Mensagens de Invasão
Pensamento é liberdade plena, é como a água, não tem limites, basta uma brecha e lá vai ela, invadindo e provocando bons e maus acontecimentos
Será ausência ou só recordação? Essa saudade que invade meu coração. Tento me aquecer num dia frio, relembrar à margem as águas que passaram nesse rio; tento preencher tanto vazio, remendar com imagens, palavras - o que minha alma viu, ou só sentiu, inventou que é para não sofrer, porque os olhos só veem o que querem ver. Aqui é tão fácil de se perder...
(É a terra dos meus sonhos e memórias)
Guardei tanta coisa e nem sem por quê...
(É a terra dos meus sonhos e memórias)
Quando a tristeza invade nosso corações, o que devemos fazer
Se entregar e deixar acontecer
Ou vamos atrás de algo para mudarmos isso
De verdade não sei...
A vontade de mudar tudo isso é grande
Mas de se entregar maior ainda.
Rasgam-se as nuvens no céu estrelado,
invade-se a vontade de gritar,
o Sol mantém-se ao longe... calado,
ouvindo o som do belo luar.
A fada desperta do sono encantado,
com a sua harpa de sonho a tocar,
o sol dormindo... sonha deleitado,
vislumbrando ao longe um novo acordar
Surge então um novo céu... a nevar
de noite e durante a madrugada,
O sol mantém-se coberto a sonhar
com estrelas e com a sua amada...
Ouve-se ao longe um galo a cantar,
adivinha-se o nascer de um novo dia,
A lua vai-se embora a chorar,
mas o Sol... desperta com alegria.
De um novo recomeçar
Bebi 3 copos de vinho
E estou aqui esperando vc
Nesse recomeçar,!!!
Autor super desconhecido
VENTANIA
Surge do nada
Na ousadia do vento
Vira redemoinho
Bagunça sentimento.
Invade portas e janelas
Na sua maior rebeldia
Esculpe folhas no chão
Se junta forma poesia.
Constrói castelos de sonhos
Acaricia as flores
No céu surge o arco-íris
Impregnado de cores.
Na quietude da tarde
A brisa começa a soprar
Espantou a ventania
Ocupando o seu lugar.
Entre palavras e labirinto
A noite chega risonha
A brisa acaricia suave
Acalma e sonha.
Autora- Irá Rodrigues
"Em meio a tanto barulho e ruídos superficiais, por um momento sou invadido de paz e inspiração por uma canção, uma voz, o sonido polido de um instrumento musical.
Esse momento não precisa de explicação, simplesmente obrigo a mente a se concentrar e dar oportunidade a serenidade e a quietude."
“Se tristeza ao meu peito invade, de alegria me arvoro e a esperança pede passagem. Transcende minha alma amiúde; não sabes se permanece ou se a abandona de vez. Tento debalde perscrutar seus desideratos mais ocultos, todavia não os compreendo como deveria, em que pese jactar-me ser um mancebo buliçoso de atitudes anfibológicas e airosas. Desistir? Não! Não sou desses incautos de cujas virtudes poderia prescindir em prol do amor almejado. Ao revés, finco meus pés no chão, sólido a não mais ser, a esperar pela vinda do ser que me faz ser quem sou.”
Sua voz invade a minha alma e me transfere a força que preciso pra acordar todos os dias disposto a lutar por nosso futuro.
Faz todo o sentido lhe chamar de "minha vida" pois é isso que você trouxe ao meu coração, vida!
A música que ouço, o frio que sinto, a paz que me invade, as trevas que me cercam; tudo isso é atrativo para esquecer os outros momentos de angústia.
Penso e não te vejo como pensava.
Rios de lágrimas invadem meu coração agonizado.
Ignoro minha dor e só penso em meu sofrer,
Sinto falta de você,
Coração em pedaços, que brotou escuridão na luz,
Ignoro minhas queixas, pois tudo é sofrer.
Lágrimas que rolam dia e noite dia
Lago de tristeza sem fim, lembranças sofridas.
Amor sem despedida, amor de PRISCILLA.
Nasceu algo novo
eu vi, veio devagarzinho
não fez alarde, somente invadiu
eu resisti, mas tanta era a solidão.
Debati ao resgate tardio
ah! como me privei de você
mas enquanto vida,ouve procura
era loucura.
No meu diário eu não existia
só sua vida,
seus beijos sonhados, longe..
e um pigmento claro de vontade
Lá longe ousava recusar-te
debatia a mais leve condição
eu sofria,mas era longe demais
era amor de mesmo ventre.
Agora disposta,sem coragem
pura miragem,
abro meu caderno de respostas
lembra? Resgatei...
