Mensagens de Personalidade
Negar rótulos é afirmar a nossa liberdade de sermos quem somos, de transcender as limitações impostas por categorias estreitas.
No entanto, acolher críticas de pessoas evoluídas é abraçar a oportunidade de aprimoramento constante, pois a verdadeira evolução está em reconhecer nossas falhas e buscar o crescimento pessoal.
Decidi que era hora de abraçar minha identidade e parar de fugir. Era hora de ficar, impor-me e lutar por aqueles que amava e por aquilo em que acreditava.
Gente de duplo animo é seu amigo, conquista sua confiança e sua atenção.
Gente que se aproxima, te chama, até parece que te ama, mas quando você se apega, então se afasta de repente e faz você se sentir um intruso.
Quando você desiste de nutrir a amizade, ela volta como se nada tivesse acontecido.
Esse tipo de gente não tem empatia e não sabe o que é ser amigo. Usa pessoas como remédio, como distração e logo vai descartando uns sempre que encontra outras distrações mais interessantes para cada momento.
Gente assim, até se relaciona, casa e pode parecer ter muitos amigos, mas sempre vai acabar magoando os que, porventura, se apegam...
São excelentes conquistadores mas péssimos amores!
Não deixe que a sua carência lhe impeça de enxergar os sinais! Abre os olhos, não precisa ser cruel, mas muito cuidado para que não seja você a próxima vítima!
Não existe o casal perfeito porque cada indivíduo é único, com suas próprias experiências, personalidade e valores. Entretanto, é possível alcançar um convívio perfeito.
"Quando desejamos a mudança, mas resistimos a ela, estamos presos na contradição da própria vida. A verdadeira transformação começa quando ousamos quebrar as correntes da conformidade e nos tornamos os arquitetos de nossos destinos, moldando um mundo onde o desejo e a ação finalmente se alinham."
#Aniz
O temperamento é como a temperatura constante de uma chama interior, acentuando a tonalidade única de uma melodia, uma nota fundamental na sinfonia da personalidade, persistente e estável, que dá cor à composição da alma.
O argumento desvela, para além das concepções superficiais, uma compreensão mais profunda do argumentador.
Quão bom seria se pudéssemos aproveitar nossos acertos ao mesmo tempo em que nos perdoássemos pelos erros cometidos no processo de aprendizagem e formação da personalidade!
Não é possível corrigir ou melhorar aquilo que não se conhece. A transformação pessoal começa, portanto, no autoconhecimento.
A VIDA NOS ANIMAIS
A vaca nunca chora pelo leite derramado, ou, pelo aperto que lhe foi aguçado, trata sempre de produzir mais, pois quem quer de verdade, em verdade sempre o faz.
O meu favo doce mel, que adoça a tua riqueza, parece-te um pouco frágil, remete-lhe uma borboleta, mas quem conhece de verdade, teme a dor da picada, ao saber que a linda abelha, também mata em ferroada.
Experimente roubar o que é meu, derramar a minha bela taça, e saberás que a doce ingenuidade, não lhe passa de uma carapaça.
É que sou um caranguejo, daqueles que vivem abaixo d'água, pertencente do mangue antigo, andante de lado ao nada.
Logo volto a caminhar, pois a água não me basta, não sou pouco, não sou nada!
Sou um belo caranguejo, em sua linda carapaça.
"Assim como o Karate molda o corpo, a mente e o espírito, sua filosofia de vida nos ensina a buscar aperfeiçoamento constante, respeitar nossos semelhantes e cultivar a coragem, a disciplina e a humildade como valores essenciais para a construção de uma personalidade forte e virtuosa."
Existem dois de mim: existe o “eu novo”: vida louca, rock and roll na veia e que vive de maneira intensa e até mesmo inconsequente, já que o meu “eu velho” deve, no futuro, consertar as merdas que eu faço hoje.
