Mensagem de Ausência
Nó
O tempo perdido
Pode ser recuperado
A solidão é a ausência
De alguém não encontrado
Deixe o passado no passado
Viva com as marcas
Disperse o medo
não chore, ainda é cedo
Não sinta-se só
Insista, tem solução
Há medo ao teu redor
Há coragem no teu coração
Ouça a coragem
Desate o nó.
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou...
Me perdoe a minha ausência, perdoe-me o meu silêncio ou pela falta de respeito que interpretou sem sentimentos;
Apenas sou o que sou e não o que pensam, sou o vento em tempestade ou brisa acalentando sentimentos;
A presença de carisma não substitui a ausência de caráter. Prefiro ter amigos tímidos e íntegros do que carismáticos e desonestos.
Meus olhos transbordam a dor da tua ausência, que escorre descontrolada por minha face rubra de saudade.
Saudade não é ausência. É a presença, é tentar viver no presente. É a cama ainda desarrumada, o par de copos ao lado da garrafa de vinho, é a escova de dentes ao lado da sua. Saudades são todas as coisas que estão lá para nos dizer que não, a pessoa não foi embora. Muito pelo contrário: ela ficou, e de lá não sai. A ausência ocupa espaço, ocupa tempo, ocupa a cabeça, até demais. E faz com que a gente invente coisas, nos leva para tão próximo da total loucura quanto é permitido, para alguém em cujo prontuário se lê “sadio”. Ela faz a gente realmente acreditar que enlouquecemos. Ela nos deixa de cama, mesmo quando estamos fazendo todas as coisas do mundo. Todas e ao mesmo tempo. É o transtorno intermitente e perene de implorar por ‘um pouco mais’.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido. Afinidade é não haver tempo mediando a vida. É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo sobre o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico sobre o superficial. Ter afinidade é muito raro.
Nota: Trecho de um texto do autor.
Se a morte é a ausência da vida a vida deveria ser a ausência da morte. Logo, por que pensamos na morte ?
As lacunas deixadas pela ausência da ética no caráter humano, serão sempre preenchidas por condenáveis inspirações!
Felicidade é ter um espaço exclusivo dentro do coração de alguém. E quando for ausência, ser a mais bonita lembrança que se tem.
Minha pequena, que falta imensa você me faz
hoje senti imensamente a tua ausência e doeu.
Com saudades deitei-me na areia morna da praia
contemplei por horas o céu, e te procurei na lua.
Gritei bem alto teu nome ao vento, eu te quis.
te quis tanto, que via tua imagem estampada
você me olhava, sorria gostoso como sempre faz
tentei te alcançar com as mãos, acariciar teu rosto
era sonho, saudades, minhas mãos estavam vazias.
Ah, pequena minha, me sinto perdido sem graça
ouço músicas ,tento poetar as horas não passam
Sem você cada minuto é uma eternidade.
Tudo que mais quero, é te ter neste momento.
Minha alma sente a ausência da tua e chora,te quer!
São gêmeas, e uma precisa da outra para ser feliz
As vezes sorrio sozinho e você sabe bem o porque
somos amigos e amantes, e juntos nossa vida é feliz.
Venha, minha alma espera ansiosamente a tua...
O que a ausência e o afastamento subtendem esquecer, o coração doloroso silenciosamente insiste em lembrar.
O motivo do "sumida" são as visualizações não respondidas, a ausência do abraço e o carinho que sempre ficou para depois.
Na ausência da arte imitando a vida, haverá a vida replicando a arte.
Sendo que a vida é a arte divina, que explica a existência de um Deus Soberano.
Todos os males do Brasil, excetuados os de causas naturais, nascem da ausência, na nossa cultura, de um elemento essencial à vida humana: a busca da verdade. Aí ninguém sabe o que é isso, nem muito menos tenta saber, porque ninguém sente falta daquilo cuja existência ignora.
