Mensagem de Ausência
Se amar é sentir a ausência de alguém;
Se amar é ter saudades de um sorriso;
Se amar é viver sofrendo na alegria;
Se amar é chorar por coisas de que antes se ria;
Se amar é estampar a alegria no rosto e tristeza no coração;
Se amar é por um beijo a vida se alegrar;
Se amar é viver no engano do que queríamos que fosse;
Se amar é, enfim, tudo isso, então…
Eu amo você !!!
A presença de carisma não substitui a ausência de caráter. Prefiro ter amigos tímidos e íntegros do que carismáticos e desonestos.
O Amor entre duas pessoas sempre dá certo.
O que pode dar errado é a ausência de amor em uma delas.
(Re)acostumar
Estou me acostumando a não sentir tua ausência, a não derramar uma lágrima em sua presença e a não receber tua atenção. Estou me acostumando a ser largada, jogada e pisoteada, como se nunca houvesse sido alguém - seu alguém. Minhas promessas se tornam banais conforme o tempo passa e não as cumpro, porém continuo repetindo por vezes seguidas. Me prendi e perdi num replay em camêra lenta onde a cena que passa está longe de ser agradável. Contudo, permaneço estática como uma pedra. É, estou me reacostumando.
Sua ausência passou por mim
Como a linha através de uma agulha
Tudo o que faço é costurado com a sua cor
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou...
Ausência
Um vôo noturno
Teus olhos de saturno
Circulam meu espaço
Boca de lua crescente
Sorrindo um pouco da gente
Sem pedir licença
Inocência
Meu inferno é o céu
O frio do inverno num pedaço de papel
Um poema...
Tua ausência.
Nó
O tempo perdido
Pode ser recuperado
A solidão é a ausência
De alguém não encontrado
Deixe o passado no passado
Viva com as marcas
Disperse o medo
não chore, ainda é cedo
Não sinta-se só
Insista, tem solução
Há medo ao teu redor
Há coragem no teu coração
Ouça a coragem
Desate o nó.
Desejo todo amor e carinho para aqueles com um pai ausente. Não a ausência pelo falecimento, mas sim de uma existência apenas nominal, sem carinho, amor ou afeto. Isso é o que mais afeta o emocional de alguém. São conturbações e marcas que sempre estarão ali.
Todo início é difícil, porém a escolha por remar, mesmo na ausência dos ventos favoráveis, nos permite a não ficarmos parados em meio às tempestades. Afinal, buscar seguir em frente, nem sempre é temer as enchentes da vida, na maioria das vezes é aprender a dançar nas chuvas.
Feliz criatura que pode atribuir a ausência da felicidade a um obstáculo terreno! Você não sente que é no seu coração arruinado, no seu cérebro desorganizado que jaz o seu mal, e que todos os reis da terra não poderão curá-los!
Enquanto muitos esperam alguma atitude, certifico-me que a ausência dela já diz muito e prossigo!!!!
No momento certo a vida ensinará que:
Nem sempre a ausência é por querer...
Nem sempre uma escolha nos leva a um bom caminho,
Nem todo caminho tem um retorno...
Todo caminho sempre nos oferece uma nova escolha... atalho...
Muitos caminhos nos levam a nossos objetivos, outros nos tiram dele.
Rebobina a fita da vida e volte no tempo, antes do aborrecimento que a ausência causou. Te conheci, esqueci o sinônimo do sofrimento, a vida me quis feliz e a tristeza passou.
A ausência temporária faz bem, porque a presença constante torna as coisas parecidas para que possam ser distinguidas. A proximidade diminui até as torres, enquanto as ninharias e os lugares comuns, ao perto, se tornam grandes. Os pequenos hábitos, que podem irritar fisicamente e assumir uma forma emocional, desaparecem quando o objeto imediato é removido do campo de visão. As grandes paixões, que pela proximidade assumem a forma da rotina mesquinha, voltam à sua natural dimensão através da magia da distância.
"...a tua ausência é, em cada momento, a tua ausência.
não esqueço que os teus lábios existem longe de mim.
aqui há casas vazias. há cidades desertas. há lugares.
mas eu lembro que o tempo é outra coisa, e tenho
tanta pena de perder um instante dos teus cabelos.
aqui não há palavras. há a tua ausência. há o medo sem os
teus lábios, sem os teus cabelos. fecho os olhos para te ver
e para não chorar..."
Chorei a ausência das reações humanas daquele corpo sem vida. Chorei a orfandade incômoda, o adeus forçado, a separação. Choro hoje a impossibilidade dos afetos. É abstrata sua presença. É memória e esperança. Apenas isso.
