Mensagens de Morte
A morte pode chegar num instante (Salmos 144.4). O Inferno será num instante para quem não está em Cristo; e o céu será num instante para quem está em Cristo.
A morte foi derrotada na morte de Cristo. 1° Coríntios 15.54-55: Tragada foi à morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Mateus 28.6: Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito.
O poder e a eficácia da morte de Cristo consiste na abolição do pecado e da morte, e também da lei, que é o escrito de dívida que nos é contrário.
NADA TRANSCENDE À REALIDADE:
Discorrer à morte...
Remete-nos às margens
Dos rios
Que se vão
Rumo ao mar longínquo
Com a fúria do vendaval
Arrebatando sonhos e ilusões.
Discorrer à morte...
Nos conduz ao epicentro
Das incertezas.
Encetando-me a nitidez de que
Nada tenho ou sou
Ou para aonde vou.
Que tudo é nada.
E a única inferência
É morrer.
A morte é como um sono profundo, só que ao invés de acordar no mesmo corpo, acorda em outro, e nem se lembra de como dormiu.
"Vejo um Brasil de luto, de bandeira a meio mastro, Pela morte da Justiça, da ordem e da liberdade".
"A morte não é o fim da história, mas o momento em que ela deixa de ser escrita por nós para ser lida por todos os que nos amaram."
A morte!!!
Quando morremos, entramos em um sono profundo: perdemos a consciência de tudo e de todas as memórias. Permanecermos em sono pós-morte até que sejamos concebidos novamente. Ao nascermos, recebemos novamente o sopro da vida e teremos um novo ciclo de vida — como uma folha em branco. Não trazemos nada, lembranças ou ideias da vida passada. E assim a vida se repete. Não existe céu ou inferno, apenas um sono pós-morte.
Prof. Mendes
O Tempo não é testemunha de nada; ele nem apaga e nem mantém sua breve vida no limiar da morte inevitável.
Sejamos felizes ate que morte nos separe...
Compreender a escravidão dos espíritos...
Sinuosas virtudes
Morre a poesia em teus lábios...
A morte das palavras,
... perdem o sentido,
As lágrimas escorrem veladas.
Num arco fulgaz de notório espírito...
Para o flagelo do caos interno seja parte do espírito...
Locução da reflexão a vida e a morte.
A vida resiste num mundo de capricho e desequilíbrio.
Aonde caminhamos pelo direito de estar vivo e viver melhor.
Temos desigualdade social a fome
e o real temor o consumidor e o mais grave terror dos conflitos armados...
A ambição a degradação do meio ambiente transformam o mundo.
A vida resiste é floresce a no concreto...
Mas, como resistir ao próprio ser humano... A vida é a virtude deste mundo...
Como julgar a vida tão bela?
*Neste arco complexo de realidade*
*Temos que respeitar a vida *
* pois a inércia é a morte pois ao pó voltará*
A Morte do Caráter
O caráter adoeceu em silêncio,
foi perdendo a voz nas esquinas do interesse, trocou a espinha por atalhos e aprendeu a sorrir com dentes emprestados.
Enterraram princípios como quem varre poeira, cobriram a verdade com tapetes caros, e a honra virou um objeto antigo guardado num quarto que ninguém visita.
Hoje o caráter é lembrança em retrato amarelado, uma árvore cortada que ainda insiste em sombra, morreu de pequenas concessões diárias
— não por um golpe, mas por abandono
O meu quarto tem cheiro da morte.
A minha janela reflete a escuridão
A minha cama vazia me ensina o que é a solidão.
A morte é simplesmente o fim.
Ela não transforma, não conduz, não prepara.
É o encerramento total do ciclo,
o ponto em que nada mais se prolonga.
Não há caminhos ocultos,
nem sentidos posteriores a serem buscados.
A morte existe para fechar,
para afirmar que tudo o que tinha tempo
chegou ao seu término.
Reconhecer isso não é negar a vida,
é aceitar que todo ciclo
se encerra exatamente onde termina.
Leveza é encontrar-se com a morte e viver
Porque adeus,
se até logo já bastaria,
quando nada acaba,
estando triste.
Uma jornada é uma jornada.
Um dia de tristeza é um dia a menos.
É a solidão de um mar,
um dia ensolarado parcialmente encoberto.
Felicidade acabada,
o sustento da dor,
tendo a alma atravessada,
bem devagarinho.
Morrer aos poucos,
lenta e dolorosamente,
é a vida quem nos impõe
diante do medo.
Levanto-me da minha lama existencial,
chorando qual uma criança recém-nascida,
cego por tanta luminosidade,
tentando simplesmente me ambientar.
Uns dias depois do meu novo nascimento,
busco encontrar forças para me sustentar,
para seguir onde quer que seja,
com um sorriso em meu rosto.
Carlos de Campos
