Me Desculpe Nao Quiz te Magoar
Deuses são para os fracos e acovardados que não aguentam uma dose de realidade. São amigos imaginários que proporcionam ilusório conforto.
Em uma noite gélida, calma como o mar, nos banhando pelas luzes da cidade. Olho para o céu e não vejo a lua. Embora nao tenha uma nuvem no céu, elas ainda se escondem. Assim como nós, o falso brilho nos apagam. E eu me questiono... Aonde estarão as estrelas?
Tem coisas que dinheiro nenhum compra.Não é sobre roupas ou bens, mas sobre coisas imensuráveis, intangíveis, valores e sabores que não é qualquer um que tem ou pode sentir. SomenteD’us pode fazer na vida de alguém.
O homem é um nada que insiste em produzir-se naânsia de desfazer-se. O homem quer não ser-se. [...] O homem não quer ser o ser que é não-ser, sendo assim, ao homem o é ontológico o auto-desprezo.
Expressar o humano não é arte, é uma gritaria; toda arte por natureza deve ser fingida. Se me dissestes que a gritaria pode ser arte, responder-te-ia, o belo pode ser nauseante e o agradável poderia vim a não ser prazeroso? De imediato poderia replicar que as duas coisas não necessariamente têm que andar separadas, argumentando para isso, talvez, em termos de pulsões, treplicaria, então, não há registro deles no aparelho psíquico, pois estamos vivos sabendo que vamos morrer sem nunca ter morrido, ou seja, eles nos são simbólicos em certa medida, por isso a sensação de sermos infinitos e a morte nada, em um salto de percepção desejada, em uma sensação irrefletida e apontada para o nada (o desconhecido) e em um processo contínuo de linguagem (simbólico), o tão caro nirvana dos místicos, o encontro com o dharma _encontrando-se_, e acrescentaria, não necessariamente têm que andar separadas, mas necessariamente devem andar separadas, o próprio fato de tender denuncia isto, pois quando misturadas não seria nenhuma uma coisa nem outra, não seria agradável a priori (naturalmente), porém, como uma proposta revolucionária e inovadora e boa e genial, sim todas as coisas entrelaçadas pelo desejo, e não correlacionadas diretamente em termos de implicação lógica, mas nunca vista (sentida e compreendida), por isso o processo de apreciação se dar pela exposição e absorção do discurso, ou seja, uma dessensibilização. Em síntese, se torna um absurdo defendido, pois todos desejam ('não morrer' !?) e imune a qualquer racionalização que por natureza exige coesão lógica interna e externa, além do mínimo, ou necessário, de resultados pragmáticos, ou seja, se torna um discurso esvaziado de conceito, quando muito, de rigor. Poderias fazer a observação de que há uma falha na minha argumentação, apontando para isso que as duas pulsões tendem ao infinito por não ter assinatura no aparelho psíquico, ou seja, ambos têm a mesma força de ação e presença, digo, em termos quantitativos são equivalentes, argumentaria pois que não poderia estar mais equivocada; a morte é a verdadeira significante da questão, pois o fato de não sabermos o que é o instinto de fato por sermos seres racionais, nos faz seres de linguagem, razão e sim, morte, a morte é o que nos constitui como sujeitos e humanos, homem. A vida é o enquanto, a morte é o final, o que nos aguarda e como todo final, não é desejado, por isso nos esforçamos ao máximo para tentar deixar o enredo um pouco mais interessante, mas desde o início temos somente uma certeza, a de que vamos morrer, isto é, que a história terá um ponto final e isto nos faz diferente de qualquer outro animal, ao ponto de ignorarmos o máximo possível este fato indubitável, vivaz e límpido, porém, tenebroso. Ademais, o que nos faz ser humano é o atravessamento da linguagem, a inserção da lei, isto é, da instância do superego com a pulsão de morte. Perfazendo, somos 'seres' que morrem, no mais são produções imaginárias, por vezes delirantes, por conseguinte, mentirosas.
Eu passarei o natal de uma forma natural o que vier ta perfeito
tenho a me como companhia e não preciso de ninguém
Feliz Natal Para Vocês
como pode?um simples toque fazer tanta bagunça?
não falo sobre uma torre de taças de vinho e alguém esbarrando por exemplo. falo sobre beijo, sobre mãos dadas, falo também sobre um abraço simples, ou até de um comprimento de início, um simples toque.
apenas isso foi suficiente para você ficar na minha cabeça por dias...mas claro, claro que isso tinha que ir mais adiante e nisso vieram mais e mais toques, e com isso como é de se esperar {mas nunca estamos realmente atentos} você apenas você, ficou em meus pensamentos por muito mais tempo, e ficou fora de controle...ainda me sinto confusa mas eu,
eu até que gosto disso.
Há coisas que não podem ser descritas pela sua lógica nessa camada de realidade que vivem fora da realidade. Você sempre buscou questionar o universo em que vive, sempre buscando respostas. O que é real? Como seus pensadores definem a realidade? Se você vê algo, é real? Se você cheira algo, é real? Se você toca algo, é real? E o mais importante, o que é parte da existência é real?
A existência é real, mas, ao mesmo tempo, não é.
As coisas indescritíveis também tentam fazer a mesma pergunta que você endossa, mas não sobre o que é real, mas sobre o que é irreal.
Se algo pode ser estudado, então é real, mas o que é o oposto não é real, não para você.
A irrealidade é algo como ervas daninhas nas plantas para compreender seres reais como vocês, humanos.
Existem coisas que não podem ser tocadas pelo conhecimento de quem convive na realidade.
Agora faça esta pergunta: o que é irreal?
Há coisas que não podem ser descritas pela sua lógica, que vivem fora da realidade. Você sempre buscou questionar o universo em que vive, sempre buscando respostas. O que é real? Como seus pensadores definem a realidade? Se você vê algo, é real? Se você cheira algo, é real? Se você toca algo, é real? E o mais importante, o que é parte da existência é real?
A existência é real, mas, ao mesmo tempo, não é.
As coisas indescritíveis também tentam fazer a mesma pergunta que você endossa, mas não sobre o que é real, mas sobre o que é irreal.
O grande paradoxo de muitas pessoas que não tem uma estética dos padrões atuais é de querer pessoas que estão nos padrões ideais esbanjando diariamente isso e almejam essa estética também, receita certa para rejeições e relacionamentos desiguais na qual terá de haver compensações e trocas muitas vezes injustas de estético por utilitário.
Cansei de ser bonzinho. Cansei de valorizar quem não me valoriza, cansei de ser o otário para os outros. Cansei de as pessoas crescerem às minhas custas! A vida é só eu e Deus.
O Natal não começa perder o sentindo quando vai sobrando espaço na mesa por pessoas que partiram e sim pela ausência de pessoas ainda vivas, mas que não foram convidadas ou que de certa forma foram esquecidas. Para essas pessoas com o passar do tempo essa data vai perdendo a magia e se torna mais um dia comum igual a qualquer outro.
