Medo de Falar
Uma cidade verdadeiramente segura é aquela em que o cidadão pode circular sem medo e a polícia pode agir sem arbitrariedade.
Disseram que era política.
Mas era medo.
Medo do pobre virar gente.
Medo de não ter mais
quem limpe o chão.
O ódio tem CEP.
E tem preço de mão de obra.
Jesus andou com pescador.
O Brasil crucifica
quem dá rede pro pescador.
Van Escher
POV: Ele achou que ia me enrolar.
Homem de verdade não tem medo de prova.
Golpista tem medo é de mulher esperta.
Leoa não discute com chacal.
Ela ruge e vai embora.👑🦁
Van Escher
Sentimentos são educáveis.
Raiva vira limite.
Medo vira cautela.
Ciúme vira auto-respeito.
Tristeza vira sabedoria.
E amor... ah, o amor vira escolha.
Nunca mais refém.
Van Escher 🦁
Orações escritas
Deus, não me desampare.
O medo surgiu, e minha fragilidade já não cabe dentro do peito. Está exposta, diante de tudo e de todos. E tudo à minha volta parece ter sido afetado, atravessando-me, ferindo-me justamente onde eu já estava mais sensível.
Senhor, como, onde e quando eu vou conseguir mudar essa situação?
Eu não tenho todas as respostas.
Não sei por onde começar.
Só sei que preciso de Ti.
Cuida do meu filho, Senhor.
Faz por ele aquilo que, muitas vezes, eu não consigo fazer. Protege seus passos, guarda seu coração, livra-o daquilo que eu não posso enxergar e alcança-o onde meus braços não conseguem chegar.
Cuida da minha mãe.
Dá a ela tudo aquilo que, por minhas próprias forças, eu já não sou capaz de oferecer. Sê presença onde me falta presença, força onde me falta força, cuidado onde minhas mãos já não alcançam.
E cuida deste lar, Senhor.
Entra onde existe dor.
Toca o que está ferido.
Acalma o que está inquieto.
Restaura o que foi quebrado.
E traz a cura para tudo aquilo que nós não conseguimos curar sozinhos.
Eu entrego a Ti o que não consigo carregar.
Em nome de Jesus,
traz a cura para este lar,
a paz para este coração
e a força para continuar.
Amém.
Cartas aos Céus 19 de Agosto de 2026
Os vultos da almas são resquícios de espírito atormentado pela vida resiste.
Nos sutis atos medonhos da vida buscamos perguntas aonde esta o amor...
Nas mortalas do espírito remanesce o abismo da essência humana,
Mesmo no frio da escuridão tem vários insites de uma vida que floreu e próspero num amor profundo e eterno.
No dilúvio....
Seu sepulcro a pura ilusão,
Medo alucina sem tantos desejos
Apenas as lágrimas que caem do ceus.
O ambiente tem formas frias e escuras...
A dor não trás respostas diante ao abismo sendo sensatez ganha sombras.
O frio da contraste da garoa...
Suas mortalha da realce a fria noite.
As velas são luzes mortas no gosto de salgado de lábios frios.
Ninguém espera o final apenas joga terra num silêncio cruel,
Veu tampa sua face imaculada para asas da morte...
O sussurros do ventos são lamentos no coração.
A inércia mediante o medo.
Se torne impossível e imponente.
Pois ignora o declínio e esse é simplicidade compreensão.
Ser inerte todavia estão o erro mais a resiliência o torna navegante..
O exploração das fraquezas são apse da ausência a intimidação pelo olha ja te faz vencer pois ignora quebrou o caos ambiente as formas frias são adereços da existência.
O homem é um pássaro sobre abismo
Medo que cair, pois voar igual a andar,
Se torna fenômeno cair do ninho aprender a voar.
Aquilo que aparece diante de nós não precisa necessariamente bloquear nossa visão.
Um medo pode existir sem dominar nossa vida.
Uma lembrança pode existir sem controlar nosso presente.
Uma pessoa pode ter feito parte da nossa história sem continuar sendo dona dela.
Uma dor pode ter existido sem determinar quem seremos daqui para frente.
Vem , sem medo ..sem pressa ...
Sem desculpa ...vem e me faz tua ...
