Matar por Amor
" Amor que não morre
se deixa matar
quando no olhar
alguém busca a solidão
amor que de tanto morrer
renasce forte
gritando ao mundo que a grande sorte
é viver um grande amor...
VIVO MEU AMOR
Estupidez matar a pessoa que não lhe quer
más por motivo que você causo com desilusão, o amor é bondade, saudade é musica cantada na chuva, sombra no sol do meio dia, amor é rosa sem espinho telhado de estrelas, caminho de espera, acento de caminhada é vida que alegra vidas, o amor é a felicidade incondicional do coração da mente e da alma,
Amor é amar sentir o paladar da saliva na
mesma boca que diz ti amo
A textura da pele a quentura do corpo
O amor é mãos nos bolsos, quem mata por não ter ao seu lado não amou não ama e nunca vai ser apresentado ao amor.
O amor nutri a alma, e o alimento nutri o corpo, ambos se forem falsos podem matar em vez de nutrir, não aceite imitações.
Nunca tente matar um amor reprimido enterrando-o no seu coração, correrá o risco dele germinar mais forte com folhagem tão exuberante a ponto de chegar ao céu e com raízes tão profundas a ponto de tocar o inferno
Morrer por amor é a maneira mais desonrosa de sair da vida. Matar por amor é a maneira mais desonrosa de entrar para a história
Tudo é amor para se enlouquecer ou
Guerra para matar ou morrer...
Entre um e o outro viva intensamente!
AMOR EM CONTA GOTAS...
Diga-me um não sonoro de uma vez…
do que me matar aos pouquinhos…
nesse sim que vem em conta gotas…
em uma substância chamada talvez…
Olhando as suas fotos na estante
eu sempre precisei de ti
tão linda e com olhos brilhantes
mas agora eu percebi
que por um instante
eu ja nem sei onde voce está
anda por ai tão bela
como a chama de uma vela
na escuridão total
se equilibrando em um salto
com andar puro e fatal
que vem me matar
Mata de saudades
mata de desejos
e nas atualidades
a nostalgia me consome
na falta dos seus beijos
Meu Clarinete é a arma mais poderosa jà criada, pois com ela não atiramos balas, mais sim, a música, que tem o poder de curar e matar.
Mergulhei no mais profundo "esdaile", voltei ao princípio e, por mais que fosse bela e pura essa flor, arranquei-a pela raiz. O veneno dos seus espinhos ameaçava sucumbir-me ao pó. O jardim restou devastado, mas o céu estava finalmente límpido.
Ao emergir, descobri que o mesmo veneno que me ameaçava de morte era o que me mantinha a vida. Já não mais existo!
