Melhores Poemas
"As violetas sempre nascem"
Muitas vezes, desanimados pelas dificuldades do caminho acabamos por desistir dos nossos projetos e sonhos pessoais.
Concordo que quando tudo começa a dar errado tendemos a esmorecer. Também sou humano e conheço na pele este sentimento.
Porém, apesar do desanimo e das dificuldades percebi uma coisa muito interessante que fez uma grande diferença em minha vida e certamente fará na sua também.
Percebi; parece até bobagem, que mesmo com todas as dificuldades que eu tinha na vida, sempre tinha mais um dia pela frente.
Logo que acordava me deparava com o brilho do sol que parecia me convidar para mais um dia de vida. Mal dava meus primeiros passos pelas ruas via aquele imenso exército de trabalhadores que iam e viam pelas alamedas do progresso.
Diante daquele convite irrecusável comecei a olhar meus problemas não mais como desafios intransponíveis. Mas, sim, como desafios que apenas estimulavam o meu melhor.
Me senti mais forte e até mesmo mais feliz. Deixei minhas lamentações de lado e me juntei aquele exército de pessoas que, embora tivessem seus desafios particulares, não esmoreciam e tão pouco perdiam a esperança em dias melhores.
Se você está ai desanimado e perdeu a confiança em Deus e também em si mesmo, vá agora mesmo para a rua e veja o sol, que apesar das descrenças humanas permanece firme a aquecer os nossos corações. Veja o movimento incessante de pessoas que talvez estejam passando por dificuldades piores que as suas, mas que não desanimam e ainda lutam por sua felicidade.
Não importa o que você passou ontem ou o que esteja passando agora. Mas, sim, que amanhã a vida continua e que você terá mais uma chance de recomeçar.
Por mais que o inverno tenha sido rigoroso as violetas sempre nascem!
Fragmentos de uma noite multifacetada
1 de abril de 2014 às 20:10
Sempre achei que a frustração é a causa do inacabado, imperfeito que se acha bom!
Achar é uma condição fantasma sem verdades tão ruins quanto aos pensamentos e a falta do que falar...
Algumas vezes é preciso espirrar sangue sobre as linhas ou usar esses espaços em branco para finalidades tão vãs...
Escrever com agulha na alma, pedaços de sentimentos enfurecidos pelo cotidiano das pessoas vazias de si mesmas...
E por mais, que, tiramos da gaveta nossa coleção de máscaras... Prefiro ainda a que fica bem escondida entre todas... Aquela que ao fundo sorri para minhas lentes oculares... E fala ao meu consciente!
“Vai cuidar da sua Vida”!
Terrorismo Poético - By Kadu
Mas o que desejo no momento é que sempre me deixem motivos para voltar para Cá e para Lá ( Depois da Ponte), para que eu nunca precise partir e sim somente possa ir sonhar e acordar!
Acordar Cá....Sonhar Lá....Acordar Lá...Sonhar Cá !
Onde eu vivo
tem uma árvore especial
e ela fica no meio do meu
quintal.
Apesar de nem sempre
os frutos poderem dar
ela está sempre ali para
encantar
Com suas folhas e galhos
que ficam a balaçar
Alguns dias até parece que vai
falar
NEM SEMPRE. . .
Não queiram está na mimha pele!
Sorriso não é sinônimo de felicidade!
O nosso interior só Deus conhece!
Infelizmente nada acontece do jeito que planejamos, nen sempre o sonho se realizá, nem sempre...
O melhor do Brasil é o seu povo que está sempre
Pronto pra começar de novo, que labuta, disputa e
Luta a mil pelo país mais feliz, em cada cidade que
É partner varonil, pelo céu muito mais anil em cada
Arte gentil desta aclamada e tão amada pátria Brasil!
Guria da Poesia Gaúcha
Sempre você
Era apenas mais uma manhã de inverno. Céu cinza, sem vida. Como minha'alma. Mas, no meio do céu cinza, apareceu um pequeno raio de sol. Ele. Minha luz. Mas já me acostumei a ver esse raio de sol e não poder senti-lo. Sentei-me numa bancada para ver o jogo de vôlei. Logo após, ele sentou-se ao meu lado. Ficamos em silêncio. Ele virou-se para mim e perguntou:
- Você acha que eu fico feio sem barba?
Achei uma pergunta curiosa. Mas respondi, muito sincera:
- Aos meus olhos, você fica bonito de qualquer modo.
Ele deu um sorriso de canto, disse obrigado e voltou sua atenção ao jogo. Continuei observando-o. Ele, novamente, virou-se para mim:
- Por que sempre me diz essas coisas?
