Memórias

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Lembre de mim, mesmo que seja nas memórias — talvez seja o único lugar onde ainda existo.

⁠Na noite mais escura
Quando o vento debate com as ondas,
ouço o murmúrio do tempo —
memórias antigas,
que voltam sem aviso,
trazendo feridas que o silêncio guardou~

Envelhecer é aprender a olhar no espelho e reconhecer não só marcas, mas memórias e vitórias.

“Compartilhar experiências é semear memórias que florescem no coração de quem participa!"

A morte é apenas espaço desocupado no planeta Terra e preenchido em nossas memórias.

Se esta rua fosse minha,
Ela seria feliz.
Nela, estariam vivas mais memórias lindas
Do que lembranças tristes.
Haveria mais risos, ao invés de suspiros.
Haveria mais amor, do que dissabor.
Haveria mais alegrias do que noites frias.
Mais companhia do que cama vazia.
Mas aqui, os dias são mais cinzas,
A poesia é quase uma melancolia.
A harmonia é na solidão, e não na empatia.
Se esta rua fosse mesmo a minha,
Ela seria de amor, e não de dor.
Ela seria o meu refúgio, e não o meu amargor.
Ela seria um encontro gostoso, e não um evento choroso.
Nela, morariam tantas lembranças perfeitas, que as rachaduras seriam desfeitas.
Se esta rua fosse, enfim, a minha,
Eu mandaria ladrilhar…
Mas como não é, eu tenho outros caminhos a trilhar.
Outras ruas pra passar.
Outras memórias pra, com afeto, criar, e para depois, com satisfação, recordar.
Se esta rua fosse minha,
ela seria de brilhantes,
para o meu amor passar… e ficar.
Mas ela é de pedra, arrogante,
e o amor só pode atravessá-la
rumo a outro lugar, bem distante daqui.
E nesta rua há, de fato, um bosque:
escuro, cheio de solidão.
Para este amor, só restou a morte,
e o renascimento em outro coração.

⁠As memórias devem perder a cor e desbotar com o passar do tempo. Por isso, não se atormente ou se esforce muito para relembrar o passado. O que importa é o aqui e agora.

Porque as ⁠boas memorias doem mais que as tristes?

“Há nos dias de chuva um convite à introspecção: memórias se intensificam e as fronteiras entre passado, presente e futuro tornam-se permeáveis, diluindo-as numa única torrente de emoções.” - Leonardo Azevedo.

.... Memorias de saudades,
Meu doce amor,
Você, a saudade mais gostosa!
Ao dormir, ao levantar,
Meu primeiro pensamentos é você,
Vou te encontrar,
Tatuar em mim esse desejo para sempre!
Meu Único Amor
Você!

“Há trabalhos que não foram feitos para serem apenas lidos, mas para despertar memórias ancestrais adormecidas.”

⁠"Há em mim
memórias que guardei
feito vidro de perfume vazio, daqueles cuja a fragrância nos transporta a um lugar de conforto;
Há em mim
restos de caminhos que não trilhei, porque a falta de coragem
me congelou, feito aquelas pontes que balançam sobre penhascos e parecem
querer nos roubar a Alma;
Há em mim
ventos que sacodem meus cabelos, que me fazem lembrar que
já foram tempestades,
daquelas que nos fazem perder o rumo, perder o prumo;
Há em mim uma liberdade que conquistei, daquelas que nos mostram porque viemos, para onde vamos e porque somos;
Há em mim
uma certeza de amor que plantei, daqueles que a vida ensina, que cada um é o que é,
grão de areia, pingo de chuva, pétala de flor.
Parte do universo."


CHÃO DE ESTRELAS.

O teu amor é meu, e o meu olhar é teu. Nossas memórias vividas, palavras bem ditas, formam uma ponte de mãos unidas rumo à felicidade — com o amor de ontem, de hoje e de amanhã.

Ao nosso amor: o teu amor é meu, o meu amor é teu. Em nossas vidas cruzadas, em memórias vividas e palavras bem ditas, ergue-se uma ponte de mãos unidas rumo à felicidade — com o amor de ontem, de hoje e de amanhã.

Acordei esta manhã sem pensamentos,
sem memórias vividas,
sem entender o vazio que habita minha vida,
sem vontade de seguir adiante.
O mundo amanheceu tão vazio quanto eu —
até meus pecados me esqueceram
ao despertar nesta manhã deserta.
O espelho quebrado já não reflete minha loucura.

Ah, que tolice tua,
sonhar um passado que não te pertence,
reviver memórias que nunca foram tuas,
alimentar um lamento nascido do coração
que tanto sofreu.
Vives presa a um retrato antigo,
escondido em gavetas de silêncio,
como se a dor guardada pudesse florescer
em algum tipo de esperança.
Mas sonhos emprestados não sustentam a alma,
nem curam feridas deixadas pelo tempo.
Liberta-te desse eco inventado,
abre as janelas do presente
e permite que a verdade do teu próprio caminho
seja, enfim, o que te guia.

Insistimos em alojar memórias que não voltam. São fragmentos do tempo que merecem repousar no silêncio do passado,
ecos de um passado que já cumpriu seu caminho.
Foram momentos — belos, intensos, feridos —
mas talvez seja melhor deixá-los onde dormem,
guardados no silêncio das lembranças antigas,
esquecidos no lugar onde o tempo os deixou.

Após tantas vezes sorrimos com a tristeza travada na garganta,
embrulhada em memórias fúteis de um passado de pranto e dor,
a vida ainda insiste em nos entregar pequenos brilhos de esperança.
E é nesse instante, quase silencioso,
que o amor aparece como um suspiro quente no peito,
varrendo as sombras que deixamos acumuladas pelos caminhos.
Porque amar — mesmo ferido —
é tocar na doçura que sobrevive dentro de nós,
é transformar a dor em ponte,
o passado em aprendizado,
e o coração em casa novamente.
E quando finalmente permitimos,
o amor vem devagar,
cura o que o mundo machucou,
e devolve ao nosso sorriso
a suavidade que nunca deveria ter partido.

Quais são as memórias que você terá de mim?
Pergunto-me olhando ao espelho, então meu reflexo já velho e cansado diz...
Memórias?
O melhor a se fazer é você esquecer um dia quem já foi...
Pois tudo que foi nunca foi o suficiente...

Fotos trazem boas recordações e bons leitores geram boas memórias.