Medida
“São Paulo o explica muito bem: ‘nós não morremos, nos transformamos’. Então, à medida que vamos morrendo, vamos ressuscitando. Vamos deixando um corpo corruptível e vamos ressuscitando num corpo incorruptível. Metaforicamente dizendo, vamos deixando um corpo de trevas e ressuscitando num corpo de luz.”
“À medida que vamos morrendo, vamos ressuscitando. São Paulo já dizia que não morremos, mas nos transformamos! À medida que vamos deixando o corpo físico, ressuscitamos num corpo espiritualizado. Durante a vida, vamos continuamente trocando nosso corpo. Os ossos demoram uns 6 anos pra se trocarem totalmente, o resto do corpo em seis meses se troca por completo. A alma é a mesma, mas com estruturas diferentes. O processo da morte demora 21 dias, mais ou menos. Quando se termina a morte, aí começa a eternidade, mas em nenhuma fração de segundo há um corpo sem alma ou alma sem corpo! Ressurreição sim, reencarnação não!”
À medida que vai morrendo vai ressuscitando (corpo e alma, juntos)... O diz muito bem o Apóstolo São Paulo, traduzindo bem: ‘Nós não morremos, nos transformamos!’ À medida que vamos deixando um corpo corruptível, nessa mesma proporção, vamos ressuscitando num corpo incorruptível. Vamos deixando um corpo burdo e vamos ressuscitando num corpo sutil. Vamos deixando um corpo passível e vamos ressuscitando num corpo impassível. Até os oito, nove dias (da morte real) há bastantes milagres, revitalizações...
“À medida que vamos morrendo no corpo físico, que nossas células vão apodrecendo, vamos ressuscitando em um corpo espiritualizado, em células de luz. Esse processo dura, em média, 21 dias.”
As fantasias se tornam reais na medida em que as realidades frustadas são reinventadas na tentativa de modifica-las.
Um mundo não é único, assim como os pensamentos individuais não são, mesmo em distintos e comuns desejos surreais.
Pode se viver tempos paralelos adaptados a cada mente o que pra si é seu futuro presente pra outro pode ser um passado ausente.
E se viver é poder escolher por que preferir o fantasiado se de fato acreditar ser tudo pré meditado em um curto espaço finito e vasto onde apenas se imprime o que já foi dimensionado nesse destino tão direcionado?
As consequências são consequências das consequências que você arrisca em ciência de alguma consequência.E se de nada valer, talvez nunca valerá a pena reviver algo que nunca se conseguiu viver.
Quando te sentires um nada, lembra-te: há um Deus que te ama sem medida , ao contrário dos homens, que por ego ferem e desprezam.
Série Minicontos
CAFÉ SOCIOLÓGICO
À medida que serena a noite, aumenta meu interesse pela cena.
O lugar expressa luxo, frequentado aos fins de semana. Eles se arvoram celebres. Sempre ali reunidos. Celebrando das mais importantes à mais fútil.
O ar rarefeito que sopra de fora para dentro do ambiente surge com pai e filho que sempre àquela hora naquele café, pedem pizza, saem sem ser vistos e não comem.
As lições do amor;
Apendi que minha tristeza se esgota a
medida que a felicidade eu procuro.
Aprendi que o caminho mais curto da felicidade esta nos pequenos detalhes.
Também aprendi que o amor é traiçoeiro porque
as vezes engana a gente, mais ninguém consegue viver sem este sentimento.
Aprendi que um amor valorizado é um amor mais duradouro.
Que para amar não basta ser milionário tão pouco culto, basta estar disposto a levar a sério tais sentimentos.
Aprendi que o tempo é sábio da muitas voltas, porém sempre nos reserva lindas histórias de amor....
“À medida que a maturidade se amplia, a urgência perde valor, a contemplação se impõe, e o tempo se dissolve na compreensão de que somos apenas passagem.”
"Uma medida certa de senso de humor revela sintomas de uma alma contente, assim como o riso exagerado é disfarce de uma alma doente.
Evan do Carmo
Sou pó
O infinito é a medida certa
Da nossa ignorância.
Sou partícula de pó
Dentro deste vasto e imensurável caos
Deste mundo de matéria,
Feito de água, terra, ar e fogo.
Sou pó, sem importância,
Às vezes pura presunção de existir.
Sendo pó ainda me arrisco,
Persisto em ser alguém
Alguém que sofre as dores do mundo
Alguém que canta, que chora e ri.
Alguém que esquece a sua insignificância
A ponto de amar sem condição
Mesmo sendo pó, sem nenhuma importância
Me atrevo a ignorar o medo
De prosseguir evitando o ódio.
Como partícula de pó escolhi viver o hoje
Sem pensar na inutilidade que me aguarda o futuro.
"Quando dois polos se aquecem e se inflamam, em rota de colisão, qual é a medida
sábia se tomar?
Ser neutro seria a solução?"
O Peso do Mundo
A medida das coisas, o peso do mundo,
abismo profundo onde o mar se desfaz.
As costas do homem, forjado do barro,
o medo da morte, açoite voraz.
A busca insalubre nas ondas do vento,
sonhos abortados, perigos sangrentos.
A paz, utopia no vasto existir,
a sorte que foge, um monstro a engolir.
Davi e o gigante, um conto farsante
que não se refaz.
No campo terreno, a luta se perde,
o forte e o fraco bebem o mesmo veneno.
Na medida certa, a calmaria é sempre bem vinda e merece ser amada, aquela que é trazida por um abraço acolhedor, um amor genuíno, a que se encontra nos lugares com sabor de lar, nos beijos de um querer forte e recíproco, em cada pessoa singular, cuja presença traz sentido, daquela também alcançada na arte, na natureza, floras e bichos e, principalmente, a calmaria quando se percebe que vale à pena sonhar, que tudo acontece por um motivo e que Deus não vai mudar e será constantemente um amável abrigo.
Percebo que a tua loucura
ironicamente é sensata,
pois sabes usá-la na medida certa
e na hora exata,
claro que compartilho deste pensamento,
já que a normalidade em excesso
desgasta.
Atração imponente, formosura na medida certa, arte intensa de linhas sublimes, doçura audaciosa, superfície quente, suave, renascença grandiosa, que no peito, traz uma chama acesa, a resistência de uma fênix majestosa, desejo flamejante, emoção calorosa, natureza impactante, intensidade nas suas formas, sutileza atraente, presença emocionante, vividade que se renova.
