Mensagem Póstuma
♡ AMANHÃ FRÁGIL SÓ ❤
A morte afaga todos os meus sentidos
Neste meu corpo frágil e gelado
Voa a minha alma num papagaio de papel
Por este céu brilhante, onde queima o sol
Areia branca ou talvez vulcânica
De pedras grandes e pequenas onde ferem os pés
Pés descalços à beira do mar
Deixamos as mágoas, as dores do corpo
Onde a morte afaga os pensamentos
Frágeis, soltos e débeis
Deste meu corpo já tão frágil e gelado
A solidão assusta-me
E ao mesmo tempo seduz-me
Mas não quero estar sozinha
A tua ausência dói em mim
A minha alma chora, a tua em mim
Sobre a mesa está uma carta
Que fala sobre os nossos sonhos
Sonhos, sonhados e não realizados
Tantas coisas de nós, os dois
Escritas numa simples folha de papel
Tantas passagens de nós dois
Das nossas viagens, dos nossos passeios
Vividos e passados em família
Não importa onde iremos amanhã
Nem onde iremos parar
Eu só quero é estar contigo (amanhã)♡
"Difícil administrar um reino onde uma parte tem medo da morte, outra tem medo da fome e a terceira quer atear fogo no castelo....
Só espero que ao final de toda esta crise, os que estão com medo da morte e os que estão com medo da fome se unam contra os que querem atear fogo no castelo."
quanto vale uma vida? sabemos que na morte somos todos iguais, não existe o mais rico ou o mais pobre do cemitério, são apenas lembranças de pessoas que viveram e marcaram, e outras que simplesmente passaram, por isso devemos amarmos mais e cuidarmos mais uns dos outros e juntos celebrarmos a vida, porque mesmo vivendo em condições adversas somos todos iguais, tanto na vida, como na morte, a arrogância e a prepotencia, são obras de mentes insanas.
Ontem à noite quando estive sozinho
Eu vi o moinho do vento me chamar
Não se pra vida ou pra morte
Só sei que vi ele rodar
Ontem pareceu está tudo tão perto
E ao mesmo tempo tão longe
Senti o calafrio senti a dor
Senti a morte chegar
Eu não sabia se ria ou chorava
Só sentia que ia acabar.
Pois a solidão de estar só
E gritar como um poste de luz
E ninguém escutar
Era tão grande
Que eu não sabia se era sorte
De ver o moinho rodar.
Ele me chamava vem vem
E eu gritava não hoje não é dia de chorar
Ontem à noite tudo
Doía e eu o moinho da morte
Chamar-me.
O medo da morte por um vírus leva a humanidade ao desespero. Já o medo do inferno leva a igreja a valorizar a vida.
Existe um medo da volúpia que é em si mesmo voluptuoso, assim como um certo medo da morte pode ser mortal.
Lares… Pai… Mãe… Condenados à MORTE pelo "bom" filho ou "boa" filha…
Não condenes, pois, teu Pai ou Mãe à morte;
Neste momento, de em nós pandemia;
Porque em casa, está toda a mais-valia;
Porque em casa, está um viver mais forte!
Mais forte, por não haver comparação;
À segurança havida em nossa casa;
Onde o vírus, em nós, ganha a tal asa;
Pra poder haver contaminação.
Por isso abandonar os pais em lares;
É estar a condená-los à sorte;
Coisa que ELES a nós, jamais fizeram!...
Naquelas tantas noites que perderam;
Pra nos livrarem da doença ou morte;
E a tais PAGAMOS com: abandonares.
Sem mais comentários;
A morte é o que conduz a vida. Pois sem a morte esperamos pelo amanhã, e com a morte queremos o hoje, pois temos o medo do amanhã. A morte é o nosso relógio biológico nos lembrando de viver.
A morte não é a única certeza, a vida também é, pois não teríamos sequer certeza da morte se antes não tivéssemos certeza da vida.
Morte.
A morte. A palavra que alguns mais temem, talvez a palavra mais incompreensível para alguns que ainda não estão preparados para a perda. Choramos, sofremos por muitos e muitos anos. Um sentimento horrível. As vezes choramos por sentirmos falta, talvez das palavras, da voz, do rosto, do carinho.
É lisa, ele suaviza, ele concretiza,
A morte que lenta via
pisou no meu lado direito,
assentou-se no conceito do leito
O verde ar da manhã virada,
A mente desvairada
Dizia meu pranto em pronto dia,
A vontade, a tarde, mania.
Dor que é tu, não nada,
que é o inexistente, que é tua pele que falta
Não há dor neste barco
Diz Camões! tuas palavras belas
Sangue mar de Portugal...
Sente-tu o que há em mim!
Que vim dos séculos ao mar trotando
Sente que não há dor então cria em mim
Amargo sal na minha boca alada
Mal tom, insiste em mim
Andei, Trotei, Amei
Camões, pois, fez-me sofrer por que?
que não salvaste o amor em lei,
Amou o belo do lusitado ritmo
fechou o mar pro amor mais vivo!
Há dor, porque não há o ti,
Não há o ti pois assim o fiz
que fiz por ti jamais, por mim
Por mim? Pois, Pessoa, diz,
o que palavra que no mar se foi?
Troquei o ti o si, o me. Jamais pensei,
o todo quis pelo menor que fiz,
a bela aurora já me contradiz
A morte é o fim da vida para o ser humano
Eu não sei como explicar...
O tempo acaba e só fica as lembranças
Lembranças boas, lembranças ruins.
Só ficam as lembranças...
E o luto nunca vai acabar...
Estou me afogando em sentimentos,sei nadar,porém nesse mar é difícil não naufragar.
É uma morte lenta e dolorida.
Transformando uma vida colorida em cor de cinza!
Perder-te foi como a morte
Silenciosamente e sem esperar
Foi como gritar internamente
Uma dor incandescente
Perder-te foi como um mergulho
Sabia lá eu nadar...
Foi como urrar para o mar
Para na superfície me deixar
Ainda luto, não esqueço
Contudo não há arrependimento
Dei-te todo o amor que tinha para dar
E agora só me resta a mim me amar
Jamais me perderei neste mar,
Como foi bom te amar!
“Quando comecei minha pesquisa sobre experiências de quase-morte em 1968, eu era um cético e ateu. Agora eu não sou nem uma coisa nem outra.”
Filosofia
A morte é tão familiar,
mas não existe antes do nascer.
A morte é tão peculiar,
só nasce depois de morrer.
Enquanto não percebe a vida,
a morte não temerá.
O sábio não teme a morte,
o tolo perceberá.
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