Medo da Loucura
O medo quebra as forças do amor, ele escurece os olhos de todos a sua volta. Que eu tenha coragem suficiente para brilhar na escuridão que o medo me dá.
Acho que no fundo, tenho medo apenas de errar, de sair tudo diferente do que eu espero. E esse único medo, me torna a pessoa mais insegura que eu poderia me tornar.
Para que viver triste se posso ser feliz, porque ter medo de errar se posso tentar quantas vezes eu quiser.
Sem ponto sem virgula
Pra sempre sem medo
Sem medo de errar
Pra cima e sem anseios
Sem desistência sem exaltação
Com confiança e sem responsabilidade
Tudo novo como antigamente
Tudo eterno como o que acabou
Tudo frio tudo branco tudo
Com exaustão ou não
Sem rotina sem dinheiro
Simples forte e barulhento
Sem boçalidade
Sem sol sem sol
Com a corda que corta com a corta que corda
QuandO a insegurança e o medo começam a permear as barreiras da insanidade se atira para todos os lados ferindo mais amigos do que inimigos pois são eles que estão sempre ao teu lado.
O meu medo de jamais ti ver é tão imenso, que quando penso nessa possibilidade meu coração chega à parar por alguns segundos...
Eu Confesso...
Confesso estar muito feliz, radiante, mais com medo de que aquela pessoa q mexe tanto comigo vá embora msm, nao saberei ficar sem ele... :'(
Confesso q o amo de mais... Tudo pra MIM...
..O segredo é não ter medo de ser feliz é não ter medo do que você é hoje... Seja você mesmo sempre!
"Momentos! Momentos são relances! Relances de felicidade, relances de tristeza, de medo, de coragem. Momentos são eternidades momentâneas. Nando Reis descreve claramente a grandeza de um momento em um verso de sua canção. “ eu trocaria a eternidade por essa noite”. Queria ter a sutileza de descrever um momento. Não qualquer momento, mas aquele momento em que você não se importaria de revivê-lo pelo resto da sua vida. Descrevê-lo como uma lágrima descreve uma tristeza e como a mesma lágrima pode descrever a felicidade. Insensível aquele que ao ver a lágrima escorrer, tem a frieza de se perguntar se são lágrimas de tristeza ou de felicidade. É tão obvio, tão perceptível, tão transparente e claro, que é indiscutível o sentimento atribuído àquele momento!
Queria poder me expressar dessa maneira. Transparente e fiel ao momento! Cada segundo transformado em momentos! Segundos esses que me fariam viver uma experiência inteira. Não me importaria dar-lhes minha vida, pois eles bem me valeriam ela!
Descobri que odeio fotos! Mas, pior que descobrir que não se conseguiu capturar a beleza e a verdade de um grandioso momento, é descobrir que isso nunca será possível....E isso me dói. As fotos desvalorizam os momentos! Tive a ingenuidade de pensar que, se meus olhos tirassem fotos, as fotografias sairiam mais belas, me esquecendo do pigmento, do sentimento e da emoção de cada olhar. Poderia ser que a junção de fotos, com uma belíssima canção, e uma tentativa frustrada de descrever em palavras toda aquela experiência, diminuísse a precariedade delas!
Mesmo assim, ainda não seria eficaz, não conseguiria chegar perto do momento experienciado! É por isso que amo livros! Eles são diferentes das fotos. Descrevem o momento detalhadamente e cuidadosamente. Eles o levam até o momento, e quando se da conta, você já se lambuzou, e saciou toda a sede que tivera. Consegue-se sentir o gosto do vinho na boca, o ritmo da música, o ruído do vento!
Admiro aqueles que o conseguem fazer. Eu não consigo! E isso me mata por dentro. Queria poder cuspir, arrotar, vomitar, aquele momento, aquele dia, a minha experiência... Mas, só os poetas o fazem bem, o resto escreve."
Certa vez arriscou-se, mas saiu esfolada e estraçalhada ..A partir daí começou a ter medo. E por medo ela não arriscava, e por medo ela não amava. E por culpa desse medo ela nunca conseguiu viver uma verdadeira historia de amor, e nem sequer um breve romance.. Isso a chateava, a matava por dentro. Os anos se passaram e ela continuava naquela vida chinfrim, sem ambição alguma. Tinha se acomodado, o salário era "bom" , a casa era "boa", o restaurante que almoçava de segunda à sexta era "bom"... Mas no profundo daquele coração rasgado ela alimentava uma faísca de esperanca. Isso que toda mulher boba tem.
"Porque quando fecho os olhos, é sinal de que não quero ver. É sinal de medo. Aproveito, e faço uma breve prece, logo cedo."