E agora, me deito, quietinha
feito feto abandonado.
feito coração transplantado
querendo bater novamente,
feito nova semente
enterrada,
olhando terra acima
procurando sol,
e uma rima pra continuar a viver.
Lupaganini
17-06-15
Senhor, o planeta ainda sofre pela pandemia que invadiu nossa terra.
Muito choram entes amados que partiram, outros tantos espíritos que desencarnaram estão confusos querendo entender e receber apoio para nova condição.
Por tudo isso, eu te suplico: me faça capaz do próximo servir, tendo tolerância para com a ignorância, o desprendimento frente à pobreza, a solicitude moral diante dos reclames das crianças; atenção e amparo para com a velhice, o perdão sem condição, a brandura na exaltação, a verdade e o amor.
Que eu pense sempre em meus irmãos vivos ou desencarnados e te busque não para mim, mas para nós. Senhor nos abençoe. Amém!
O CERRADO LÁ FORA
Quanto o manto da noite veste o cerrado
O silêncio invade a alma numa melodia
Num versar tão sensível e tão sossegado
Tal uma sensação de uma erudita poesia
As estrelas no céu, alvacentas e luzidias
Numa harmonia em seu encantado voo
Bailam pra lua em parceiras companhias
Celebrando a magia dum dia que acabou
Escura, sombria, duma vastidão gigante
Odorante, e de um singular inteiramente
Belo, significante, muito a todo instante
E nesta quietação mouca dorme a flora
Numa sedução, e fascínio tão inocente
Do embalar da noite no cerrado lá fora...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
26 setembro, 2021, 20’44” – Araguari, MG
Uma brisa suavetoca o teu rosto,
uma paz te invadetrazendo conforto
assim como a fragrância das flores,
um sentimento de renovo que carregarás pra onde fores.
Quando os olhos se cruzam.
Com aquele olhar penetrante.
Que invade a alma.
Deixando completamente devastado de amor o coração.
Poema de Tom Neilton Nogueira
AUTOR: José Alves de Araújo Neto
A FRIEZA
A frieza das águas me invadem
Passo meses inundada no tempo
Mas sou honrada pelos meus fiéis
Em minha história tenho segmento
Mesmo assim o sucesso me abraça
O local é que mostra minha raça
Tenho fama e histórias a contar
Minhas histórias irei espalhar
Para toda terra conhecer
Meus festejos, alegria e prazer
É o que eu tenho a oferecer ao meu povo
Esse ano me banho de novo
Mas esta batalha vou vencer.
Numa linda manhã
Clara e tesônica
Invadia os Céus daquele rei
Um pequeno avião
Que chamaram
"Enola Gay"
Ele trazia nas mãos
Um celeiro de covas
Bem pior que mil vespeiros
Muito diferente, porém coerente
Com a boa nova
Descrita em Tessalônica
Essa notícia, de repente
Inesperadamente
Encaixou-se no ar
de forma anatômica
bateu no chão de algum quintal
de maneira harmônica
espalhando seu mal
de maneira isonômica
A manhã daquele dia
Entrava pra História
Seus terrores que se espalhavam
de uma forma bem pouco econômica
e todo mundo conheceu
o horror da ausência de amor
da bomba atômica
Saudade
dor passageira
Que volta todo dia
de maneira costumeira
e nos invade insistente
Qual Palmeira ao vento
e faz chorar
A quem eu queria ver
e não vejo
Pois não mais existe
Saudade
dor Feiticeira
Porque é que foi
Que junto à tanta ausência
Tu também não sumiste?
Desiste de mim, saudade
Por que é que escolhes
Justamente eu?
Esquece de mim, saudade
Igualmente ao restante do mundo
Cuja lembrança
Mais mansa e menos profunda
Que a sua
Me esqueceu.
Tua ausência fere
E a alma canta
é tanta essa saudade
Que me fere, que me invade
O tempo que a tudo cura
Me procura pra dizer
Que essa saudade
Não tem cura
Eu tenho que pensar
Em outras coisas
Então eu tento inutilmente
Mas a mente pinta
Tua cara na parede
Teus olhos
A brilhar na noite
Não me veem
Enquanto estrelas lá no Céu
vão me seguindo
Por mais
Que não me enxerguem
Eu as vejo
Atrás das nuvens
A tua ausência
e existência
Me perseguem
A vida vai passando
Assim, depressa
Enquanto o tempo
escoa lentamente
Minh'alma à toa
Não se cura
E a dura dor
No dia claro
Torna a vida
muito escura
Eu tento mentalmente
Imaginar-te
Num futuro inexistente
E enquanto a tarde vai passando
Gotas da chuva que não cai
Vão brilhando aqui pertinho
Teu nome insiste
Em minha vida
e meu caminho.
