Maré
O caminho se abre durante a jornada
Os trilhos se encaixam, a maré se acalma, a esperança retumbante quer passagem, mas o contrário pode ocorrer, algum sonho morrer, a alta onda afogar, a tempestade impedir de voar, algum trilho descarrilhar, mas o fluxo é desditoso para alguns, também ditados comuns, dizem que precisa andar para sair do lugar, cada lugar uma inspiração, nada se perde, ou ganha ou aprende, eu sei que é muito simbólico, sim, emblemático, contudo uma metáfora, seja o que seu pensamento aceitar, mais uma forma de pensar, uma opinião, um conceito, uma ocasião desprendida de preconceito, embora ainda não fui aceito, na academia da poesia está disponível ao pleito, pelo meu voto eleito e talvez ao seu o rejeito, mas a maestria da vida está na dedicação, na fé, na esperança, no alimento da confiança que a cada particularidade venha a semear com força, regar o sonho criando a oportunidade, desejando realizar, provar o fruto de uma árvore encantada, se é utopia não sei, mas o caminho se abre durante a jornada.
Giovane Silva Santos
Uma hora o barco muda, a maré sobe e a gente tenta não se afogar nesse tsunami de pensamentos. Ninguém nasce sabendo nadar, a não ser os peixes, é claro. Mas a gente pratica diariamente, na piscina.
Oxumarê lê lê marê Oxumarê, lê lê marê Araká.
Existe muitos motivos em ser escolhido pelos Orixás e com certeza um deles é o amor.
Oxumarê me escolheu!
Sentir Oxumarê em meus braços em uma bela tarde com um belo arco-íris é a melhor sensação do mundo, mas me sentir nos braços de Oxumarê a cada amanhecer é melhor ainda. É meu pai Oxumarê, Olorun Modopé por ter me escolhido!
Quem tem Oxumarê como pai, nunca terá uma vida em preto e branco, pôs Oxumarê é luz, arco-íris e alegria.
Oxumarê é todas as cores do universo!
Oxumarê é verdade!
Oxumarê é alegria!
Oxumarê é prosperidade!
Sou filho de Oxumarê, sou livre, generoso e fiel aos meus amigos e familiares.
Sou filho de Oxumarê, sou puro encanto, sou indomável.
Sou livre como a serpente de meu pai, não sou apegado às coisas matérias, mas te darei o mundo se for preciso para te conquistar!
Sereno, entrelaço os dedos e espero;
Sem me importar com ventos, maré ou mar;
Não me enfureço mais contra o tempo ou o destino;
Pois veja.; o que e meu a mim virá.
Interrompo a minha pressa, faço delongas;
Pois de que me serve essa marcha apressada?
Ergo-me em meio aos caminhos eternos;
E o que é meu conhecerá o meu rosto.
Adormecido, desperto, de noite ou de dia;
Os amigos que procuro, procuram a mim;
Nenhum vento pode impelir meu barco para fora do caminho;
Nem mudar a maré do destino.
O que importa se estou só?
Espero com alegria os anos que virão;
Meu coração colherá onde foi semeado;
E armazenará seus frutos de lágrima.
As águas conhecem o que é seu e dão nascimento;
Ao córrrego que jorra de grande altura;
Assim flui o bem com lei igual;
Rumo a alma de puro deleite.
Noturnamente, as estrelas vêm ao céu;
e a onda de maré até o mar;
Nem tempo, nem espaço, nem profundeza, nem altura...
podem afastar de mim o que é meu.
(Jonh Burroughs)
O reverso da disposição de lutar contra a maré montante do amor-próprio na busca do conhecimento é a capitulação da mente que se entrega e se deixa levar pela doce vazante do auto-engano. Quando as águas profundas se agitam e desgovernam, a lógica naufraga e o intelecto, por mais formidável que seja, vira joguete na correnteza do acreditar.
A Maré...
Amar é uma arte. Amar é uma proeza. O amor se conquista, e não se ganha. Amar é difícil, o caminho é tortuoso. Mas quando acontece, vale todos os esforços possíveis. Amar é quando seu coração e o seu cérebro viram inimigos mortais, travando batalhas dentro de seu corpo. O amor é algo dentro de você que é inexplicável...não importa o tanto que você fale sobre, mas nunca será explicado. Amar é, às vezes, fazer sem pensar e sem medo das consequências. O amor faz você falar pelos cotovelos, faz suas pernas tremerem, sua boca ficar seca e perder o ar por várias horas a fio. O amor transforma segundos em minutos e minutos em horas. Transforma um lugar feio num paraíso. O amor tira sua voz, embola suas palavras na boca e lhe deixa confuso. Amar faz de você um tolo e lhe tira toda a coragem acumulada dentro de ti. Amar transforma grandes distâncias em pequenos passos. O amor faz você arriscar tudo por alguém e te deixa relaxado das obrigações. O amor é uma maré que passa sobre você e joga tudo pro ar, mas quando ele se vai, é como se a maré estivesse voltando e arrastando tudo pra dentro da imensidão do mar. O amor é o presente que vem na melhor hora. É a caixa de bombons eterna, as flores que nunca murcham, a música com as letras e melodias perfeitas. O amor não é o encontro de duas pessoas...é o encontro de duas almas. O amor é a saudade que mata aos poucos e da maneira mais dolorida. Amar é fazer coisas pequenas, mas que possui um valor inestimável. O amor te anestesia de qualquer dor. Às vezes o amor lhe tira o apetite, o ânimo, e o sono. Com o amor, vem o medo, a desconfiança, a precaução e a incerteza que vão se esvaindo aos poucos, em troca da segurança, perseverança e força de vontade. O amor chega chegando...não faz só uma visita. Ele chega, toma posse do local e se diz o dono. Amar é isto que está escrito no texto acima e mais um pouco. Amar é uma imensidão e infinidade de sentimentos e palavras que não podem ser pronunciadas em vão e atos que não podem ser realizados a esmo. Amar é se ver surpreendido pensando nas seguintes palavras: "Eu passaria, de boa, um bom tempo...senão a vida toda com essa pessoa."
Eu senti tudo isso...e se isso não é amor, eu fui enganado.
A amizade é como um castelo de areia que construimos à beira mar...se a maré subir, ele corre o risco de desaparecer.
Não sei o quanto me vale o tempo
Mas sei que o tempo é uma maré
Que se esvazia
Se com ela você não vem
Algo me redimiu da solidão
Desde o nosso primeiro encontro
Naquele instante me senti zonzo
E a terra tremeu ao ver o meu amor nascer
Depois de você
A minha história ganhou uma nova forma de ser contada
Nasceram flores na minha estrada
E foi assim que eu aprendi a voar
Pra um grande amor todo convívio ainda é pouco
Porque o amor não é um laço que nasce frouxo
Amor é um nó que nem a morte poderá de desatar
Saber usar a maré. — Para os fins do conhecimento é preciso saber usar a corrente interna que nos leva a uma coisa, e depois aquela que, após algum tempo, nos afasta da coisa.
Continuo construindo castelos de areia; beleza efêmera, mas a cada nova maré eu encontro um recomeço.
Quando a noite veste o mar...e as ondas beijam a areia,ceu e terra firmam um acordo de vida,energia...
Seu coração ficou tanto tempo afogado, que às vezes se esquece de respirar. A maré já baixou... é tempo de nadar a favor da felicidade...!
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