Mensagem aos Mortos
SONETO DOS FINADOS
Dia dos mortos, túmulos... Finados!
Dois de novembro, fé, um ritual.
Almas no céu? Inferno? Funeral.
Cemitérios, os corpos enterrados.
Covas, ossadas, pó... desencarnados!
Orações, rezas... Um tempo no umbral.
Lamentações, espírito imortal...
Mortes, óbitos, ciclos acabados.
Desafinados, só boas lembranças?
Ó sumida pessoa falecida,
Aos teus filhos deixaste uma herança?
Fecha caixão, velório, despedida.
Anos se vão... A única esperança:
Reencontrá-los no além, fim da vida.
Sinto falta dos meus amigos que mesmo ainda estando tão vivos estão mortos pelo tempo. A todos os amigos que estão se sentindo mortos por dentro, que ao me ver não hesitem em me abraçar, porquê aqui dentro ainda têm algo vivo de vocês que possam lhe interessar.
Sinto falta de algumas fases da vida e de pessoas que nelas eram mais presentes. Sinto fata de ser criança e não desconfiarem de mim e não precisar desconfiar de ninguém. Sinto falta dos dias em que não precisava de nada além de fazer amigos. Sinto falta de mim mesma por algumas vezes.
O maior milagre dessa geração não é paralitico andar, nem cego enxergar, nem mortos ressuscitarem.
O maior milagre dessa geração é você perdoar seu próximo e ser perdoado.
Sociedade dos poetas mortos...
Resenha do épico...
Tratamento da poesia e de poemas...
Relatos daqueles grandes nomes da literatura...
Seus pensamentos convergem aos nossos meros pensamentos.
Das palavras perfeitas para nossas vidas
Que tão de repente somos definidos frutos do vento...
Difundir as súplicas dos atos poético...
Por serem melhores momentos ditos
Mesmo na agonia se dá a luz do iluminismo.
Que prevalece ditos populares apresentados pela manipulação do consumismo.
Da balelas que governam os que são conduzidos...
Bravo poeta está vivo com seus moinhos de vento...
Não existem escolhas sem liberdade pessoal (...). Não somos nós que estamos mortos por dentro. Essas coisas que vocês acham tão fracas e desprezíveis em nós – elas são só os riscos da liberdade.
Sorrio aos mortos e enterro os vivos
como um objecto escuro
por que rodaram mãos e jeitos de luz.
Vivo como se não estivesse aqui
roupa leve como na vida.
E vou da primeira à última batida
na respiração de um pulmão doido.
O problema com os mortos é que todos eles queriam alguém que os escutasse. Todo fantasma que encontrei tinha uma história prontinha pra ser compartilhada.
Os mortos não morrem. A morte é algo que as pessoas vivem sofre, uma vez que os mortos se foram daqui. Os que partiram não sabem nada sobre a dor, a saudade ou o inevitável. Eles deixam isso para aqueles que sobrevivem.
Não importa o número de mortos durante uma pandemia, ou no dia a dia por falta de hospitais devidamente equipados e sem uma equipe de profissionais da saúde em número suficiente para atender a população, um político sempre se elege com votos proporcionais aos eleitores vivos
o mito que nao quer crescer me lembrou meus ídolos mortos,mexeu com as tectônicas,deu espaço a outro.
brilhe enorme astro;era criança e sabia,na infância tudotinha e adulto até a vida perdeu.
"Quando nossas feridas sangram secretamente , sentimo -nos vivos. Estamos mortos quando nada mais nos toca."
Os mortos falam. Todo mundo fala. Quase todos mentem, mas os cadáveres não o podem fazer. No entanto, as mentiras também dizem algo de importante, porque as pessoas mentem com um objectivo.
É uma antítese muito interessante: Muitos que estão vivos na verdade estão mortos e muitos que estão mortos na verdade estão vivos, por exemplo, Bush está morto e Madre Teresa de Calcutá está viva.
Nas horas que são mortas nos sentimos tão igualmente mortos e impassíveis, dependentes de um todo que move o universo para um lugar onde não sabemos onde vai dar...nesse exato instante, de um momento inapropriado de vida, quero apenas mergulhar numa piscina de vinho tinto, reverenciar Baco e entorpecida...adormecer...