Pois é, existe sim o “eu velho”, que não se excede, que guarda dinheiro, que não sabe o que é vida louca, que jamais viaja, que não acorda de ressaca e que espera, ansioso, para aproveitar as coisas inerentes ao “eu novo”. Isso quando ele tiver tranquilidade.
Mas afinal de contas, o que é tranquilidade?
E se não der tempo do “eu velho” acudir o “eu novo”?
E se o “eu novo” morrer antes que o “eu velho” possa materializar-se em um ser humano intenso?
E se o “eu velho” simplesmente estiver entediado e não quiser sair na defesa do “eu novo”, relegando-o ao ledo esquecimento?
Afinal de contas, quem explora quem na minha cabeça?
Penso que o ideal é que os dois um dia se conheçam, e que tomem uma cerveja juntos, em algum boteco leviano, em pleno centro da cidade.
Saiba reconhecer o valor dos outros para saber quando ficar. Saiba reconhecer o seu para saber quando ir embora.
Desde criança ouvi por parte de conhecidos, pessoas das quais me relacionei, que pensei que queriam meu bem, que por sinal hoje não tenho nenhum contato. Que eu "PRECISO" ser mais comedido, ser menos enérgico. Confesso, que direciono essa minha tão incomodativa intensidade para o âmbito da gentileza, do afeto, da educação.
E em alguns momentos da infância e adolescência, quase acreditei que todos aqueles conselhos, tinham fundamentos. Errado, não tinham. Aprendi que não preciso me mutilar pra me encaixar no mundo de ninguém. Únicas ocasiões que contenho meu jeito falante, animado, carinhoso por conviniencia é nas igrejas, velórios e trabalho.
É fato irrefutável que a alegria do excêntrico, sempre será interpretada equivocadamente com a inconveniência do expansivo.
Em resumo, eu sempre irei pagar o preço de ser fervura em ciclos mornos.
A riqueza da pessoa
não é bem quantificável,
vem da alma interior,
valor indissociável.
O nosso maior tesouro,
mais valioso que ouro,
é ser um alguém amável.
Não tenhas preocupação
sobre o que pensam de ti,
se tu sabes quem tu és
e o porquê de estar aqui.
Guarda tua identidade,
pois tua personalidade
é a razão de existir.
Desejo encontrar meu estilo
Roupas que combinem comigo
Mostrem meu íntimo, o que tenho dentro de mim
Pelo meu jeito de vestir
Que me façam sentir bem estar
Sejam práticas de usar
Meu estilo eu irei encontrar!
Partia seu cabelo como se dividisse as próprias angústias nas páginas de um diário e a ideia de partir o fazia sentir-se menos quebrantado. Nas passadas de cada pentear via-se diferente, ora preto ora branco, um volume inconsistente. Não havia em si nenhuma marca de tristeza nem de solidão, era o único responsável por todas as partidas nessa constante arrumação. Os aconchegos apertados de despedidas aos poucos se tornaram os frios abraços de um espelho, as vezes frios porém recíprocos, havia um certo brilho naquela falta de apego. Depois de algumas tentativas já não prendia mais seu arredio cabelo, sabia que para ser livre devia abandonar qualquer amarra e todo medo. Largou também as tranças que tanto embaralhavam seus começos e hoje, diferente de qualquer verso, ele conhece seu avesso. Agora diante dele mesmo sem nenhum penteado para fazer ele via sua mais pura beleza, aprendeu o valor que tem ter as pontas livres na cabeça.
Canto nas minhas dessintonias as melodias que o silêncio pode criar.
Danço nas minhas dessincronias as coreografias que o sonho pode inventar.
Sou intenso, dos desgostos aos prazeres, do simples às demasias.
Vivo o silêncio da realidade e o estrondo nas minhas fantasias.
Sou culto e sou vulgar, cada personalidade na sua merecida hora.
Onde não me cabe, parto! Sem despedidas vou-me embora!
