Medo de Mim
Você tem alguma coisa em você, que eu não consigo entender. Qual é o seu medo? Porque todas essas dúvidas te assustando dia-dia? Eu não quero fazer parte do seu passado, então me diga, o que falta pra você voltar? Quando eu digo que te amo, não é o suficiente? Eu não quero ser seu pior medo, ou sua mais profunda dúvida, nem muito menos uma angústia. Eu só quero saber o que aconteceu. Porque ainda não voltou a ser meu? Eu sabia dos seus segredos, e conhecia seus anseios. Agora você está tão distante que eu nem ao menos consigo te enxergar, você está querendo ir embora denovo, e como sempre, pra nunca mais voltar. Eu não quero amar uma lembrança, não a sua lembrança. Não quero viver por alguém que nem faz parte mais do mundo que eu vivo. Eu quero você, só você, e se não for por um dia, que seje pela eternidade toda. Eu me fixei em você, me prendi em algo que eu sabia que não teria futuro, e mesmo assim eu continuo aqui. Só me responda uma única coisa. Você voltaria, e ficaria por um tempo chamado; Para sempre?
Platonico de Lhon
Ando distraído pensando em ver você indo embora
Eu tenho medo de te perde antes de te conquistar
Levo minha vida tendo você de fora
Mais eu quero ter você para mim proteger
De todo mal que aqui assola
Eu quero ter você junto do balanço do mar
Mais ainda tenho medo de perde sem te conquistar
Eu sei onde tem uma fortaleza
Basta você quere para nossa historia
Começar .
O medo pode ser um fator para você querer desistir, porém, desistir é fazer o seu medo ganhar. Tenha fé, nunca desista dos seus sonhos, continue lutando, siga em frente, seja feliz. ☄
Medo nas águas
Beto, o barqueiro, acostumado às águas do Rio Tapajós. Numa noite quente de setembro, em aparente calmaria, termina seu dia. No bar, senta-se em uma cadeira desconfortável, bebe um refrigerante em uma garrafinha de 600ml. Ele gosta dessas, a garrafa de vidro, que parece de cerveja.
O dia tem agora a calmaria, e é bom porque desde cedo o que passou nessas águas foi medo. Parece que o valor que ganhou nem é tão considerável levando em conta os contratempos do dia.
Na primeira viagem, às 6 horas da manhã, depois de 45 quilômetros pelas águas e quase 2 horas de trajeto, o vento agitou muito as águas, e o barco sentiu dificuldade em desbravar. A cada onda levantada, o Beto manobrava o barco para não bater de frente com as águas agitadas. E nisto, o barco se enchia de água, e o medo entrava junto, de maneira que os 6 passageiros gritavam a cada vez que uma onda se levantava. Ao avistar uma margem, dois dos passageiros pediram para descer. Desistiram de ir até o final da viagem.
Na hora do almoço, enquanto Beto amarrava o barco, seu telefone caiu na água. Enquanto tentava resgatá-lo – sem sucesso –, os ponteiros do relógio não pararam. Foi tempo suficiente para que o único restaurante do pequeno distrito de Fordlândia fechasse, e ele ficasse sem almoço. Comeu uma coxinha fria, com gosto de celular molhado, estragado, e de prestações a vencer.
Agora, termina os afazeres com a sensação de calmaria para seu dia turbulento. Pensa na terça-feira e na família, que está sem notícias suas desde cedo. Na hora que iria dar notícias, o telefone caiu na água e não funcionou mais. E pelo visto não mais funcionará.
Sentados em volta de uma mesa, à frente, quatro rapazes esperam a partida de Beto. Planejam ir de Itaituba até o distrito em que Beto encerra seu dia, Fordlândia. Um lugar pequeno, com muitas casas de madeira, suspensas, uma praia bonita, e duas pousadas, sendo que nenhuma delas tem televisão no quarto. Algumas construções abandonadas, projetadas por americanos, do princípio do século passado.
Os rapazes comentam o medo que passaram durante o dia, já na hora do crepúsculo, nas estradas de terra, quando o pneu do carro estourou, e o motorista, inexperiente, perdeu o controle do automóvel. Por um momento, todos pensaram que morreriam, pois em meio à poeira, só viam um par de olhos brilhantes se aproximando do veículo. Quando conseguiu parar o carro num cantinho bem apertado, o caminhão passou em alta velocidade, levantando mais poeira e sumindo no meio dela.
