa as impurezas,
se purifica no sal e esvanece ao sol,
para evaporar aos céus de onde despenca
como as lágrimas da natureza
que tenta, inutilmente, lavar a sujeira
que faz o homem em todo lugar.
Élcio José Martins
O EXPIRAR DA NATUREZA
Nervoso ficou o servo quando
Um malvado caçador
Fez ferir com dor
O inocente coxo cervo
Foi cassada a caçada
Na mata da serra alta
Depois da calda quente
Na cauda de um inocente
O homem céptico ainda duvidou
Que aquele cervo coxo
Tivesse sido ferido
De morte por tiro séptico
A cerração fechou de branco
Serrando a visão da dor
Do sangue empoçado
Do cervo sacrificado
Há cerca de décadas
Discute-se acerca da caça
Apressa-se a conversa
No consílio reservado.
No reservado do concílio comentou-se
Sobre a caçada na mata alta
Vai se assando com fogo brando
O bom senso do comando
No censo realizado
Dos defensores da natureza
Os espectadores de plantão
Somam-se aos expectadores da solução
É preciso espirar
O vento da proteção
É preciso expirar rapidamente
O celeiro da serpente
O mal da maldade
Vem da ira do homem mau
É preciso consertar o erro
E a caçada o seu descerro
Élcio José Martins
Élcio José Martins
O EXPIRAR DA NATUREZA
Nervoso ficou o servo quando
Um malvado caçador
Fez ferir com dor
O inocente coxo cervo
Foi cassada a caçada
Na mata da serra alta
Depois da calda quente
Na cauda de um inocente
O homem céptico ainda duvidou
Que aquele cervo coxo
Tivesse sido ferido
De morte por tiro séptico
A cerração fechou de branco
Serrando a visão da dor
Do sangue empoçado
Do cervo sacrificado
Há cerca de décadas
Discute-se acerca da caça
Apressa-se a conversa
No consílio reservado.
No reservado do concílio comentou-se
Sobre a caçada na mata alta
Vai se assando com fogo brando
O bom senso do comando
No censo realizado
Dos defensores da natureza
Os espectadores de plantão
Somam-se aos expectadores da solução
É preciso espirar
O vento da proteção
É preciso expirar rapidamente
O celeiro da serpente
O mal da maldade
Vem da ira do homem mau
É preciso consertar o erro
E a caçada o seu descerro
Élcio José Martins
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