Mensagens de Perda
Não perdi tempo com as pessoas, apenas adquiri mais experiência para resistir as oscilações da convivência!
Devaneios da Paixão!
De tanto te querer me perdi...
Meu corpo arde em febre por ti
Já não sei mais o que fazer...
Sinto que estou pra enlouquecer!
De paixão estou cego por você...
Os meus olhos em cada rosto te vê.
São os devaneios da minha paixão,
que fazem com que eu perca a razão!
Minha alma congelou sem teu calor...
Meu coração sangra a falta do teu amor!
Entendo tudo sobre perder. Perdi tantas vezes na vida, que acabei me tornando profissional nisso. Sou o melhor perdedor que você vai conhecer.
Nunca tive medo da tristeza
Muito menos da solidão
Mas depois que te perdi
Minha vida eu expeli
Você, meu Tuca e aí.
Ainda estás em mim
(...) Perdi o medo do desconhecido,
hoje sigo meu caminho em busca
do novo, não importa por onde vou
caminhar, trago pouca bagem, deixo
apenas pagadas do amor, aroma
das flores colhidas ao longo do caminho.
"...Não me importo mais com
pessoas de ma Fé. Já perdi muito
tempo tentando amar quem não sabe
o que é o amor. Não me importo com o
que falem ou deixem de falar. Não sou
santa e muito menos perfeita, mais não
saio por ai ferrando com a vida de ninguém,
muito menos prejudicar alguém por inveja,
ciumes ou despeito. Se você haje assim, só
posso ter pena, mais não vou me rebaixar,
vai se engasgar com seu próprio veneno.
(...) As vezes dói. Já perdi a conta de quantas vezes
caí. Mas Deus sempre me segurou, me tomou pela mão
e nunca me deixou desistir. E esta Fé que arde dentro de
mim, é que me faz levantar, mais determinado e mais forte,
e mesmo com meus pés feridos e minhas mãos calejadas,
sei que serei vencedor. Deus esta no controle, Creia.
O amor encontrou o seu lugar
❝ ... Me perdi em teu sorriso, seu abraço
Aquece minha Alma, sua vós me arrepia.
Tentei desviar o meu olhar do teu, tentei
Não te amar, quis ser teu amigo, mas
Confesso que o Amor encontrou seu lugar...❞
-------------- Poetisa: Eliana Angel Wolf
Ciclos
Perdi as contas de quantas vezes morri
Algumas vezes fui apunhalada sem misericórdia
Assassinada pelas mãos de quem jurou estar ao meu lado
Outras vezes fui levada ao suicídio
Pelo desejo em findar a dor
A dor das feridas abertas em minha Alma.
Perdi as contas de quantas vezes morri
Mas todas as vezes que a morte me beijou a vida me abraçou
Me fazendo perder as contas de quantas vezes renasci.
Acelerado caminho a passos largos
Em alta velocidade seguro a sensatez
Perdi a calma em pensamentos vagos
Parou-se o tempo, rompendo a lucidez
Vivi momentos de caos, na escuridão
Nos meus lamentos me afoguei sozinho
Ganhei desprezo de quem estendi a mão
E vi cavarem covas no meu caminho
A chuva lá dentro encheu minhas cisternas
Acúmulo de águas sem nenhuma saída
Alguns dizem que as dores são eternas
E que a eternidade só dura uma vida
Mas eu só vivo uma vez a cada dia
E toda a vida, por vezes, num só momento
O mundo parece que te afoga em agonia
E a vida mostra a beleza de tal tormento
Sinto pela minha capacidade de sentir demais
Sinto por todas as vezes que perdi a paz
Sinto por correr desorientado na escuridão
Sinto quando precisei, mas soltei minha mão
Sinto pelas vezes que feri e fui ferido
Sinto quando não deixei que o amor fosse nutrido
E quando sinto dói bastante, não vou mentir
Mas a vida é sentir para viver e viver para sentir
"Todas as vezes em que perdi meu chão, caí mesmo! Não fiquei tentando agarrar-me a qualquer coisa, o "qualquer coisa" nunca valeu a pena. Me deixei sentir o que de fato estava acontecendo, para assim conseguir me reerguer firme, cada vez mais forte ."
Busca
Muitas vezes
juntei do quebrado coração,
todos os pedaços que perdi pelos caminhos,
onde tentei estar perto da beleza, do amor,
perto de ti...
Muitas guerras eu perdi,
mas quem disse que eu
merecia vencer?
E porque não morrer?
porque me rendi ao teu amor.
§
A CRIANÇA QUE PERDI:
Esta noite eu não dormi, com meu siso,
Decidi... Viajei no passado (...).
E presente me encontrei com a criança
Que havia deixado a chorar na estrada sem tino
Do alto do consciente, a vi... E entendi.
Pra rever meus sonhos, planos, e desejos...
Eram todos fúteis!
Nasciam da fértil e quimérica imaginação
Daquela homérica criança.
Neste instante, inexoravelmente anseio
Seu resgate
Porém não me é dado êxito
Ah! Meu mundo surreal
Ofusca a aura clara
Do régio ser que um dia fui.
E dormi apenas eu...
O leviatã rugirá impiedosamente aos descalabros, trazendo em sua espada a glória e a esperança perdida.
Hoje, eu quero viver o que eu nunca vivi. Realizar meus sonhos, buscar meus ideais que ficaram perdidos em algum lugar distante e que agora chegou o momento de resgatá-los.
Perdi as contas das vezes que meu mundo desabou, ainda bem que sou eu um arquiteto inquieto e persistente.
Sou mais corajoso do que era, porque perdi tudo; e quem não tem nada a perder pode correr todos os riscos.