Pelo visto, tanto os rapazes quanto o Beto precisam descansar.
Um amigo, seu Neves, faz a carga no barco enquanto Beto espera. O desânimo é muito grande. O seu plano era esperar ali, olhando status no seu whatsapp, no smartphone novo, rindo de alguns, criticando outros. Tinha feito isso no sábado e gostou muito.
Neves grita, "Betão, tudo ok aqui".
Beto acena para os rapazes, que o seguem. Caminham em direção ao barco.
Ao chegar na embarcação, Beto fica olhando, sem coragem de entrar. Um dos rapazes chega a entrar, senta-se no banquinho duro, mais à frente do barco.
Neves, com muita calma diz, "É bom que tem quatro passageiros. Cada um segura uma alça do caixão. Quando chegar lá, leva para a igreja. A família está à espera do corpo, estava desaparecido nessas águas há uma semana."
Feliz aquele que não têm medo de dizer dos proprios sentimentos. Se a vontade de viver foi perdida, é porque ainda há vida. Ame a si como o amanhã que não existe e como o passado que tão longe faça o hoje vale viver!
Quando somos fieis à
nós mesmos, nada é impossível
ao ressignificar a vida.
Que não haja medo de
sonhar e ir em frente, mesmo que
seja interrompido no caminho.
A trajetória de um homem,
seu cão e o fusca.
a arte de viver
é não ter medo de viver!
até mesmo as interperes que a vida
nós traz tem lá seu louvor,
pois tudo contribuiu para que chegássemos até aqui e
ter a oportunidade de sermos
melhores que ontemé ímpar!
My Honey
Bom dia.
Era quando eu partia sem medo porque você era o motivos para voltar.
Havia regozijo
Havia esperança.
Era quando não havia a lágrima de tristeza a tirar a beleza do dia porque o amanhecer era você.
Havia alegria.
Havia doçura.
Era quando as horas não caminhava porque eu tinha pressa para estar com você .
Havia burburinho.
Havia festa.
Era quando a cama passa a ficar menor porque eu já não dormia só e tinhas nossas pernas entrelaçadas.
Havia desejo.
Havia exaustão.
Era quando o frio e o calor faziam clima porque no aconchego dos teus braço estava minha razão.
Havia fogo.
Havia paixão.
Era quando a fome e a sede já não importava porque você saciava minhas necessidades.
Havia carinho.
Havia amor.
Saudades de ter medos bobos.
Medo de bicho-papão,
medo do escuro,
Medo da loira do banheiro!
Hoje, tenho medo o ano inteiro.
Medo de no fim do mês, faltar dinheiro.
Medo de lobo na pele de cordeiro.
Medo de tiroteio,
medo do "jeitinho brasileiro".
É, medo o ano inteiro.
Medo do "doleiro", do "companheiro",
medo do que é falso, e só parece...
Só parece, mas não é verdadeiro.
Enfrentamos a maior epidemia de todos os tempos Covid-19, estamos com medo de não sobrevivermos até o final do ano. A gente deve valorizar as pessoas que amamos e ficarmos mais tempo com elas, nada é mais importante do que a nossa família, nessa hora é que o desapego as coisas é importante.
Não tenha medo de ir, quando ficar não faz mais sentido e o fim já acabou há muito tempo. A vida não espera a gente, recomece agora, com uma vida nova sem as lembranças do passado. O passado é página virada da história da sua vida.
SORRISO INOCENTE
Quero seu amor sem medo,
Quero ser amante total
amigo com carinho,
amar de verdade sem maquiagem,
És mulher madura, menina assustada, adolescente gritando que está apaixonada,
Tira o chinelo coloca o salto, esquece o tênis e pisa no tamanco,
és dona do meu sentimento, entrou no meu pensamento é parte do meu coração como vento a beira-mar em fim de tarde que simplicidade,
Quero fechar os olhos vê a minha frente o seu sorriso inocente, seu olhar olhando para os meus lábios desejando um pequeno toque nos seus com os meus dedos ou desejando os meus beijos.
