Mas Vc Nao tem Culpa de Nao me Amar

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Meu lugar favorito é onde posso tocar as estrelas com meu olhar e sentir a profundidade do universo pulsar com minha imaginação.

Inserida por Bernardo_de_Mello

⁠⁠Fazendo um paralelo com os vinhos, com o passar do tempo o indivíduo bom fica melhor, mais dócil; enquanto o mau azeda, se torna hostil.

Inserida por Valdecir

⁠FÁBULA DA UVA E DA RAPOSA Muito representativa;
"A raposa (animal inteligente), passando embaixo de uma parreira de uva, olhou para cima e avistou muitos caixos de uva a ponto de degusta-las --- Deu o 1° pulo não consegui, o 2°, 3°, 4°, no 8°, já exausta, olhou para cima e disse: NÃO VALE A PENA ESTÃO VERDES"
Nem tudo que queremos é possível, temos que arrumar uma desculpa para amenizar a nossa FRUSTAÇÃO.

Inserida por Ademarborba46

⁠Se a gente pensar diariamente, que existe o momento certo para tudo, até para falar e para nos calarmos. Falaríamos o necessário e calaríamos sempre, diante daquilo que não nos apetece, que não nos pertence ou ainda para aquilo que não merece resposta, nem tudo merece uma resposta. Os grandes sábios abrem a boca com muita cautela. Já os idiotas abrem a boca sem freio, igual a um "carro desgovernado".

Inserida por RaidalvadeCastro

Quando me julgam de louco eu fico calado, porque o meu silêncio supera a ignorância deles.

Inserida por CristianoRibeiroo

FEIJOADA À MINHA MODA

Amiga Helena Sangirardi
Conforme um dia eu prometi
Onde, confesso que esqueci
E embora - perdoe - tão tarde

(Melhor do que nunca!) este poeta
Segundo manda a boa ética
Envia-lhe a receita (poética)
De sua feijoada completa.

Em atenção ao adiantado
Da hora em que abrimos o olho
O feijão deve, já catado
Nos esperar, feliz, de molho.

E a cozinheira, por respeito
À nossa mestria na arte
Já deve ter tacado peito
E preparado e posto à parte

Os elementos componentes
De um saboroso refogado
Tais: cebolas, tomates, dentes
De alho - e o que mais for azado

Tudo picado desde cedo
De feição a sempre evitar
Qualquer contato mais... vulgar
Às nossas nobres mãos de aedo

Enquanto nós, a dar uns toques
No que não nos seja a contento
Vigiaremos o cozimento
Tomando o nosso uísque on the rocks.

Uma vez cozido o feijão
(Umas quatro horas, fogo médio)
Nós, bocejando o nosso tédio
Nos chegaremos ao fogão

E em elegante curvatura:
Um pé adiante e o braço às costas
Provaremos a rica negrura
Por onde devem boiar postas

De carne-seca suculenta
Gordos paios, nédio toucinho
(Nunca orelhas de bacorinho
Que a tornam em excesso opulenta!)

E - atenção! - segredo modesto
Mas meu, no tocante à feijoada:
Uma língua fresca pelada
Posta a cozer com todo o resto.

Feito o quê, retire-se caroço
Bastante, que bem amassado
Junta-se ao belo refogado
De modo a ter-se um molho grosso

Que vai de volta ao caldeirão
No qual o poeta, em bom agouro
Deve esparzir folhas de louro
Com um gesto clássico e pagão.

Inútil dizer que, entrementes
Em chama à parte desta liça
Devem fritar, todas contentes
Lindas rodelas de lingüiça

Enquanto ao lado, em fogo brando
Desmilingüindo-se de gozo
Deve também se estar fritando
O torresminho delicioso

Em cuja gordura, de resto
(Melhor gordura nunca houve!)
Deve depois frigir a couve
Picada, em fogo alegre e presto.

Uma farofa? - tem seus dias...
Porém que seja na manteiga!
A laranja gelada, em fatias
(Seleta ou da Bahia) - e chega.