- Porque é o que eu sinto.
- Ainda sente? Depois de todo esse tempo?
- Sim e sim.
Ele me olhou de um modo que parecia querer entrar em minha mente, descobrir a verdade através de meus olhos.
- O que você procura?
- A sinceridade - ele disse.
- Prazer, me chamo sinceridade.
Ele riu da piadinha. E eu me senti feliz e completa. Eu sabia que a razão de meu viver estava bem à minha frente. E ele ria como um garotinho ao ganhar um brinquedo. Eu via nele esse garotinho. Eu sabia que dentro dele habitava um garoto lindo, jovem e apaixonante. E eu sabia que eu era, muito além de apaixonada, encantada por ele.
Felizes para sempre...
As relações instáveis vão muito além
do que o meu coração pode suportar...
Não quero mais amor de "faz-de-conta"
com dia e hora marcada para acabar!
Já vivi amores que me fizeram doer...
Eu já sofri e sei bem o que é chorar.
Não acredito mais em contos de fadas,
mas sei que existem finais perfeitos.
Eu quero a felicidade sempre presente
na minha vida, e a feliz história da
minha vida, eu quero sorrir ao contar.
Perco-me no que escrevo,
nem sempre estou certa do que tenho que escrever,
como se algo me tomasse e assim saísse às coisas que mais tento omitir, não são todos que entendem o que digo e muito menos o que escrevo. Não tenho um rumo definido e não direciono as minhas palavras, elas veem naturalmente. Como chegam as quatro estações do ano. Como um vento sopra e de repente vem chuva. Surpreendo-me com o que leio, como se uma paz começasse a brandir no meu coração. Eu me perco nas estradas da vida, me acho nos meus próprios pensamentos. Eu vejo uma lagrima caindo, tento escrever algo que me reconforte. A cada vírgula que acrescento a cada palavra que escrevo me sinto liberta, como se nunca tivesse me prendido em um quarto escuro. Meu auxílio, minha paz, meu sorriso está nisso que faço. Sustento-me com cada palavra que escrevo me sinto cada vez mais completa a cada ponto final.
Tão perto, tão longe não importa.
Vem do coração.
Sempre confiando em nós.
E nada mais importa, somente nós.
Nunca me abri desse jeito...
Nós vivemos do nosso jeito, não importa.
Todas essas palavras eu não apenas digo, penso.
E nada mais importa.
Confiança eu procuro, e encontro.
Todos os dias algo de novo acontece.
Mente fechada, pensamentos loucos.
E nada mais importa, sobre você.
Nunca me importei com ninguém.
Nunca me importei com as pessoas.
Mas eu sei, hum se sei.
Tudo importa. Tudo pode. Tudo quero.
NADA É PRA SEMPRE
Triste como um dia sem sol. É assim que eu me sinto.
Agarrando-me a pequenos momentos de alegrias
Para iluminar a escuridão de minha áurea
E aquecer esta minha alma fria.
Roubando mesmo sem querer das boas pessoas, sua energia.
E pensando em tudo o que é meu, ou que ja foi um dia.
Meu passado não está morto,apenas dorme.
Meu presente,ao contrário,a toda hora corre.
E meu futuro,veja que estranho,de mim se esconde.
Porém,todas estas coisas não são minhas em particular.
Existem outros como eu e nem preciso procurar.
Porque estão em toda parte,basta você analisar.
Eles não tentam fujir.
Só tentam se misturar.Eles querem de todo jeito
com os outros se encaixar.
Eles não sabem que são iguais.
Por isso figem ser diferentes.
Querem ser felizes com determinadas pessoas e coisas,
mas não é possível.
Porque nada dura para sempre!
FELICIDADE AUSENTE
A vida nunca é perfeita
E tampouco sempre alegre
Ela é cheia de desfeitas
Em qualquer caminho que se segue
Não importa a direção que a vida irá tomar
Tristezas e alegrias não irão se dissipar
A ilusão de felicidade pode até lhe confortar
Mas a sede da verdade não irá se saciar
Criam uma casca ao redor da verdade
Pois ela dói como uma ferida aberta
Ah-Como faz bem uma mentira
Se contada na hora certa
Mas não importa o quanto faça bem
Se não for real:"obrigado!"
Prefiro morrer por dentro
Chorar sorrindo
Gritar calado
Não ignoro e nem recuso a felicidade
Apenas não vejo alegria onde não existe
Porém em nossa realidade
Amar com tamanha intensidade
É o que nos torna menos tristes
É bom saber que uma derrota,
serve para tirar alguma lição,
sempre que você a ela der rota.
