Máscaras
As máscaras do preconceito
Durante as filmagens de "Planet of the Apes" (O Planeta dos Macacos), em 1967, Charlton Heston notou "uma segregação instintiva no set. Os macacos não comiam todos juntos, mas os chimpanzés comiam com os chimpanzés, os gorilas comiam com os gorilas, os orangotangos comiam com os orangotangos, e os humanos comiam fora. Foi muito assustador."
James Franciscus notou a mesma coisa nas filmagens de "Beneath the Planet of the Apes" (de Volta ao Planeta dos Macacos), em 1969. "Durante o almoço, eu olhei em torno e percebi: 'Meu Deus, aqui é o universo'. Porque em uma mesa estavam os orangotangos a comer, em outra mesa, outros macacos, e os seres humanos tinham sua própria mesa. Os personagens de uma espécie não se misturavam com os de outra espécie para comer juntos".
"Lembro-me de ter dito: 'Olhe ao redor - você nota o que está acontecendo aqui? Isto é um microcosmo isolado do que, provavelmente, incomoda o mundo todo. Chame de preconceito ou do que você quiser chamar. O que é diferente é para ser evitado, é assustador e assim por diante'. Ninguém ali estava se misturando e, por trás das máscaras, eram todos seres humanos. As máscaras foram suficientes para que aflorassem as nossas próprias pequenas naturezas genéticas de medo e preconceito. Foi surpreendente."
Onde está você
Que perdido em seus sentimentos
Se esconde entre máscaras e medos
Tenta ser feliz e amar
Mas escolhe um caminho
Que não quer
Segue infeliz no que o outro diz
Seja você
Siga seu coração
Ame como deseja
Ame inocentemente
Seja uma criança
Criança pura
De alma limpa e coração aberto
"O tempo mostra verdades,melhor do que isso,o tempo,faz máscaras caírem,e o que está oculto vem à tona"
MÁSCARAS
Tolos, loucos, insanos
Fingimos para quem?
Fugimos
Rimos
Tão longe de nós mesmos
Realmente enganamos
Ou somos enganados?
Qual o motivo?
Medo?
Orgulho?
Aparência?
Sei lá
Um dia
Anos
Aonde chegamos?
O que buscamos?
Já louca, despida
Grito
Xingo
Basta!
Calma.
Bem vejamos,
Simples:
Vivamos!
– num abismo de múltiplas máscaras: eu, meus sentimentos e minha vontade. Se cumprimentam, se esbarram, disfarçam.
Ela é a prova viva de que sorrir não significa estar bem. Seus sorrisos eram disfarces. Máscaras. Pra esconder dores. E principalmente a saudade que ela tinha que suportar. Saudade não muito simples. Saudade intensa. Saudade que fazia doer o coração. Saudade de um alguém mais do que especial na vida dela. Para cada sorriso, muitas lágrimas. Mas ao mesmo tempo, ela era forte. Ela não desistia dos seus sonhos. Ela continuava acreditando que ele poderia estar com ela novamente, como antes. Até hoje prossegue em acreditar. Hoje. Amanhã. Sempre.
As vezes usamos máscaras para esconder o que se passa no nosso coração... Não para mostrar ao mundo que somos felizes... Mas para dar uma falsa sensação de bem estar para quem está pertinho da gente... Na busca de que falsas alegrias alegre um triste coração...
Queria de verdade que as pessoas se amassem mais, que deixassem suas mascaras de hipocrisia em casa antes de sair, que seus sorrisos não fossem forçados e que suas mentes não fossem calibradas pela mídia. Espero que um dia possa se por um fim na alienação da humanidade e que todas as classes sociais possam saber e ter acesso aos mesmos lugares, sem exclusão de Pessoas.
Há muitas máscaras que você pode comprar. Porém a verdadeira beleza está em ter coragem para ser quem você é.
Existem momentos em nossas vidas que somos obrigados a usar máscaras. Máscara de alegria quando a tristeza dilacera o peito, máscara de serenidade quando o desespero se estabelece, máscara de força quando a vontade é de se jogar no chão, máscara de sorriso quando a lágrima rola na alma, máscara de satisfação quando a insatisfação é iminente. São máscaras que põem em nós, ou que nós mesmos somos obrigados a pô-las.
Engana-se quem pensa que o carnaval
é a festa das máscaras e fantasias.
Na verdade é justamente em seus dias
que as verdadeiras faces, ocultadas pela covardia,
são expostas com todos os seus instintos,
excessos, anomalias morais e anseios inconfessos,
mostrando ao mundo a essência pervertida
de quem ao longo do ano regressa ao seu casulo
e adota uma identidade disfarçada!
Neste mundo de disfarces e máscaras, o mais puro torna-se confuso e fica difícil distinguir o real do trivial, o banal do essencial.
