Marta Medeiros Elegancia do Comportamento
Repudio os que levantam a bandeira do cristianismo mas são os primeiros a agirem com críticas e condenações, contrariando o ensinamento pacificador.
(...) é oportuno refletir sobre a educação enquanto fetichismo contemporâneo. Para o trabalhador a educação escolar transformou-se no ‘passaporte’ para o mundo do trabalho e, quanto melhor a instituição de ensino (normalmente privada), maior é a garantia de realização profissional. Nesta mesma linha de pensamento, da mesma forma com que a educação teria se transformado num fetiche, os estudantes formados para o mercado de trabalho transformaram-se em objetos para o capital. Desta forma, o pensamento marxista sobre ‘fetichismo da mercadoria’ e ‘coisificação do operário’ estaria numa versão atualizada para o século XXI em que se presencia a o ‘fetichismo da educação’ e a ‘coisificação do trabalhador’.
Janiara de Lima Medeiros (2020)
... busco provocar à reflexão sobre o 'fetichismo da educação'
e o fenômeno da
'coisificação do trabalhador'...
Quando entendemos que não precisa esperar a segunda-feira para começar a dieta, nem a sexta-feira para sair com os amigos. Não é necessário esperar o Natal para presentear, a páscoa para comer chocolate ou a sexta-feira santa para comer peixe. Quando entendemos que existe mais valor no AGORA do que no TALVEZ, então, entendemos que não cabemos em uma caixa que a sociedade criou para nos rotular. Por isso, tenho árvore de natal montada desde abril, como chocolate quando dá vontade, comecei dieta na quarta, parei na quinta, recomecei na terça. A reunião com os amigos pode ser em uma ligação por vídeo de horas, e o tempo para dizer te amo sempre é imediatamente.
Não é necessário esperar faltar para dar valor.
Não importa se o dia pede cerveja!
Eu quero saber sobre a minha vontade de tomar vinho♡
Tência Medeiros.
Se for para chorar, então chore, se for para gritar grite, se for batalhar, batalhe e se for para se curvar, curve-se então, mas, faça tudo isto de joelhos em oração aos pés do Eterno Deus,
confiante na sua resposta e no seu infinito amor e bondade.
Ore pelos seus filhos(as), ore pela vida material e espiritual deles, ore pela área acadêmica, profissional, social, empreendedora, sentimental, emocional e espiritual.
Importune o trono da graça, insista, persista em oração diária, fervorosa e constante pelos seus filhos(as). Consagre-os ao Criador, clame pelas bênçãos espirituais, e para que as mesmas caiam sobre eles.
A educação dos filhos requer muito trabalho e empenho por parte dos pais. O pai e a mãe devem entrar em comum acordo para educar os filhos da melhor forma possível. Tanto o pai quanto a mãe, devem “falar a mesma língua”, devem ter o mesmo sentimento, o mesmo propósito e a mesma satisfação em educar os filhos e torná-los em “gigantes” morais e espirituais.
Os pais devem transformar os filhos em cidadãos melhores, cidadãos fortes, saudáveis, cultos, civilizados, bons e com metas e objetivos bem definidos.
A educação deve ser abrangente, a mesma deve abarcar o ensino à respeito das metas e objetivos de vida, no tocante à profissão, ao namoro, casamento, a educação pode e deve ainda alcançar o que tange os ensinamentos sobre as leis humanas e divinas, crenças, pensamentos filosóficos, culturais e religiosos, também no que diz respeito às companhias das pessoas, suas influências, seus conselhos, exemplos, no que diz respeito ao gosto musical, às preferências pessoais, vícios, indumentárias, objetos, símbolos, literaturas, redes sociais e influências negativas da mídias sociais e televisivas, dentre outras coisas que possam representar um perigo para o caráter dos filhos, porém, não deve ser obrigatório, deve ser de caráter informativo e facultativo, deve ser em forma de orientação, aconselhamento e instrução, para auxiliá-los nas suas futuras escolhas e decisões. Deixe-os decidir.
Educar os filhos é de extrema importância, porém, eduque-se todos os dias, analise a sua forma de pensar, falar, agir e interagir no meio social. Corrija-se, limite-se, aperfeiçoe todas as áreas da sua vida, pelo ao menos tente. Seja exemplo para os seus filhos(as).
Mostre que você é o modelo para eles e que eles podem se inspirar e copiar a sua conduta moral e espiritual. Antes de educá-los eduque-se, eduque-se todos os dias e sempre que necessário.
A verdadeira transformação deve começar em você, depois a mesma irá aos poucos se refletir no seu filho(a), e você certamente exercerá uma influência fortíssima, uma poderosa influência e ótima influência para os seus filhos(as). Transforme-se e molde o seu caráter.
Eduque a criança no presente para não se decepcionar no futuro, eduque de forma correta, possa ser que você esteja educando de forma equivocada e exagerada.
Peça ao Eterno para te orientar nesta tão árdua e sublime missão de educar os filhos.
Seja profissional em tudo, seja o melhor nas pequenas e nas grandes coisas.
Não seja bom, seja ótimo em tudo o que você faz, esforce-se para ser profissional, na hora de falar, na hora de agir, interagir, na hora de escrever, projetar, sonhar, planejar e pensar, em todas as áreas e de todas as formas, seja profissional, pelo ao menos tente atuar como um profissional.