Trilhar novo caminho, nova opção.
Ver onde errou e acalmar o coração.
Num dia eu era uma criança, e desejei sê-la para todo o meu sempre.
Odiava adultos, jornais, política...
Cerveja era ruim, crucificava meus pais por tomá-la.
Beijo na boca era nojento, ainda mais quando a língua era incluída naquela troca de movimentos distorcidos.
Quando minha mãe não tinha dinheiro, pedia pra ela fazer um cheque, você colocava o valor que quisesse e não pagava nada a mais por isso.
Odiava tomar banho ou escovar os dentes (que coisa desnecessária!).
Quando passava cenas picantes na TV quando estava assistindo com alguém mais velho, ficava sem jeito, olhava pro chão, tossia...
Ficava horas e horas na piscina, mesmo que estivesse geando ou no sol quente, a pele ficava mais enrugada do que a de uma senhora de 90 e tantos anos, ficava vermelha igual a um pimentão... e nem ligava...
Dormir no chão do quarto de meus pais era a parte mais legal da semana. Me sentia protegida.
Minha avó me dava apenas R$1,00 e eu comprava umas 30 balas e ficava com aquele sorriso de fora a fora.
Bolachinha com leite não podia faltar no dia. Era sagrada.
O edredom era o meu maior escudo e meus ursinhos meus eternos protetores, dos quais devo minha vida por todas as vezes que eles matavam os bichos papões que ficavam de baixo da minha cama...
Daí essa menina cresce... Cheia de lembranças... Inundada de sentimentos... E percebe que a nostalgia desses momentos é uma delícia, dá vontade de voltar para revivê-las... mas... está tão feliz por estar passando por todas as etapas da vida... Crescendo... Desenvolvendo... Porém nunca esquecendo o que realmente importa: VIVER! Cada fase na sua fase...
Exijo respeito!
Porque este é meu sujeito
Nasci com este instito
Este sempre será meu jeito
Pra quem me tem por perto
Exijo respeito!
Eu nunca sei quando as estórias acabam. Por isso sempre fico preso entre uma e outra, ou entre nenhuma e nenhuma outra; entre um recomeço sem fim e um fim sem término.
Talvez por ser mais espectador ou coadjuvante, do que protagonista da minha vida, tenha essa enfermidade de não dar conta de quando baixa o pano.
As luzes apagam, o público sai, os colegas limpam a maquiagem e eu continuo lá: com a fala na cabeça, o texto decorado, aguardando a deixa.
A deixa que nunca vem.
Sempre tive medo das coisas e das pessoas. Um pavor e uma falta de fé. Talvez por isso eu tenha criado minha própria companhia teatral, onde sou diretor; contra-regra; atores e público.
Enceno só para mim uma tragicomédia.
A realidade me faz tão mal e me deixa tão fraco que fico, no fundo do palco, muitas vezes, a sussurrar o texto a mim mesmo.
Às vezes não ouço.
Quase sempre não ouço, porque sussurro baixo e minha voz é trêmula...
O público não entende a peça, logo, não aplaude. Eu, furioso, demito a todos: ao autor; ao diretor; aos atores...
Expulso o público do teatro e ateio fogo a tudo.
E ali dentro fico eu, junto às cortinas e aos holofotes, incandescentes; queimando, queimando, queimando...
Não há veneno que me mate
Não há remédio que me cure
Existem amores que sempre passam
Há, corriqueiramente, aquele que me segure
Meus sonhos mais reais
É errado acreditar?
Eu sempre quero aceitar
Te ver aceitar
Me aceitar
Não custa sonhar
Na verdade
Bem na verdade
É impossível não sonhar
Ao olhar teu olhar
Só sei que sou garoto ao te ver
Sou ingênuo e sou eu
Sem merecer
Sou teu
Todo teu
Me aceites, eu suplico
Me dê um beijo
Não me deixes mais ferido
Mate meu desejo
Do eu e você
Ser unido
Tão belo quanto teu vestido
Quando casares comigo
Então me namore
Menina dos meus sonhos mais reais
Construiremos a história mais bela
De todos os casais
Sendo, simplesmente, nós
Falando a língua que a gente entende
Rindo de tudo
E nos olhando diferente
Entendendo o outro, mesmo mudo
Mas simplesmente
A gente
Eu e você
Iguais na diferença
Contentes na presença
Eu e você
Aceite essa consequência.