Vem no silêncio da noite e me domina ..me faz tua ..Vem e aquieta meu corpo ... sossega meu desejo , minha vontade..sacia -me ..odeio passar vontade..Vem e apaga meu fogo .. faz amor comigo denovo .. percorre meu corpo do jeito que só vc sabe ... eu sou a tua música favorita .. dessas que vc decora a letra ..e canta toda hora .. eu sou um vício safado , bandido , pareço droga ..veneno, ou sei lá talvez antídoto... morra de amor ou me mate dele ... essa noite faça valer a pena ...
O Que Está Vivo Agora
O medo imagina o que pode acabar; o amor nos lembra do que está vivo agora.
Talvez uma das maiores contradições de amar profundamente seja esta: quanto mais alguém se torna importante para nós, mais descobrimos que também somos capazes de sentir medo. Não porque o amor seja frágil, mas porque finalmente encontramos alguma coisa que não gostaríamos de perder.
O medo é um viajante apressado. Ele abandona o presente e corre para um futuro que ainda não aconteceu. Inventa distâncias, ensaia despedidas, imagina silêncios, constrói ausências e depois volta para dentro de nós trazendo lágrimas de acontecimentos que talvez nunca existam.
O amor é diferente.
O amor permanece.
Ele olha para o rosto que está diante de nós e diz: “Está aqui.”
Escuta a voz e diz: “Ainda posso ouvi-la.”
Sente o abraço e responde: “Então abrace mais forte.”
O amor não pergunta o tempo inteiro quanto tempo vai durar. Ele pergunta quanto de verdade somos capazes de colocar no instante que temos.
Talvez eu tenha começado a compreender isso justamente agora, quando amar alguém passou a significar tanto para mim. Porque quando o coração encontra alguém que muda nossos planos, nossos pensamentos e até a maneira como imaginamos o amanhã, nasce uma vontade quase impossível de pedir ao tempo: não toque nisso.
Mas o tempo não nos pertence.
Nunca pertenceu.
E talvez seja justamente por isso que o amor seja tão precioso.
Porque amar é segurar uma mão sabendo que não podemos segurar o próprio tempo. É olhar profundamente nos olhos de alguém sem possuir nenhuma garantia sobre o amanhã e, ainda assim, dizer silenciosamente: “Hoje eu escolho você.”
O medo quer garantias.
O amor oferece presença.
O medo pergunta: “E se um dia terminar?”
O amor responde: “Mas por que sofrer pelo fim enquanto ainda estamos vivendo o começo, o meio, o agora?”
Quantas vezes destruímos um momento bonito tentando protegê-lo de uma tristeza que ainda nem chegou?
Quantas vezes deixamos de sentir plenamente um beijo porque nossa cabeça estava ocupada imaginando a possibilidade de um último beijo?
Não quero amar assim.
Não quero transformar aquilo que está vivo em saudade antes da hora.
Se existe amor hoje, quero senti-lo hoje.
Se existe um abraço, quero morar alguns segundos dentro dele.
Se existe um sorriso capaz de mudar meu dia, quero contemplá-lo sem perguntar quando deixarei de vê-lo.
Se existe alguém que fez meu coração reaprender a bater de outra maneira, quero agradecer pela existência desse sentimento em vez de interrogá-lo todos os dias sobre sua eternidade.
Porque talvez o “para sempre” não seja uma quantidade de anos.
Talvez o para sempre seja a profundidade com que determinados momentos permanecem dentro de nós.
Há pessoas que passam décadas ao nosso lado e quase não deixam marcas. Outras chegam inesperadamente e, em pouco tempo, reorganizam nossa alma inteira.
E quando isso acontece, sentimos medo.
Claro que sentimos.
Mas não devemos entregar ao medo a caneta com que escrevemos nossa história.
Que ele fique sentado em algum canto, se precisar.
Que murmure suas dúvidas.
Que invente seus futuros.
Mas que seja o amor a escolher as palavras.
Porque o medo continuará imaginando tudo aquilo que pode acabar.
Enquanto o amor, silenciosamente, continuará apontando para aquilo que está diante de nós e dizendo:
“Olhe.
Sinta.
Abrace.
Ame.
Ainda está vivo.
E é agora.”
“Errar é humano; permanecer paralisado pelo medo de errar é desnecessário. Aprenda, corrija o rumo e continue caminhando com equilíbrio e serenidade.”
Quem exige perfeição de si, muitas vezes exige do outro, ou se retrai com medo de ser visto “incompleto”. Isso empobrece a intimidade e a espontaneidade.
