Média
A "classe média" incomodada com a chegada dos emergentes nos condomínios fechados culpa o estado.
Agora, "tem pobre" morando ao seu lado.
Os ricos compram ativos, os pobres só têm despesas e a classe média compra passivos pensando que são ativos
Filho nenhum tem a obrigação de ser bonito, inteligente e estar acima da média.
Filho tem que ser ele próprio, com suas condições e com o seu tempo.
O resto é apoio.
Na Idade Média, a partir de 500 quando o Estado se associou a Igreja, só gerou morte é destruição na sociedade. Estamos falando de 2 poderes, Política e Religião. Exemplo de destruição com a junção desses dois poderes foi a cruzadas, ditas guerras santas que tinha por finalidade apenas a manifestação do poder dos poderosos em detrimento dos ditos, a escória da sociedade. A junção desses dois poderes, sempre foi e será morte e destruição. A História está aí para comprovar.
Não precisa fazer média não, amor. Se você gosta, você gosta. Se você não gosta, não viva pra agradar os outros. Sabe por quê? Não adianta sorriso perfeito se o olhar é falso.
No Brasil atual, apenas quem está acima da classe média vive tranquilo, o restante está se matando de trabalhar para no fim só poder adquirir o mínimo; a grande massa disputa migalhas que sobram dos donos das propriedades - às mesmas que cresceram com o sangue e suor do trabalho forçado.
Desde o ensino fundamental até o vestibular, a preocupação é com a média das provas. Isso cria gente média. Se a pessoa ficou na média, ótimo, é motivo para comemorar. Mesmo quando a média é cinco de dez. O que, convenhamos, equivale a comemorar um verdadeiro fiasco. Mas a maioria de nós foi educada assim, e acredita que isso é o correto. O pensamento que prevalece, é o de que ficar na média é bom.
A diferença entre o maçom da idade média e o pós moderno é que o de antes lutava pra proteger os fiéis, o de agora faz com que os fiéis lutem por ele.
A CLASSE MÉDIA ALTA, o coração das novas elites profissionais e empresariais, é definida, além da sua renda em rápida as- censão, não tanto por sua ideologia quanto por um estilo de vida que a distingue, mais ou menos inequivocamente, do resto da população. Mesmo o seu feminismo isto é, o compromisso com uma família em que pai e mãe têm cada um a sua carreira é uma questão mais de necessidade prática do que de convicção política.
Christopher Lasch
Certas reações a este livro, ultrapassando a taxa de imbecilidade média prevista, tiraram do autor qualquer dúvida que ele porventura ainda tivesse quanto à credibilidade da tese aqui defendida, segundo a qual alguma coisa nos cérebros dos nossos intelectuais não vai bem.
Primeiro foi o Paulo Roberto Pires que, não gostando deste livro, inventou outro e escreveu sobre ele em O Globo, jurando que era este. Depois vieram André Luiz Barros, Gerd A. Bornheim, Muniz Sodré, Emir Sader e Leandro Konder, que, reunidos numa página do JB de 4 de setembro, nada dizendo do livro, emitiram estes pareceres a respeito da pessoa do autor: Não é de nem homem. É um bestalhão. Não vou servir degrau para uma pessoa dessas. Ė covarde. Se apoia no poder econômico. É direitista. Não tem nem diploma.
Diante de tais perdigotos, só resta ao acusado acrescentar à sua tese as letrinhas fatidicas:
C.Q.D
Detalhes da demonstração o leitor poderá obter no suplemento que reúne nas páginas finais do presente volume as respostas do autor a essas e outras criaturas inquietas que, à simples audição da palavra "imbecil", logo sairam gritando: "É comigo!" E manifestando o desejo incontido de dar com a cara na mão do autor. O suplemento destina-se a pedir a essa parcela do público que se acalme e aguarde na fila, pois, não havendo escassez de carapuças na praça, não há também motivo de afobamento.
Outlier é uma pessoa fora da média, que vive a vida que ela quer viver, que acelera quando quer, para quando quer... É uma pessoa que faz o que quer eticamente. É uma pessoa que não se importa com a opinião das outras, é uma que coloca uma coisa na cabeça e vai até o fim. Ela ajusta o caminho se for necessário, mas nunca substitui o objetivo final. Ela troca o plano, mas nunca o objetivo final.
A ignorância secular da Idade Média promoveu o cristianismo não como um dogma religioso e sim como uma converção natural ao autoritarismo inquisitivo!
Inquisição:
tem inicio a caça as bruxas,
a idade média prevalece nos instintos alucinógenos dos carrascos modernos.
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