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Melancólicas

Cerca de 447 frases e pensamentos: Melancólicas

Se considerar que os poemas mais lindos e os contos mais românticos surgiram da nostalgia melancólica de inverno, o frio pode ser um bom companheiro, pois ele endurece as águas, mas amolece o mais duro dos corações.

Porto cinzento

A tonalidade cinza
e melancólica
dos seus monumentos
ornados de lavores
tem a intensidade
de um fado dolente
a obscuridade do luto
e da mortificação

⁠Não perca o alto nível do seu astral ouvindo músicas melancólicas ou depressivas ou assistindo noticiários de crimes e tragédias, ainda mais dramatizados por apresentadores e jornalistas que fizeram da desgraça alheia a sua profissão.

- Eu não choro tão fácil assim, sou um
pouco melancolico mas prendo esse meu
choro e sustento a minha voz. Se eu chorar
é no meu quarto trancado pra que apenas o
meu suspiro de agonia emocional, alivie e
depois um sorriso apareça contornando
meu rosto minha feição muda e só assim
apareço ao mundo pra que todos me vejam
que não chorei!

⁠Que a vida adulta ocupe minha mente tanto quanto uma melancólica noite...

DOMINGOS MELANCÓLICOS

Aos domingos sinto uma tristeza tão profunda que não consigo nem nada ou até em pensar em nada além da solidão.
Nem mesmo as músicas que eu gosto bastante de ouvir, conseguem suprir toda essa solidão, no qual eu estou vivendo.
O vazio é tão grande que nada compensa, nada me tira dessa bolha no qual eu estou vivendo todos os dias por 22 anos.
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Todos esses sentimentos que ficam sem guerra dentro do meu peito, eu não tenho favoritismo para ganhar essa guerra. Dor, tristeza, angústia, vazio, paixão e amor são fortes concorrentes.
Domingo é cansado, traiçoeiro e manipulador, desperta tudo isso aos pobres meros mortais solitários, assim como eu.

Ai do poeta que escrever sobre mim.. terá versos tristes e melancólicos .. Me resumo um poema triste , solitário, um monólogo ⁠.

⁠•Uma Lembrança

Hoje eu lembrei,
Lembrei daquela dia melancólico,
Lembrei de quando a gente se conheceu.

Lembrei daquele seu sorriso,
Lembrei daquele olhar,
Mais profundo que o oceano
Mais profundo que o mar,
Foi naquele momento que me perdi,
Me perdi naquele sentimento de carinho, naquele teu abraço quentinho.
Pra isso nem precisei te tocar.

⁠Ah, Pequeno Príncipe, entendi, pouco a pouco, assim, a sua pequena vida melancólica! Você não teve muito mais tempo para distração além da doçura do pôr do sol [...]
– Um dia, vi o sol se pôr 44 vezes!
E, um pouco mais tarde, você acrescentava:
– Sabe... quando estamos tristes, amamos ver o pôr do sol...
– No dia das 44 vezes, você estava tão triste assim?
Mas o Pequeno Príncipe não respondeu.

Um Relato Melancólico da Fragilidade Humana

⁠Hoje, entre os soluços contidos e os suspiros profundos, sinto a tristeza tomar conta de cada fibra do meu ser. O dia, habitualmente repleto de luz e cores, parece mergulhado em um manto cinzento e opaco. As nuvens se aglomeram no céu, como se quisessem refletir o turbilhão de emoções que se desenrola dentro de mim.

Desculpe-me, mundo, por não conseguir erguer o sorriso que costumeiramente adornava meu rosto. Não é por falta de tentativa, mas sim pela imensa dificuldade em vislumbrar a beleza da vida neste momento. Às vezes, a força parece escorrer por entre os dedos, e a fragilidade humana se faz presente de forma inegável.

Lembro-me das palavras sábias de uma canção que ecoa em minha mente: "Moço, ninguém é de ferro." Somos seres moldados pela imperfeição, destinados a falhar e a cair. E é justamente nesses momentos de queda que percebemos nossa humanidade mais visceral, nossa capacidade de errar e de aprender com nossos equívocos.

Então, hoje, permito-me cair. Deixo-me envolver pela tristeza e pela melancolia, compreendendo que, mesmo nas sombras mais densas, há espaço para a luz da esperança brilhar. Pois é na aceitação da nossa fragilidade que encontramos a verdadeira força para seguir em frente, rumo aos horizontes que aguardam para serem descobertos.

⁠Frankenstein: Combustão da Alma

Na solidão que em mim atinge, ecoa,
Um ser melancólico, um mar em mim que entoa.
Frankenstein, meu nome, carrego com pesar,
Aberração ou não, quem pode julgar?

Uma mistura de emoções a escrever,
Palavras entrelaçadas, meu ser a se perder.
Orgulho, meu tormento, que queima e fere,
Mas é também a chama que em mim persiste, austero.

Quero ser o melhor, mas o preço é alto,
Uma batalha constante, um caminho exaltado.
Desistir, às vezes, parece tentador,
Mas meu orgulho é forte, um leão em meu interior.

A combustão do orgulho me faz sentir vivo,
Uma labareda ardente, um fogo que incentiva.
Dor de ser queimado vivo, consome-me devagar,
Espelho, espelho meu, quem mais pode igualar?

