Memórias
Fotografia não é só arte, é também um poder!
É poder congelar memórias, fixar momentos, celebrar fases.
É poder se olhar, admirar, se libertar.
Há tantos motivos para fotografar,
mas também não é preciso um motivo.
Despiste os que dizem não ver razão
Ignore os sem coragem de enxergarem a si mesmos.
Olhe para ti e deixe que te olhem.
A vida é uma experiência,
casual e passageira.
Enquanto puder, congele no tempo
aquilo que mais importa:
a tua essência.
Certas memórias devem ser merecidas . De resto, são apenas pequenos detalhes de uma vida às vezes distraída que, por um momento, perde o caminho para o coração.
Noites desagradáveis
As noites elas não são nada agradáveis
sempre me trazem memórias
memórias que não são ruins
memórias boas.
Memórias, de eu e você
nessas noites, eu me encontro perdido,
sem rumo, e triste
porque você era o meu caminho.
Mas eu não tenho mais você
o que eu tenho
são essas malditas lembranças
que aparecem todas as noites
fazendo com que
Eu sinta
a sua
falta.
No inconsciente temos a compilação de memórias de experiências passadas que servem de base de comparação para melhores decisões no presente e no futuro. A intuição é a varredura pelo inconsciente que orienta qualquer escolha. (Livro "Mentalidade Empreendedora")
A Frigida Senhora -
E aquela frigida Senhora
trazia memórias no olhar
trazia rosas sobre o corpo
penas sobre a alma a pesar!
Lânguidos silêncios sobre a voz
soluçavam-lhe a respiração
vontades impolutas de ser feliz
poisavam como aves sobre as mãos!
Quem seria a frigida Senhora;
enlutada dama que passava?!
Prostrada, de joelhos, aos pés da cruz,
de mãos postas, junto ao peito, só rezava!
Entregava a Deus a solidão
dos tristes dias duradoira,
coitada, pobrezinha, tão triste,
quem seria a Frigida Senhora?!
A vida é um apeadeiro de memórias
A casa velha continua muito bela
Apesar dos anos que vai passado por ela
Paredes de pedra de cal já gasta
As árvores são versos que a terra
Escreve no céu e os pássaros fazem casa
Entre as memórias curtas de verão
Da casa velha poucas lembranças guardo
Mas sim dos fantasmas que oiço
E que nas suas caves ainda habitam
A vida é um apeadeiro de partidas e chegadas
Onde viajamos nos sonhos e regressarmos à realidade
É por a vida ser breve que agarro cada momento de felicidade
O pior câncer que alguém pode carregar dentro de si é o egoísmo. Ele nos mata dentro das memórias das outras pessoas. Ele nos separa da única chance que poderíamos chamar de vida eterna.
“Quando minhas palavras me faltarem, eu continuarei respirando o sabor das memórias que vivi em cada toque, cada abraço, cada lugar, cada aventura e cada gesto que não desperdicei que mesmo não realizado eu sonhei.”
as velhas lembranças, iguais raízes, se esparramam pela
nossas memórias. se agarram, se entrelaçam e vão ficando
quase como se fossem uma planta só.
São cheias de momentos de felicidades, de dúvidas, de lutas ganhas, outras perdidas.
Tempos de alegrias simples, de futuro presente.
Por pequenos passos passamos pelo passado perdido em memórias passadas. Choros e sorrisos, abraços e carinhos que naquele exato momento foi nossa grande fortaleza.
Brincadeiras antigas nos tornavam reis e rainhas, polícia ou ladrão. Em um passe de mágica meu cachorro se tornava um gigante dragão.
Minhas pernas corriam livremente sem destino ou perigo, meus joelhos ralados eram símbolos do meu ser de criança.
Passado perdido por telas brilhantes e um padrão que impõe e determina que imaginação vem de crianças, e para os adultos só cabem família, trabalho e dinheiro na mão.
Mãe é carinho, é ninho.
É ternura e compostura.
Dona das primeiras memórias,
é a guardiã da nossa história.
É doçura na amargura,
aplauso nas vitórias
e apoio vida afora.
Tenho memórias de uma vida toda com você. Sinto que conheço seu riso, seu cheiro. (...) Mas é louco. Sinto isso como uma lacuna dentro de mim. É um absurdo. Porque não nos conhecemos.
As pessoas acreditavam que eram assombradas por memórias ruins, mas isso não era verdade. As assombrações mais sinistras eram de futuros não realizados.
