Mensagens de Desilusão Amorosa
Você me perguntou quantos dias eu poderia te esperar, eu respondi: 100. Por quê? Porque no centésimo dia eu vou continuar lembrando de você, nem 200 dias seriam capazes de me fazer te esquecer. 100 dias, 200 ou "mil milhões" de anos não são o suficiente para fazer meu amor morrer.
Torre forte és minh'alma. E mesmo na tempestade, os meus pensamentos de vida
com as cores violeta, azul, verde, rosa, dourado e prateadas corre solta como o mais rápido corcel alegre como a Corsa com a leveza do beija flor do seu amor 🕉️7
As estrelas brilham, os diamantes brilham, as esmeraldas brilham, mas nada brilha tanto quanto meu olhos brilham quando vejo o brilho do seu sorriso.
Quando vi a ferocidade com a qual criticou os trabalhos alheios, estive certo de que ele apresentaria algo melhor. Estava diante de um crítico apenas, nada mais.
Seu olhar dizia que algo estranho acontecia
Porque a briga do outro dia foi intriga da tua amiga
Porque eu nunca trocaria joia por bijuteria
Só quero seu corpo quente, aquela proposta indecente
A gente vive igual adulto e se ama igual adolescente
Pandemia
O único proveito da pandemia
E o crescimento real.
Melhora a própria Vida,
E o todo. Porque; cada um,
é parte do todo.
Se não; é apenas uma penitencia
Coletiva, que o tempo se encarregará
De apagar. Porque, Vida e transformação,
só existe no agora.
Marcos fereS
(em tempo de corona)
O AMADOR (soneto)
Ser-se amante é ser-se abundante
(- ou mais do que generoso talvez)
É doar-se em lealdade tão gigante
E pôr-se ao total dispor na validez
É olhar com um afeto importante
Ciente de ser mais que uma vez
Ao qual cada beijo é sussurrante
E o amor, então, cheio de vividez
É saber que o ardor nos consome
A sede, do querer, saciada no bem
Rir, cantar, e ter o escolhido nome
É acertar no que não nos faz refém
Que nos detém! e ter do outro fome
Porque a gente ama, e quer ir além...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24/03/2020, 14’01” - Cerrado goiano
CANÇÃO À AUSENTE (soneto)
Pra te esquecer ensaiei minha saudade
Deixei então de pronunciar o teu nome
Me escondi no silêncio que me consome
Pra te esquecer ensaiei a minha vaidade
Pra te omitir ensaiei diverso pronome
Busquei na poesia uma profundidade
E na maldade do verso tu me invade
Pra te omitir ensaiei não ter de ti fome
Pra te esquecer ensaiei a minha razão
E no vão árduo o pensamento chorou
Para te omitir ensaiei o meu coração
Pra te esquecer e te omitir só sobrou
Um prazer agridoce e amarga ilusão
Para te omitir, esqueci.... acabou!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24/03/2020, 19’10” - Cerrado goiano
As vezes dentro de mim fica em convulsões...
Quando você me abraça é como se matasse leões...
Tudo serena
Tudo adormece e você me aquece...
Obrigado...
Oh, morena tropicana, porque és tão bela?
com seus cachos, sua composição
seu cheiro, sua lábia, seus lábios
tão formosa, tão esbelta.
Ai de quem negar essa perfeição
Te negar seria um pecado
Não daqueles quentes que nos levam a loucura
Loucuras que farias com você todos dias,
Só para te sentir, para te fazer e desfazer
negá-la seria um pecado imperdoável
oh morena tropicana, porque és assim?
por quê tão bela? tão amorosa
tão maravilhosa, tão inimaginável
és uma das perfeições desta terra
és meu sonho, és meu porto
quando a vejo, sinto-me
tão fervoroso, és meu porto
és meu sonho,és meu amor.
Nas entranhas de tua teia.
Encontrei-te oh! Meu bem...