Só na última cozedura
Para levar à mesa, deixa-se
Cair um pouco da gordura
Da lingüiça na iguaria - e mexa-se.

Que prazer mais um corpo pede
Após comido um tal feijão?
- Evidentemente uma rede
E um gato para passar a mão...

Dever cumprido. Nunca é vã
A palavra de um poeta... - jamais!
Abraça-a, em Brillat-Savarin
O seu Vinicius de Moraes.

Inserida por fefeu1951

⁠As vezes me pergunto para onde se foram minhas origens.
foram se desgastando,e fui me afastando por notar que já nao era mais importante.
Sobrevivi quando achei que não poderia Deus me levantou pois sou importante para ele agradeço por meus filhos e minha esposa que me fizeram de tudo para me levantar.
E como uma fenix resurgi das cinzas e me coloquei de pé.
Deus é fiel.

Inserida por milolapa

⁠"A maior parte das coisas que fazemos e dizemos é desnecessaria; se eliminarmos ganharemos mais tempo para fazer coisas úteis"

Inserida por Ademarborba46

⁠"JOGOS ELETRÔNICOS --- Um mal invisivel; com intuito de proporcional laser, acaba viciando os jovens. Quantas horas são desperdiçadas diariamente que poderiam ser aplicadas aos estudos e trabalhos"

Inserida por Ademarborba46

O egoísmo e a
ganância de
alguns,
impede quese
faça o bem.⁠

Inserida por ubaldopoetadoamor

⁠Que teu Santo Espírito me acompanhe quando for proclamar o Evangelho aos pobres pecadores doentes!

Inserida por ricardoalvesdemello

⁠Se a desistência fosse "solução", ninguém necessitaria mover uma palha, mas ninguém saberia o gosto do triunfo.

Inserida por Odairalves

⁠O destino é a vontade; cada homem faz o seu destino.

Machado de Assis
Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. v. II.

Nota: Trecho do conto A mulher de preto.

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Inserida por jorge_henrique_elias

⁠ Pelas rotas da seda ou das especiarias caminham o lucro, a ganância, a doença e as guerras. No seu rastro crescem, além da opulência, a história, o pensamento, a ciência e a arte.

Inserida por linodealbergaria

⁠Raso nas beiradas, no meio profundo, o lago onde as lembranças dormem se move na lentidão de seus fluxos e marolas. Se chove forte, reage e transborda. Depois se recolhe, criando a praia seca que toma as margens. Até se dissolver na turvação que a névoa espalha.

Inserida por linodealbergaria

⁠Os livros guardam histórias, esperanças e intrigas. Na imensa biblioteca, o cofre fechado de Pandora protege, no recôndito de suas páginas, o silente repouso da serpente.

Inserida por linodealbergaria

⁠Na manhã ainda fria, a teia é menos pegajosa. Gotas de orvalho refletem o sol na dissimulada armadilha.

Inserida por linodealbergaria

⁠Nada é nosso, nada é de nossa autoria, somos apenas veículos condutores usados pela Sabedoria ou Ignorância, em seus momentos de inspiração ou delírios.

Inserida por ANTONIO9G9ALMEIDA

⁠orfão
e se o sangue que corre
enviesado e esdrúxulo
por entre as minhas veias
imperceptíveis e silenciosas
não for o mesmo que o teu
é porque a memória
póstuma do pai
tão eloquente e imbecil
precisa e irredutível
acendeu a suspeita
brilhante e nítida
de que a névoa
impulsiva desvelou
a verdade de termos sido
na mentira sangrenta
irmãos.
(Pedro Rodrigues de Menezes, “orfão”)

Inserida por PoesiaPRM

⁠Falar "sou teu amigo" é muito fácil, quero ver ajudar quando seu amigo estiver precisando de alguma coisa, falar é facil quero ver ajudar, é sobre isso e não está nada bem, felizmente os de verdade eu sei quem são 🙌🏼😻

Inserida por MaxwelldeSantana