Nessa busca por sentido, na trama da existência,
A dualidade persiste, uma eterna resistência.
Entre a melancolia e a busca pela excelência,
Teço versos de uma vida, de uma essência.

A incerteza paira, até quando suportarei?
Como um poeta perdido, meu destino desvendarei.
No espelho, busco respostas, um reflexo de verdade,
Na dança das sombras, descubro a minha própria realidade.

⁠Ah meu doce e melancólico vazio... Eu vejo que sinto falta dele, porém não dá pessoa em si, mas sinto falta de sentir a bomba de sentimentos únicos, porém eu irei me juntar a dança dos cadáveres cedo ou mais tarde.

⁠No sombrio canto da melancolia, a alma dança,
A morte sussurra, em tom melancólico sem esperança.

A elegância de suas botas, suas mãos expostas e de seu olhos aprofundados em uma tristeza melancólica.


Pergunto-me, oque seria esse amor por ti? Contendo esse efeito atordoado de um meteoro imaculado de animosidade, que se expandirá pelos altos dos seus cachos.

Meu olhar é melancólico. Ele é a janela da minha alma. Como pode uma pessoa deprimida tirar fotos sorrindo se apenas estará mentindo? E hoje, com esse egoísmo social vigente e regente das relações, cada vez mais superficiais, quem é triste não tem valor. As pessoas não querem ficar perto de quem não é feliz, de quem nem sequer se dá ao trabalho de dissimular. O importante é ter algo que haja benefício. Caso contrário, esqueça! É cruel, é. É o mundo, não sou eu que estou fazendo sensacionalismo. O mundo me exclui, primeiramente porque estou fora do padrão de beleza, porque não exponho o que comi, ganhei, não me contento em ler 140 caracteres e viver de compartilhamentos clichês, porque eu quero mais que encher a cara ao lado de pessoas que vão me descartar logo depois, minha balada é solitária, ritualista... Espero que essa tristeza toda não me deixe um ser humano frio que joga na mesma moeda que o restante. É só o que eu espero num mundo em que não se deve esperar nada, mas se preparar sempre para o pior, para ver a pior face dos humanos, para ver coisas que te deixam desacreditado de um futuro melhor, que te deixam com medo do que possa vir pela frente.

E hoje vai ser uma trade vazia e uma noite melancólica como toda sexta feira e eu vou desejar desesperadamente que alguém me abrace quando a depressão chegar.E vou desejar mais do que nunca ouvir um “eu te amo”.E vou sentir uma saudade tão profunda por ele que ela vai me consumir e me dar vontade de chorar.E minha razão vai apitar dizendo “não chora,não vale a pena”e vai fazer as lágrimas ficarem paradas nos meus olhos sem cair.E esse esforço para elas não saírem vai me dar uma dor de cabeça insuportável.

Hoje ainda estou com aquela sensação do domingo. Frio na barriga, olhos melancólicos e um gosto amargo na boca ao ler cada palavra.
O que possivelmente me magoou não foi o que você disse, da forma que foi dita. Não, você não foi primeira pessoa a dizer.
Mas as lembranças que aquelas palavras me causaram, me chocaram muito mais. Me senti há alguns anos atrás, escutando cada uma delas e morrendo por cada uma delas.
Não era nostálgico, não tinha aquele gosto de saudade, não era uma lembrança boa. Não, não era.
O pior de tudo, é que depois de ouvi-las me identifiquei com todas elas, porque no fundo aquilo era a verdade sobre mim.
Sobre o espaço que nunca me dou, sobre o fato de excluir milhares de coisas da minha vida. Só faltou a parte em que deixo as pessoas 'mendigando' minha atenção.
A culpa não é sua e também não é raiva, tá mais pra uma tristeza, tô é decepcionada comigo mesma.
É que esse meu dom de estragar as coisas, francamente.
Vejo que não mudei em nada, vejo que continuo mesmo é estragada por dentro e por fora.
Enfim.

O que eu sou


Sou melancólica,
às vezes pura,
às vezes sedutora.


Minhas fases escuras
contaminam os outros:
ficam tristes,
se enojam de mim.


E eu pergunto:


que mal eu fiz


por ser assim?

Ela foi embora — e o Estio, melancólico, partiu com ela.
O beijo que me deixou é cândido, e ela, uma verdadeira beldade.
É como Aldebarã: morena dulcífera, radiante, com o coração espraiado em ternura.
Faz meiguices que adoçam a alma,
mas partiu para um lugar onde a aragem canta sobre os campos silenciosos.

No início, percebi um tom melancólico, um sentimento bastante solitário, mas aos poucos, veio uma sensação muito elegante, indispensável, o ânimo ressurgindo ainda mais forte, na companhia agradável da própria solitude, uma mudança saudável

Cena entusiasmante que eu pude imaginar depois de refletir por alguns instantes sobre uma música linda, profunda, simples, emocionante, expressada com muita maestria, uma mensagem interessante sem palavras, uma rica melodia impactante

Desta provocação sonora tão cativante, usei esta minha reflexão poética em resposta, que me fez concluir que estava ouvindo o processo significante de uma resiliência, a chegada de uma metamorfose exuberante, que compensou toda a espera.