Medo de Mim
Negar um amor, por medo do olhar das pessoas, não te fará melhor, mas sim te fará sofrer em silêncio. Tem coisas que só você pode decidir.
É tão lindo te ver voar
Larga as muletas e ser sua
Sem medo, mas com dor
Evolução sempre, lembre-se
Uma Amazona com à alma da Jhulieta.
Acreditar em si mesmo não quer dizer que não sentirás medo e insegurança, é ter a certeza de que dará o seu melhor, lutará para superar seus limites e fará o que puder para gerar valor e excelentes resultados!
Nunca terá êxito em dominar o mundo ao seu redor sem antes dominar o seu mundo interior, seus desejos compulsivos, sentimentos, medos e sua ignorância de auto evolução.
Acuso-te
De entrelaçar minha alma a tua e depois de forma nefasta simplesmente ir embora, sim, e consigo levou aquele riso meio torto e quase sem graça.
Acuso-te, de deixar a deriva em meio a mais rigorosa tempestade sem pelo menos um farol para me guiar...
Me perdi em meio à escuridão, e o frio da noite trouxe consigo o vento que sopra, nas velas do meu barco, cansado, prestes a naufragar nas amarguras da vida...
Mas sigo aqui, navegando mesmo desorientado sem a luz da lua ou até mesmo daqueles pontos brilhantes do céu que chamamos de estrelas, que ficaram encobertas pelas nuvens densas e carregadas de mágoas que vem em forma de chuva, molhando meu rosto e quase me desintegrando de tanta dor.
Eu costumava escrever sobre o que sentia, costumava escrever sobre tudo que me fizesse sentir apaixanada, feliz, triste, arrasada, tudo que me fazia leve e ainda mais sobre tudo que me pesava. Eu ficava remoendo um acontecimento, um sentimento e quando eu não aguentava mais, eu escrevia, mas isso foi tirado de mim.
Hoje eu não escrevo e tenho medo de ser porque talvez eu não sinta nada, não fico remoendo porque o meu "lance" agora é tanto faz. Tenho medo da frieza que meu coração está, tenho medo de daqui uns anos ser apenas eu, sozinha. Tenho medo de nunca mais escrever.
Tenho medo e é apenas por temer tanto ser vazia no futuro que hoje estou escrevendo.
As vezes o medo é apenas uma visão ampliada das coisas...
e a coragem uma desculpa que se dá a si mesmo.
Não sei se é real o que eu penso que tu sentes, se são coisas da minha cabeça. Tenho medo que sejam reais, tenho medo que não sejam. Se são porque as travas? Se não são, porque sinto eu que são? O que é isso que tens para me dizer e não dizes? Porque afogas as palavras dentro de ti? Se libertasses o teu discurso, só um bocadinho, eu libertava o meu. Também sei que, se eu expulsasse de mim tudo o que tenho para te dizer, tu falavas. Mas tenho medo do teu falar. Tenho medo que me magoes.
Não haja medo que a sociedade se desmorone sob um excesso de altruísmo. Não há perigo desse excesso.
