Me Decepcionei mais Nao quero Magoas

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O nosso eu é edificado pela superposição de estados sucessivos. Mas essa superposição não é imutável, como a estratificação de uma montanha. Levantamentos contínuos fazem aflorar à superfície camadas antigas.

É fraco e depreciativo continuar querendo coisas e não tentar consegui-las.

Com o amor não se brinca sem castigo.

Ninguém tem um elenco como Disney. Quando ele não gosta de um ator, simplesmente o apaga.

Ciência sem consciência não passa de ruína da alma.

A literatura não permite caminhar, mas permite respirar.

Em política, tal como na moral, é um grande mal não fazer bem, e todo o cidadão inútil deve ser considerado um homem pernicioso.

Não dura o mal onde não dura o bem,
mas é frequente um transformar-se no outro.

Não há menos tormento no governo de uma família do que no de um Estado inteiro.

Fracasso é um evento e não uma pessoa.

Ela disse assim (A teus pés)

Ela disse assim
É porque é
É porque é
Não há desespero em vão

Se ela quer voar
É porque tem assas
É porque tem asas
Não não não
Quando a gente voa
Distante e só
Tão distante e só
O sol não vem e a luz que cai
Nunca mais voltou
Nunca mais voltou
Não não não

A memória diminui... se não for exercitada.

Quando se está preso, o pior é não poder fechar-se a porta.

Dois homens não podem ficar juntos durante meia hora sem que um adquira evidente superioridade sobre o outro.

Quem não vive segundo o que acredita não acredita.

Você não consegue harmonia quando todo mundo canta a mesma nota.

Lamento aqueles que têm um ar de inteligentes: é uma promessa que se não pode cumprir.

Émile-Auguste Chartier
ALAIN, Propos sur l'esthetique, Presses Universitaires de France, 1949

Muitos, por medo, não hesitam em beneficiar aqueles que os odeiam.

A verdadeira excitação do que você está fazendo é o ato de fazê-lo. Não é o que você vai conseguir no final - não é a cortina final - é realmente o fazer e amar o que está fazendo.

Quando tiramos a vida aos homens, não sabemos, nem o que lhes tiramos, nem o que lhes damos.

Lord Byron
BYRON, L., The works of lord Byron, comprehending the suppressed poems‎ - Volume IX, 1822