Esforce-se!
Se queres ser grande, superior, se queres ainda aparecer e mostrar que és o melhor, faça isto, mas, seja grande na fé e no amor.
Seja superior perdoando o próximo, apareça ajudando os outros, contribuindo para o progresso social e espiritual de alguém.
Mostre que é melhor no caráter, na honestidade, na caridade, na bondade, no domínio próprio e nas demais virtudes.
O que estamos fazendo para mudar este terrível quadro de horror espiritual e moral da nossa sociedade pós moderna? Estamos estáticos ou dinâmicos? Estamos quentes, frios ou mornos? Estamos acomodados na zona de conforto do mercado evangélico, e do movimento gospel religioso e de entretenimento cristão?
Será que não estamos mais ocupados do que preocupados com a horrenda desgraça espiritual e moral que está escancarada diante dos nosso olhos? Precisamos acordar para a realidade, e triste realidade que assola o mundo.
Quase não ouço cristãos falarem à respeito das almas perdidas no mundo das trevas. Precisamos nos preocupar mais com eles, com a nossa salvação também é claro, porém, o mundo geme, adoece e está caminhando a passos largos para o inferno, e muitos estão de braços cruzados, estáticos, acomodados, despreocupados para com os perdidos.
Fiz parte de uma geração em que o Espírito Santo ainda era bem vindo em muitas igrejas, não tinha tantas invencionices e os cultos eram mais simples e bíblicos, as pessoas se vestiam melhor, existia mais diálogo, existia problemas sim, mas, bem menos do que hoje, e os cristãos eram tidos como cafonas e ultrapassados.
Hoje ser cristão virou moda, o Evangelho virou mercadoria com fins lucrativos, a fé virou instrumento de manipulação, os cultos transformaram-se em lavagem cerebral e atração circense, os ministérios viraram status social, profissão ou moda com interesses pessoais e com disputas ferrenhas.
A disputa para ser melhor, e para crescer financeiramente virou o único objetivo.
Estamos vendo crianças e adolescentes crescerem e assistirem este triste cenário de terror. As crianças e adolescentes crescem e aprendem à respeito de uma teologia de prosperidade, uma teologia fraca, herética, uma teologia que fala pouco, muito pouco sobre o Eterno Deus, e fala muito sobre o “deus do dinheiro”.
Aprendem erroneamente sobre um Evangelho adaptado, adaptado para agradar o ego e levar pessoas à emoção.
O Evangelho é poder de Deus e o Reino de Deus é justiça, paz e alegria no Espírito Santo. Leia as Escrituras:
“Pois o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo;”
Romanos 14:17
Vivemos a época em que as heresias estão no ápice, e os falsos mestres e falsos profetas chegaram ao clímax das heresias e extremismos. Temos heresias nacionais e heresias importadas.
Temos várias xerox do paganismo e das seitas. A Bíblia para muitos já não é a norma máxima de fé e prática. Estamos vivendo a época do “eu acho, “eu penso”, “eu vejo desta forma”, eu “entendo assim” e “nada a ver”. A Bíblia deve ser a norma máxima de fé e prática, o Espírito Santo deve ser o nosso único guia, e a nossa intimidade com Cristo e com a sua Palavra, deve ser uma realidade diária e constante.
Temos que permanecer com os pés no chão, mas, com a mente e o coração no céu, temos que pensar na nossa vida material, mas, temos que atentar para com a nossa vida espiritual e com a salvação dos perdidos. Não podemos perder o foco do Evangelho simples e puro, não podemos esquecer das Palavras do Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Não podemos esquecer das advertências sobre os falsos profetas e sobre os falsos ensinamentos.
Muitos estão preocupados apenas com números, com igrejas cheias, e cheias de pessoas vazias. Não estão preocupados com qualidade e progressão cristã.
Estão preocupados com movimento e não com o avivamento. Muitos procuram mensagens mirabolantes, mensagens que gerem refrigério para a sua alma, mas, não procuram uma palavra de fé, de santificação e que produza arrependimento e tristeza pelo pecado.
O Evangelho de Cristo não foi feito para enriquecer ninguém, tampouco, foi dado para agradar grupos seletos e nem para agradar pessoas. A Palavra de Deus deve ser pregada de forma completa e correta.
As Escrituras devem ser propagadas para a salvação dos perdidos.
Deve ser pregada para evangelizar as pessoas, e para levar as mesmas à terem uma vida de comunhão com Deus, uma vida de adoração, santificação e oração.
Podemos e devemos ser melhores a cada dia, podemos se melhores cidadãos, pais melhores, filhos melhores, podemos ser melhores na nossa profissão e em diversas áreas de nossas vidas.
A cada dia, podemos ser melhores em tudo, devemos buscar o aprimoramento das nossas vidas, seja na área familiar, profissional, acadêmica, moral, social, filosófica, política ou espiritual.
Encontramos na Bíblia recomendações e desafios, somos desafiados a melhorar sempre, somos desafiado à sermos melhores do que ontem e melhores a cada dia.
A Bíblia é um livro antigo e atual, o mesmo nos concede diretrizes, conselhos a serem seguidos.