Na linha do tempo que se perdeu
Uma aurora ja vivida, tão bem esquecida
Que derepente ascendeu e fluiu.
Um riso pulsante despertou novamente
Cegando por ora as atuais trincheiras
E pôs-me num contentamento insessante
De poder me entranhar novamente em tua teia.
O lobo solitário não mais rugiu essa noite
Apenas uma melodia soou no momento
Era tua voz a bailar no meu inconsciente
Me afogando num saudar deslumbrante.
Desnudei tais olhos enegrecidos
Reacendi alvoraz chama ardente
E queimei junto a ela benevolente.
Mas nao tardou a chegada do inverno
Posto você, o maior inferno
Apagar meu fogo, minha chama.
Willas Gavronsk
Se a sua consciência lhe cobra algo que fez ou acusa você por algo que pensa fazer, mesmo que seja permitido por lei, mesmo que seja comportamento normal no seu meio, pare e pense: pode ser o Universo dizendo que você está à frente do seu tempo.
Se os dias pudessem, serem vividos novamente, a palavra valor perderia o seu sentido, faça os próximos dias serem os melhores, que o amor pode proporcionar.
Vivendo no acaso [...]
Eu tô apaixonado mesmo
Todo bobo, perdido, sem rumo...
Sigo meu sorriso. Pra onde o coração palpita.
Aonde a emoção é forte,
Aonde eu sei que tenho a sorte...
Eu não sei o quanto espero
Mas eu sei o que eu quero.
Quero beijos sinceros e apaixonados...
Quero carinho no caminho,
cafuné e colo!
Quero toque, desejo, uma química,
Guardar segredos!
Quero dias, tardes e noites
Quero momentos inesquecíveis...
Quero andar na trilha,
passear na cachoeira, visitar a praia,
ver o pôr do sol, ficar descalço no jardim!
Quero ver o mar, quero sentir o vento.
Quero sonhos loucos e felizes!
Quero adrenalina, suspense, aventura!
Quero ouvir música alta, dançar até cansar!
Quero conhece-la melhor
e me apaixonar cada vez mais!
Quero abraços, muitos abraços e muitos beijos também!
Quero chorar de rir!
Quero banho de chuva!
Fazer cartinhas de amor...
Esse desejo, eu quero, ao meu dispor.
Será que é pedir demais?
Ter a vida que me satisfaz
Não é possível cansar do teu olhar
Esses olhos, mais profundos que o mar...
Em uma dessas sonoites...
Foi notório! Eles são mais bonitos que o céu da noite.
Descobrir que mistérios guardam
Revelar a entrada do portão ...
Ouvi dizer... lá do céu...
Que sus olhos... Estão ligados ao coração
As mulheres são flores
Os homens orações
Juntos somos as catedrais
Dos nossos corações
Vividos em comunhão
Com o amor verdadeiro💕
E agora com toda essa gente doente ?
E agora que a maior doença está no coração da nossa gente?
E agora, eu que sempre busquei o amor, o que faço em um mundo doente?
As pessoas estão loucas e eu ainda acredito no amor.
A doença não está no vírus mas sim na falta de amor.
A pandemia é a falta de solidariedade, é não olhar pelo outro e não fazer o bem.
A pandemia é a falta de amor
REALIDADE (soneto)
A dor foi longe demais, para voltar
Nos canteiros onde havia só flores
Hoje a erva daninha tomou o lugar
O que era voz prazerosa, há dores
Em nós, vazio ficou o falante olhar
Aos antigos sensos, outros amores
E na saudade do amor, um silenciar
Com os esboços com outras cores
Valores? Há um, a doce lembrança
Que ficou no outrora, ali a de estar
Uma vez já bailada, outra a seresta
Quebramos tudo, toda a esperança
O que era para ser, se perdeu no ar
E a poesia dedicada, não mais nesta!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
26/03/2020, 12’07” – Cerrado goiano
